O Início Começa Antes / Acervo Independente

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Salão de Arte de Novo Hamburgo

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Arte Postal e Natureza / Centro de Artes e Letras – UFSM

divulgação

A fotografia e suas reverberações com a pintura, a gravura e o desenho / Pinacoteca Barão do Santo Ângelo – Instituto de Artes – UFRGS

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O Guaíba por Achutti / Campus Centro da UFRGS

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Um Salto no Espaço / Fundação Vera Chaves Barcellos

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Convergência 2014 – Mostra de Performance Arte no SESC Palmas

Flyer digital - Convergencia 2014

Contra-Método de Análise Fisiognômica / Espaço de Artes da UFCSPA

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O Espaço de Artes da UFCSPA será reaberto nesta quinta-feira (21), às 19h, com a exposição Contra-Método de Análise Fisiognômica, da artista plástica Fernanda Gassen. O local foi reformado e qualificado para melhor receber as diferentes mostras artísticas apresentadas na UFCSPA.

A exposição de Fernanda Gassen registra rostos de frente e perfil, evidenciando forte influência estética das teorias fisiognômicas de Cesare Lombroso (século XIX), as quais analisam os indivíduos, a partir de suas feições e das chamadas fotografias judiciárias. As imagens são acompanhadas de textos ficcionais que analisam os elementos invisíveis que podem ou não identificá-las.

Fernanda é artista-pesquisadora, graduada em Desenho e Plástica, mestre em Artes Visuais pela UFSM e doutoranda no Instituto de Artes da UFRGS. Em sua trajetória consta a participação na 9ª Bienal do MERCOSUL (2013), no 64º Salão Paranaense, além de ser selecionada para a Bolsa Iberê Camargo (2011) e receber os Prêmios Trajetórias da Fundação Joaquim Nabuco (2009) e Projéteis Funarte 2007-2008.

Reformulação do Espaço de Artes

O novo projeto arquitetônico foi concebido pela equipe da Assessoria de Engenharia da UFCSPA, formada pela arquiteta Bianca Riboldi, o engenheiro civil Anderson Muller e a chefe de Divisão de Engenharia Natália Oriola. A arquiteta explica que as principais mudanças no espaço foram a substituição da cobertura, a colocação de um piso neutro, a qualificação e amplificação do sistema de iluminação e a retirada dos expositores fixos para haver uma maior liberdade para as diferentes exposições. “Nosso objetivo foi criar uma espécie de caixa branca, com o mínimo possível de interferência. Um local neutro onde a obra tome conta do espaço”, disse Bianca.

Reabertura do Espaço de Artes da UFCSPA e Exposição Contra-Método de Análise Fisiognômica

Dia 21 de agosto, às 19h

Visitação: 22 de agosto a 27 de setembro,  de segunda a sexta-feira, das 9h às 20h e aos sábados das 9h às 11h30.

Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, Rua Sarmento Leite, 245, Centro Histórico

Regards Urbains / Dumaresq Galeria de Arte

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A artista digital franco-brasileira Dulce Araújo apresenta mais uma exposição inédita na Dumaresq Galeria de Arte, no bairro de Boa Viagem (Setúbal), Zona Sul do Recife. Intitulada “Regards Urbains”, a mostra apresenta duas versões da vida urbana parisiense. De um lado, imagens dos usuários do metrô da cidade, em que é evidente o lado pesado da vida. O contraponto fica a cargo da leveza do verão, quando as pessoas podem aproveitar a praia artificial às margens do Rio Sena, que corta a capital francesa. A individual entra em cartaz no próximo dia 20 de agosto (quarta-feira) e segue até 20 de setembro.

