LOTI – Persistente Indecisão / Espaço Cultural Galeria da Duque

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Alegoria da Destruição / Galeria Iberê Camargo – Usina do Gasometro

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Prêmio Afro 2014 – Oficinas / Casa da Memóia – Casa da Cultura

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Qual é o teu risco / Atelier Livre

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Lugar de brincadeira / Projeto Vizinhança

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Seminário Historiando a Arte Brasileira – 2º módulo / C/Arte

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Fundamentos da substância do design: metáforas culturais para projetar um novo futuro / OCA Ibirapuera

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Abertura: 09 de Outubro, 19:30 • OCA Ibirapuera
Av. Pedro Álvares Cabral, s/n, Ibirapuera, São Paulo

Realização Prefeitura Municipal de São Paulo
Secretaria da Cultura • Museu da Cidade de São Paulo

Partindo de uma pesquisa sobre as atividades progressistas da empresa italiana Olivetti – materializadas após a Segunda Guerra Mundial por meio do design de produtos, serviços socioculturais, arquitetura e planejamento urbano – o projeto de Beto Shwafaty investiga certos eventos desse empreendimento techno-moderno e industrial nos quais linguagens culturais embasavam um projeto sociopolítico de progresso. A partir de materiais de arquivo  relacionados à Companhia Olivetti e de trabalho em campo conduzido na Itália, surge a proposta do artista em criar uma série de trabalhos (instalação, escultura, vídeo e materiais gráficos) que refletem sobre os aspectos interdisciplinares e filosóficos da empresa em momentos de comunicação pública: quando desenvolviam displays de exposições, estruturas para ambientes industriais, para moradia e trabalho. Com este foco, o projeto especula produtivamente sobre as possibilidades e compromissos entre estética, design, economia e tecnologia com práticas socioculturais; na virada de uma era mecânica em direção a um novo período techno-industrial.

Beto Shwafaty (1977, São Paulo) é artista e pesquisador, possui mestrado em Artes Visuais e Estudos Curatoriais pela Nuova Accademia di Belle Arti – NABA (Milão) e acompanhou o grupo de Simon Starling na Staedelschule (Frankfurt). Shwafaty esteve envolvido com práticas coletivas, curatoriais, e espaciais desde o início dos anos 2000, e como resultado, desenvolve uma prática baseada em pesquisas (sobre espaços, histórias e visualidades), na qual procura conectar formalmente e conceitualmente questões políticas, sociais e culturais convergentes ao campo da arte.

Recentemente ele tem participado de exposições como: Projeto Remediações, Temporada de Projetos do Paço das Artes (São Paulo, 2014); Permanent Playfullness, galeria Mendes Wood  (São Paulo, 2014); Taipa-Tapume, galeria Leme (São Paulo, 2014); El Museo Imposible de las Cosas Vivas, PArC Solo Projects (Lima, 2014); Arte e Patrimônio, Paço Imperial (Rio de Janeiro, 2014); O Artista Como… PIVÔ (São Paulo, 2014); P33_Formas Únicas de Continuidade no Espaço [33º Panorama da Arte Brasileira], MAM São Paulo; 9ª Bienal do Mercosul (Porto Alegre, 2013); Amor e Ódio a Ligya Clark, Zacheta National Gallery (Varsóvia, 2013); Conversations Pieces, NBK (Berlim, 2013); X Bienal de Arquitetura de São Paulo, CCSP, (São Paulo, 2013); Contra Escambos, Palácio das Artes (Belo Horizonte) e Espaço Fonte (Recife, 2013); Eternal Tour, Sesc (São Paulo, 2012); Mythologies, Cité des Arts (Paris, 2011) e MAM (São Paulo, 2013); À sombra do futuro, Inst. Cervantes (São Paulo, 2010); 4ª IABR – Urbaninform Section (Rotterdam, 2009); 3º Utrecht Manifest – Biennial on Social Design (Utrecht, 2009); Rumos Itaú Cultural (São Paulo, 2006). Em 2013, ele publicou o foto-livro de docuficção ‘A Vida dos Centros’ no qual alguns fluxos históricos de desenvolvimento urbano em três regiões de São Paulo são abordados.

O Baile / Galeria Lunara

CONVITE O BAILE

20×20 e Outros Formatos – edital e cornograma / Associação Chico Lisboa

Convite 20x20 E OUTROS FORMATOS - Retirada de suportes.

