Introdução às Artes Visuais em Minas Gerais / C/Arte – Livraria Quixote
13/06/2013 Deixe um comentário
13/06/2013 Deixe um comentário
O StudioClio amplia o seu imaginário de memória cultural, com o projeto Scaenarium, realizado em parceria com o escritório de desenho Canhotorium. A intervenção artística, realizada por Marco Escada da Rosa e Ricardo Fonseca Vaz Ferreira, propõe ao visitante um percurso de descobertas a partir da identificação de elementos mitológicos inseridos no conjunto arquitetônico.
Scaenarium, em latim “cenário”, vem do grego skaena e este de skia, sombra. Com projeções de sombras aplicadas em superfícies nas áreas de circulação do StudioClio, adesivagens desenhadas a partir de acervos e ícones greco-romanos rememorarão deuses e personagens do paganismo clássico relativos às artes, ao conhecimento e aos comportamentos afrodisíaco-dionisíacos: Hermes, Afrodite, Fauno, Musas, as Graças, Eros, Ícaro e Clio. Além dos ícones, há uma reflexão sobre espaço, memória, sombra, esquecimento e a delicada permanência da memória cultural do paganismo antigo.
Na vernissagem, que acontece dia 15 de junho, sábado, às 11h, os autores Marco Escada da Rosa, Ricardo Fonseca Vaz Ferreira e o prof. Dr. Francisco Marshall comentarão estas imagens, suas memórias e atualidade. O StudioClio fica na Rua José do Patrocínio, 698 – Cidade Baixa. Mais informações pela página www.studioclio.com.br ou pelo telefone (51) 32547200.
A Canhotórium é um estúdio formado por artistas plásticos que acreditaram no sonho de criar uma empresa voltada à arte e a criatividade. Integram o estúdio Ricardo Fonseca Vaz Ferreira e Marco Escada da Rosa. Site: www.canhotorium.com.br
Ricardo Fonseca Vaz Ferreira – Graduação em Arquitetura e Urbanismo – Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Graduação em Artes Visuais – Instituto de Artes – Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Marco Escada da Rosa – Graduação em Artes Visuais – curso em andamento. Instituto de Artes – Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Técnico em Publicidade e Propaganda – Escola Estadual de 2º Grau Irmão Pedro.
Francisco Marshall – Fundador do StudioClio e seu curador cultural, pro bono. Licenciado em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1988) e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo (1996), Francisco Marshall realizou pós-doutorado na Princeton University (NJ, EUA, 1997-8), como bolsista Capes-Fulbright, convidado de Peter Brown, e na Ruprecht-Karls-Universität Heidelberg (Alemanha, 2008-9), como bolsista da Fundação Alexander von Humboldt. É professor associado da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, atuando no Depto. e PPG História (IFCH) e no PPG Artes Visuais (IA). É Membro Correspondente da Academia Nacional de Ciências de Buenos Aires (Argentina), e Cidadão Emérito de Porto Alegre. Francisco Marshall tem experiência nas áreas de História Antiga, Arqueologia Clássica, Museologia, Iconologia, estudos do imaginário, História da Ciência, História, Teoria e Crítica da Arte e História da Cultura.
Scaenarium
Com Francisco Marshall e Estúdio Canhotorium
Dia 15 de junho, sábado, às 11h
StudioClio – Instituto de Arte e Humanismo
Rua José do Patrocínio, 698 – Cidade Baixa – (51) 3254 7200
11/06/2013 Deixe um comentário
A Galeria Lourdina Jean Rabieh sedia entre 11 de junho, às 19h, e 13 de julho de 2013, a exposição “Vita Organismus Kosmos – e Eu”, da artista mineira Elizabeth Dorazio, que atualmente vive em Frankfurt (Alemanha) há 15 anos. A ideia subjacente nas obras e composições que a artista apresenta em sua primeira individual na galeria, gira em torno dos complexos temáticos vida, organismo e cosmo.
A utilização de materiais sintéticos em combinação com a fluídez da técnica de composição ressalta a ideia fundamental de que, tanto na vida, como no cosmo e na natureza, os diferentes elementos e materiais possam repetidamente serem combinados ou dispostos de modo a formarem um todo novo e até superior ou se reencontrarem numa dimensão ou num nível superior do ser.
“Vita Organismus Kosmos – e Eu” reúne séries baseadas em pesquisas que relacionam a temática da geognósis, utilizando, sobretudo, materiais transparentes que conduzem o olhar para o que normalmente é invisível. São trabalhos de formas arredondadas e matizes celestes suavente translucidas, criados a partir de dimensões cromáticas, recortes, sobreposições e desenhos de fino traço. Alguns deles, inclusive, parecem estar vivos, pois se movimentam através de mecanismos invisíveis, da mesma maneira como funciona o universo, a natureza e o corpo humano.