Em “Regards Urbains”, a artista segue com seu trabalho da série “Autour de la Ville”, onde mostra aspectos diferentes das paisagens urbanas. Nesta mostra na Dumaresq, a primeira temática é intitulada “Regards Urbains”. Quem transita pelo metrô é o personagem principal. “Intitulo este tipo de trabalho como graphiephotos, onde o resultado é uma união de artes plásticas e digitais (graphie) à fotografia (photo). Há vários anos venho fazendo um trabalho sobre o lado urbano, não como fotojornalismo, mas com uma visão mais gráfica da cidade. Pictórica. O elemento banal transforma-se em arte”, explica.

Nesta série, as personagens são os parisienses ‘encontrados’ no metrô de Paris, onde a artista mora. O público poderá conferir nas nove graphiephotos as visões de Dulce através de portas e janelas envidraçadas, de quando os vagões chegam e saem das estações. “Faço estas obras utilizando entre mim e a coisa fotografada um elemento integrante do meio de transporte utilizado. Pode ser o metrô, um automóvel ou ônibus em movimento. O vidro, a vidraça com suas sujeiras e riscos, reflexos que a urbanidade nos deixa como herança do cotidiano estão presentes! Procuro captar também a nitidez e a não nitidez. Como dizemos em francês, o ‘le net et le flou’”, conta.

A segunda parte da exposição é chamada de “la  plage” (a praia). É o lado mais leve da mostra. “Esta série de trabalhos começou junto com a criação da praia do Rio Sena. A Prefeitura de Paris abriu este espaço para que a população possa usufruir do verão dentro da cidade. Passo por lá e fotografo, olhando um lado intimista e não da ‘foule’ (multidão)”, explica Dulce, que pode ser considerada uma das pioneiras da arte digital em Pernambuco.

Nas 14 fotografias sob o tema “la plage”, a artista nos permite observar pessoas sozinhas ou em grupo. “Os solitários vão muitas vezes com um livro como companheiro. Outros aproveitam somente o sol. Outros estão com crianças ou amigos… é o lado banal, cotidiano que me interessou. Neste caso, exponho como fotografia. É um instante que passou e que não voltará”, revela.

Sobre a artista – Dulce Araújo nasceu no Recife, onde se formou na então Escola de Belas Artes. Após vários anos morando em Paris, tornou-se cidadã francesa. Na capital da França, também atuou como fotógrafa free lancer para a imprensa. Desde 1990, trabalha com arte digital, tendo o computador como suporte, o que a faz ser considerada como uma das artistas pernambucanas pioneiras neste tipo de atividade.

As obras de Dulce já foram vistas em 13 países, como França, Estados Unidos e Japão, entre exposições individuais e coletivas. No Brasil, suas obras foram apresentadas nas galerias Dumaresq e Massangana – da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), entre outros locais. Como fotógrafa, a artista participou da exposição “Le Brésil vu par les Brésiliens”, no Centre Georges Pompidou, em Paris.

“Regards Urbains”, por Dulce Araújo
Datas: de 20 de agosto (quarta-feira) a 20 de setembro (sábado)
Dias e horários de visitação: de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h. Aos sábados, das 9 às 13h
Local: Dumaresq Galeria de Arte
Endereço: Rua Professor Augusto Lins e Silva, 1033 – Boa Viagem (Setúbal) – Recife
Entrada: franca
Telefone: (81) 3341-0129
Email: arte@dumaresq.com.br
Site:  www.dumaresq.com.br
Facebook: facebook.com/pages/Dumaresq-Galeria-de-Arte/162493980432148

Associ-ação criadora / Chico Lisboa – Atelier Livre

Convite Exposição Associ-Ação Criadora Curadoria Daisy Viola, abertura 20 08 2014, 19h, na Chico Lisboa

Lançamento do Projeto Curatorial / 10ª Bienal do Mercosul – Fundação Bienal do Mercosul – Santander Cultural

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Limites sem Limites / Fundação Iberê Camargo

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Pling Pling – Cildo Meireles / Galeria Luisa Strina