Companheiras de Viagem / Solar dos Câmara

convite companheiras de viagem outubro

Temporada de Projetos 2015 – prazo prorrogado / Paço das Artes

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Ideia Morta – a frustração em delírios cintilantes / Museu do Trabalho

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abertura nesta quarta, dia 8 de outubro, às 19h30
9 de outubro a 23 de novembro de 2014

Museu do Trabalho

Rua dos Andradas, 230. Porto Alegre. RS. Brasil.

Terça a sábado das 13h30 às 18h30

Domingos e feriados das 14h00 às 18h30

(51) 3227 5196

museu@museudotrabalho.org

www.museudotrabalho.org

 

Há uma tríade de efes sugerida pelas imagens reunidas na exposição Ideia Morta
– A Frustração em Delírios Cintilantes, de Daniel Sasso: fato-farsa-fantasia.

Cada palavra decorre de uma leitura, da maneira que se reage à visão nada corriqueira de uma
mulher se lançando ao espaço, quando os pés se desgrudam de uma superfície elevada. Ou ainda
quando ela se detém sobre trilhos, confrontando o vagão que se aproxima. Não há fim em
nenhuma delas – tudo é começo. Cada cena surpreende e instaura uma nova possibilidade,
principalmente para quem traduz o mundo ancorado na vida que se tem, e não na que se poderia ter.

Fato. Se encaradas dessa forma, esta seria a associação imediata: suicídio. Esqueça-se disso.
O mundo está farto de literalidade. No universo das possibilidades sugeridas pelo trabalho de
Daniel, abandone a leitura que cumpre o protocolo da obviedade. O mundo pode ser tão
previsível que o entendimento das pessoas beira a grosseria, deformação de olhos
viciados, embrutecidos ou preguiçosos. A vida é mais do que fatos.

Farsa. Esqueça também. Não existe tapeação nessas imagens que sugerem mulheres aladas e
destemidas, quase mitológicas, quase impossíveis, senhoras do acaso. Não há engodo, mentira,
embuste. Não seja ingênuo em pensar que a fotografia guarda compromisso com a realidade.
Nem mesmo da foto documental se poderia exigir um estatuto de verdade, como se o registro
fosse testemunho de fé sobre a existência de algo. A verdade é uma perspectiva, um compromisso
do autor com a situação ou o personagem fotografados. Trata-se de uma relação ética, uma intenção.
A farsa resulta da traição do olhar de quem faz – ou de quem vê.

Fantasia. Bem-vindo seja a este reino tão necessário e abandonado. Humanos são terrestres e
não nasceram para voar, mas as mulheres de Daniel conseguem mais do que meramente caminhar
porque o artista se insurge. Ele desdenha a previsibilidade dos fatos e a doença coletiva que torna
o olhar refém da mesmice. Se manipulou, se de fato flagrou uma das cenas, pouco importa
– a fantasia independe do que se vê, ela resulta de como se vê. Sem ela, resta a loucura.

Vitor Necchi

 

 

Ponto a Ponto / Galeria Luisa Strina

unnamedAbertura: 08 de outubro às 19hs
08 Outubro — 14 Novembro 2014
Rua Padre João Manuel 755 Cerqueira César 01411-001 São Paulo SP Brasil
Fone: +55 11 3088–2471 Fax: +55 11 3064–6391 info@galerialuisastrina.com.br
Segunda a sexta 10h–19h Sábados 10h–17h

Ao longo das últimas cinco décadas, Anna Maria Maiolino desenvolveu um corpo de trabalho variado, explorando continuamente, processos criativos, o deslocamento, o desejo e a identidade. Em Ponto a Ponto, primeira exposição individual de Anna Maria na Galeria Luisa Strina, a artista apresenta trabalhos em diferentes suportes desenvolvidos nos últimos cinco anos: desenhos, fotografias, vídeos, esculturas.

Para produzir algumas destas obras, a artista empregou métodos artesanais típicos de ateliê, enquanto, para outras, utilizou novas mídias: fotografia e vídeo. Assim sendo, desequilíbrio e mutação são constantes dentro do conjunto: todas as obras carregam seus próprios significados, que ora se aproximam, ora se afastam entre si.

Este universo criativo, composto por uma gama variada de interesses, é articulado na obra de Anna Maria Maiolino não só no processo de elaboração da série, mas também ao longo de toda a sua prática. A atitude da artista em relação aos materiais e à temporalidade produz um retorno criativo a várias fases de sua carreira e, por isso, ela deu a esta mostra o título de Ponto a Ponto.

“Achei oportuno este título porque ele sublinha a ideia do uso de um corpo de sentidos articulado na diversidade das técnicas.