A busca permanente de novos materiais e texturas, e a procura de uma linguagem inovadora de arte, que esta complexa temática da geognosis e os materiais encontrados permitem, mantém o cyclus vitalis e se autosustentam como pensado na serie que faz parte da mostra e chamada “Aequilibrium cosmicum”. Elizabeth Dorazio já realizou exposições no Brasil e no exterior, entre elas individuais no Centro Maria Antonia, na Capela do Morumbi e na Platform Sarai, em Frankfurt (Alemanha).
Galeria Lourdina Jean Rabieh. Há mais de 25 anos no mercado de arte, Lourdina Jean Rabieh dedica-se desde 2010 exclusivamente à arte contemporanea, com o propósito de promover e difundir a obra de artistas nacionais e estrangeiros, emergentes e consagrados. Sua aposta está na combinação de qualidade com propostas arrojadas, que ilustram a diversidade da prática artística contemporânea. Entre os artistas representados estão Frantz, Andrea Rocco, Rosangela Dorazio, Roberta Goldfarb, Elizabeth Dorazio, Cris Bierrembach, Valdir Cruz, Katja Loher, Monique Allain, Pablo Valbuena, Pedro de Kastro e Dacio Bicudo.
Elizabeth Dorazio – “VITA ORGANISMUS KOSMOS – e EU”
Abertura: 11 de junho de 2013, das 19h às 22h.
Período expositivo: de 12 de junho a 13 de julho de 2013.
Galeria Lourdina Jean Rabieh
Alameda Gabriel Monteiro da Silva, 147. Tel. (11) 3062-7173.
Seg. a sex., 10h/19h; Sáb., 10h/14h.
09/06/2013 Deixe um comentário
Inaugura na próxima quarta-feira, dia 12 de junho, às 19h a exposição “Caminhando em Nuvens” do artista plástico Eduardo Vieira da Cunha. A mostra exibe desenhos que remetem à infância da arte, com imagens que exibem o lúdico e a remontagem de objetos na lógica das crianças. Com 30 anos de carreira, Vieira da Cunha é professor do Instituto de Artes da UFRGS – com doutorado em Sorbonne -, tendo realizado dezenas de exposições ao redor do mundo. A exposição funcionará de 6 de junho a 20 de julho no Espaço de Artes da UFCSPA (rua Sarmento Leite, 245 – térreo), de segunda a sexta, das 9h às 21h, e, aos sábados, das 9h às 11h. A entrada é franca.
08/06/2013 Deixe um comentário
No dia 13 de junho, o Atelier Subterrânea inaugura a exposição VETOR, que marca o encerramento do projeto homônimo contemplado na 9ª Edição do Prêmio Nacional Funarte Artes Visuais. Na mostra, Ícaro Lira (CE), Luisa Nóbrega (SP) e Sara Lambranho (MG) apresentam as produções artísticas realizadas durante as residências no interior do Rio Grande do Sul, proporcionadas por VETOR durante o primeiro semestre de 2013. A ideia do projeto foi estimular as experiências de troca entre artistas de outras regiões do Brasil com a cultura do interior do estado, a fim também de diversificar a rede de espaços e pessoas envolvidas com articulações artísticas. A coletiva apresenta objetos, cadernos, fotografias, vídeos, escritos e contará, no dia da abertura, com a performance “Vigília”, da artista Luísa Nóbrega, que terá duração de 24 horas. “VETOR” encerra no dia 29 de junho, às 16h, com o lançamento do catálogo de distribuição gratuita e exibição do documentário do projeto.
Náufrago:
- Ícaro Lira foi selecionado para residência no Litoral durante o mês de março. Seu projeto intitulado Náufrago esteve centrado na ideia de trafegar por terras desconhecidas em busca de objetos em ruína. Ele iniciou a viagem por Tavares, passou por Mostardas, São José do Norte, Pelotas, Rio Grande e chegou ao extremo sul, no Chuí. O artista registrou o percurso através de fotografias e vídeos, produzindo cadernos de viagem e coletando objetos por meio dos quais é possível perceber a ação do tempo na oxidação, fossilização, no craquelado da pintura e nas superfícies desgastadas. Na exposição o artista apresenta cadernos, imagens e objetos que resultaram desta investigação.