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A Galeria Luisa Strina tem o prazer de apresentar Pling Pling, exposição individual de Cildo Meireles, um artista cuja relação de longa data com a galeria remonta a várias décadas. Em paralelo à Bienal de São Paulo, Pling Pling vai explorar a relação entre o sensorial e a mente, a política e ética – temas que envolveram Meireles em sua prática ao longo dos últimos cinquenta anos. A exposição vai apresentar obras nunca antes exibidas em São Paulo, baseada na retrospectiva de Meireles em 2013, no Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia, em Madri, que viajou ao Museu Serralves n’O Porto e ao HangarBicocca, em Milão, no começo deste ano.A exposição incluirá uma seleção de instalações e uma pintura, cobrindo toda a carreira do artista, desde sua elogiada série Espaços Virtuais, datada da década de 1960, até trabalhos mais recentes. O foco central da exposição será a instalação de grandes dimensões Pling Pling (2009), anteriormente exibida como parte da coletiva “Making Worlds”, com curadoria de Daniel Birnbaum para a 53a Bienal de Veneza (2009). A obra toma a forma de um espaço construído dentro da galeria, composto por seis salas, cada uma pintada com uma cor primária ou secundária diferente e equipada com uma tela de vídeo que exibe um tom complementar. No estilo típico de Meireles, a escala e a cor saturada são usadas para criar uma experiência multissensorial para o visitante enquanto caminha pela instalação.

Nascido no Rio de Janeiro, onde ainda vive e trabalha, Meireles é considerado um dos principais representantes da arte conceitual, com a criação de algumas das obras mais instigantes de sua era, no sentido estético e filosófico. O trabalho de Meireles trata ideias complexas com expressão frugal única, que se inspira nas formas neoconcretas dos mestres da vanguarda histórica brasileira. A tumultuada história política e social do Brasil também está embrenhada de modo fundamental em sua obra: Meireles combina a poetização de seus antecessores com a coragem e o realismo de sua experiência social.

A obra de Meireles foi exposta no mundo todo, incluindo as 37a, 50a, 51a e 53a Bienais de Veneza; as 16a, 20a e 24a Bienais de São Paulo; as 6a e 8a Bienais de Istambul; as 1a e 6a Bienais do Mercosul; o Festival Internacional de Arte de Lofoten, Noruega; a Bienal de Liverpool de 2004; a Paralela Gift, São Paulo; e a Documenta, em 1992 e 2002.

Entre suas exposições individuais recentes estão as realizadas em Kunsthal 44 Møen, na Dinamarca; HangarBicocca, em Milão; Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia, em Madri; Museu Serralves n’O Porto; Centro Itaú Cultural, em São Paulo; Museo Universitario de Arte Contemporáneo (MUAC), na Cidade do México; MACBA, em Barcelona, Tate Modern, em Londres; Estação Pinacoteca, em São Paulo; Museu Vale do Rio Doce, no Espírito Santo; Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro; Portikus im Leinwandhaus, em Frankfurt; Kunstreverein in Hamburg, em Hamburgo; Galerie Lelong, em Nova York; Musée d’Art Moderne et Contemporain de Strasbourg, em Estrasburgo; New Museum, em Nova York; Galeria Luisa Strina, em São Paulo; e Miami Art Museum, em Miami – entre outras. As coletivas recentes incluem Museu de Arte Moderna (MAM), em São Paulo; Museum of Contemporary Art Chicago (MCA), em Chicago; Bonniers Konsthall, na Suíça; Museum of Contemporary Art Tokyo, em Tóquio; e MoMA, em Nova York.