A partir de 1990 comecei a trabalhar com o método tradicional da escultura moldada, processo que segue três etapas: primeiro se realiza o positivo em argila; depois se retira a argila do molde e se isola este molde com estearina; por fim, na terceira e última etapa do processo, recheia-se o molde com argamassa de cimento ou gesso, originando assim o positivo final, o objeto propriamente dito. Caso se queria fundir o objeto em metal, cria-se um positivo em cera através do molde e depois este positivo é fundido.

No processo da escultura moldada encontro pela primeira vez à argila. Uma cosmovisão então se faz presente e provoca em mim a reconquista do tátil. O trabalho se reconecta com um caráter topológico, já que, se colocarmos um pedaço de argila sobre uma superfície, por si mesma ela forma uma topologia. A série de esculturas-instalações presentes na exposição, realizadas com cerâmica raku, iniciada em 2010 e intitulada Preposições, se instaura na repetição de formas primas, básicas, produzidas pela ação das mãos na compactação da matéria, a argila. Esta série tem tudo a ver com as grandes instalações de argila sem cozer da série Terra Modelada iniciada em 1994. A argila é elaborada in loco, como na última dOCUMENTA (13) de Kassel, em 2012.

As diferentes séries de desenhos são resultantes da série Codificações Matéricas iniciado em 1994. Naquele momento, os denominei assim porque, depois do meu encontro com a argila, meu desenho adquiriu uma nova consciência material e novas formas de existir. Quer dizer, passei a desenhar com a ação consciente das inter-relações matéricas: minhas pulsões, a tinta e a força de gravidade. Meu trabalho com os suportes super-8, vídeo, fotografia e som são práticas de experimentação movida por um grande desejo de liberdade. Os resultados são estratagemas de trabalho, manobras para a criação.”

Anna Maria Maiolino, maio de 2014

Anna Maria Maiolino nasceu em 1942 em Scalea na Itália e vive no Brasil desde 1960. Em 1967 entra para o importante show “New Objetividade Brasileira”, organizado por críticos e artistas (entre eles Hélio Oiticica). Sua mostra no Centro Cultural Candido Mendes (Rio de Janeiro, Brasil), em 1989, é premiada pela Associação Brasileira de Críticos de Arte – ABCA. Em 2012 participa da dOCUMENTA (13), em Kassel, Alemanha. Também em 2012 a artista recebe o Prêmio MASP Mercedes-Benz de Artes Visuais, 1ª edição, pelo conjunto de sua obra. Participam do júri de premiação; Teixeira Coelho, curador do MASP; Chris Dercon, diretor da Tate Modern, Londres; José Roca, curador de arte latino-americana da Tate Modern; Paulo Herkenhoff diretor do MAR – Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro; Moacir dos Anjos, curador independente. Em 2010, a Fundação Tàpies, em Barcelona, Espanha, organiza uma retrospectiva de seu trabalho, que viaja para o Centro Galego de Arte Contemporânea, em Santiago de Compostela (Espanha), e Malmö Konsthall (Suécia). Nesse mesmo ano participa da 29a Bienal de São Paulo (Brasil) e de uma exposição coletiva no MoMA, em Nova York (EUA), além de se apresentar individualmente em Londres (Inglaterra) e Milão (Itália). Nos anos anteriores tem mostras individuais no Pharos Centre for Contemporary Art (Chipre), em 2007, no Miami Art Centre – MAC (EUA), em 2006, e na Pinacoteca do Estado (São Paulo, Brasil), em 2005. Em 2002 expõe numa retrospectiva no The Drawing Center, em Nova York (EUA), em que ocorre o lançamento do livro A Life Line / Life Apart. Coletivamente, participa em 2009 da 7a Bienal do Mercosul, em Porto Alegre (Brasil), do MAM 60 – OCA, em São Paulo (Brasil) em 2008, e de exposições realizadas no MOCA, em Los Angeles (EUA), em 2007, na Fundação Cisneros Fontanals Art, em 2006, no Museu de Arte Contemporânea de Chicago (EUA), em 2005, e no MAM-RJ (Brasil), em 2004.

Professores Artistas / UCS

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Arte Serrinha 2014 / Paço das Artes

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Performa Paço – Combinações / Paço das Artes

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Prêmio EDP nas Artes / Instituto Tomie Ohtake

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Mise en Scène / Atelier Livre de Porto Alegre

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Arte + Arte Visões da Liberdade 2014 / Museu de Direitos Humanos do Mercosul

Convite Arte + Arte Visões da Liberdade  2014, abertura 01 out 2014, 19h.

Tempo é Contagioso / Espaço Ado Malagoli – Instituto de Artes – UFRGS

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