21 de agosto – 27 de setembro de 2014
ABERTURA: 21 de agosto às 19h

Galeria Luisa Strina

Rua Padre João Manuel 755 Cerqueira César 01411-001 São Paulo SP Brasil
Fone: +55 11 3088–2471 Fax: +55 11 3064–6391 info@galerialuisastrina.com.br
Segunda a sexta 10h–19h Sábados 10h–17h

Caminhos – Armando Almeida, uma visão do pampa / Pinacoteca Rubem Berta

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Vik Muniz e Tal Danino / Galeria Nara Roesler

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A Galeria Nara Roesler tem o prazer de convidar para uma conversa entre o artista Vik Muniz e o bioengenheiro pesquisador do MIT, Tal Danino. Vik traz ao público a pesquisa inovadora por trás de suas novas séries Colonies e Sandcastle, frutos de sua recente residência no MIT (Massachusetts Institute of Technology).

 

conversa/talk*

16.08.2014 – 11h30

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Eterno e Transitório / Galeria Fernandes Naday

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Inacabados / Galeria Iberê Camargo – Usina do Gasometro

Convite virtual Rodrigo Plentz

Diálogos Estéticos V / Paço das Artes

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Espelhos Urbanos: Outra maneira de olhar para Buenos Aires / Consulado Geral da República Argentina RJ

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Iglesia del Pilar

O arquiteto e fotógrafo argentino, Sergio Castiglione, apresenta de 14 de agosto a 14 de setembro, no Consulado Geral da República Argentina no Rio de Janeiro, Praia de Botafogo 228, Sobreloja sala Antonio Berni, a exposição Espelhos Urbanos: Outra maneira de olhar para Buenos Aires.

A mostra fotográfica consiste na captura de ícones de cada uma das quinze comunas (regiões que englobam diversos bairros) de Buenos Aires através de seu reflexo na água. Montada como uma instalação interativa, a ideia é que, com um simples exercício de observação “desde baixo” – o ponto de vista mais comum – possamos ver o que está acima de nós.

O cerne da exposição não é apenas a apresentação de fotos: “Espelhos Urbanos mais que uma exposição de fotografias é uma instalação pensada para que o público possa interagir com ela. A montagem – com direção de arte de Eduardo Mercuri -, prevê a colocação de espelhos trapezoidais no piso e na frente de cada obra, que refletem a imagem urbana que vemos na tela e que nos remete a imagem da superfície da água aonde se captou a foto. Este ir e vir constante entre obra/reflexo e espelho/poça agregam um dinamismo incomum à instalação” explica o autor.

São 15 imagens de onde se pode apreciar alguns dos principais edifícios históricos da cidade, como a Igreja del Pilar em Recoleta, o Planetário em Palermo, a Ponte de La Boca, o Abasto ou a glorieta em Barrancas de Belgrano, etc. Adicionalmente haverá uma fotografia feita especialmente no Rio, no MAM (Museu de Arte Moderno) em Flamengo, sempre refletidos em uma poça. O que esse objeto faz é “inverter a imagem para que se possa vê-la “direito”, gerando uma confusão porque não se sabe onde ela começa e termina. Assim, o que se vê no reflexo é a água que o artista viu quando fez a foto: “a poça acaba ficando em uma realidade e a realidade na poça, este é o efeito que é produzido”, conclui o artista.

A Espelhos Urbanos começou sua turnê pelo Brasil no Museu de Imagem e Som de Florianópolis, em Santa Catarina, em abril passado e seguiu até a cidade de Porto Alegre durante o mês de junho e julho, onde foi exibida no Museu da Comunicação Hipolito José da Costa. Após uma escala no Rio de Janeiro, a mostra seguirá para a cidade do Recife, Pernambuco em outubro.

Espelhos Urbanos: Outra maneira de olhar para Buenos Aires

Inauguração: Quinta-feira 14 de Agosto, 19 h.

Data: De 15 de agosto a 14 de setembro de 2014

Horários: De segunda a sexta de 14 h. a 20 h.

Lugar: Consulado Geral da República Argentina no Rio de Janeiro – Praia de Botafogo 228, Sobreloja Sala Antonio Berni

Palestra Vale-Cultura e Procultura / Casa de Cultura Mario Quintana

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