Em nome do pai ou veemência, culto
- Luísa Nóbrega realizou a residência no Pampa, em Bagé, com o projeto Em nome do pai ou veemência, culto, que consistiu primordialmente na pesquisa sobre a inserção da voz e do corpo dentro do ritual evangélico. Frequentando a igreja Deus É Amor durante todo o mês de estadia, ela ampliou o olhar para as questões do sangue e do sacrifício animal presentes tanto no discurso religioso, quanto no contexto do município marcado pela pecuária. Assim, a artista realizou uma série de performances que testavam a resistência do corpo e vídeos que representavam simbolicamente esta pesquisa, como o que será exibido em “VETOR”. O vídeo mostra, de forma sutil e poética, o abate de um carneiro através da fresta da porta do local, e contrasta a força do ato com o silêncio que se perpetua no desenrolar. Na abertura da exposição, Luísa realizará uma performance que durará 24 horas – da meia-noite do dia 12 até a meia-noite do dia 13. Chamada Vigília, a ação se desenrolará num espaço fechado da Subterrânea e consiste num ritual continuo de oração misturado à transmissão da rádio A Voz da Libertação, da igreja Deus É Amor. Pelo espaço expositivo vão estar espalhados fones de ouvido que estarão transmitindo o áudio da ação ao vivo. A performance dialoga diretamente com as questões investigadas pela artista na residência, que vão da voz ao sacrifício, fazendo uso dos dispositivos encontrados no ritual evangélico.
Notícias de Casa
- Sara Lambranho desenvolveu, na Serra gaúcha, o projeto Notícias de Casa – um vídeo que articula fragmentos de imagens captadas no interior de moradias da região. A ideia foi mostrar como questões políticas, comportamentais e econômicas influenciam nas casas da região, construindo este retrato das localidades através do cotidiano de objetos das residências. No dia 6 de junho, a artista realiza a palestra gratuita ”O avesso das cidades – territórios da experiência”, em que propõe uma reflexão acerca da cidade em seu potencial expressivo através da apresentação de trabalhos realizados. A discussão atenta para possíveis desvios de significações que redefinem espaços cotidianos, traçando aproximações imaginativas entre o homem e lugar em que habita. Depois da residência na Serra, a artista mineira iniciou uma itinerância pelo estado e realiza a palestra na Secretaria de Cultura de Bagé, dia 6 de junho, das 19h30 às 20h30.
O que: Exposição VETOR – Coletiva de Ícaro Lira, Luísa Nóbrega e Sara Lambranho
Onde: Atelier Subterrânea (Av. Independência, 745, subsolo – Porto Alegre)
Abertura: 13 de junho, quinta-feira, a partir das 19h
Encerramento: 29 de junho com o lançamento do catálogo de distribuição gratuita e exibição do documentário do projeto (Prêmio Rede Nacional ed.9 – Funarte/MinC)
Visitação: de segunda a sexta, das 14h às 18h (agendamentos pelo email contato@subterranea.art.br)
Mais informações: www.subterranea.art.br
06/06/2013 Deixe um comentário
A condição humana expressada na essência dos sentimentos, no desapego e no sentimento inconsciente e consciente de abandono: este é o ponto de partida de IMPERMANÊNCIA, trabalho da artista visual e performer brasileira Sylvia Diez. Com fotografia, vídeo, instalação e performance, a exposição individual entra em cartaz a partir de 10 de junho (segunda-feira) na Galeria espaço opHicina.
Com curadoria de Lucrécia Couso, a série IMPERMANÊNCIA reflete a vida da artista após o acidente de sua mãe. Em 1989, teve seu primeiro contato com a efemeridade da vida, aquilo que escapa. Desta memória afetiva, transpõe para a arte o movimento de refazer uma situação, como forma de desfazer ciclos de morte e de abandono. “Ao longo da criação de Impermanência, fui aceitando que levava uma culpa que eu mesma havia plantado em mim. As minhas barreiras foram se desfazendo e me deram uma nova oportunidade de me relacionar com a minha família, a entender que o amor é uma troca. Aceitei que nascemos e morremos todos os dias”, verbaliza Sylvia Diez.
Durante a trajetória de apresentação de IMPERMANÊNCIA, o espectador terá contato com diversas etapas do processo criativo e da vida de Sylvia Diez. “Mi Renacimiento” é uma instalação, idealizada durante a estadia da artista em Barcelona. Com fotografias no formato 35 mm que representa o ato da gestação, o público, ao caminhar sob as fotos protegidas por grades no chão de 6 metros, ouve trechos do poema de autoria de Diez, sobre se entregar a morte.
A obra “O Lençol de 1989” é uma fotografia em PB em que a artista registra a mãe no local do acidente. Em outro momento, “Perdão”, corresponde a uma série de 04 imagens (PB) em que, sentada em um banco no jardim de sua residência, Sylvia traja em seu corpo um vestido usado pela mãe durante a infância da artista.
Processo Criativo -Utilizando a técnica de autorretrato como escrita de si própria e libertação na expressão, o trabalho de Sylvia Diez inscreve-se no instante único da ideia. Cada imagem, vídeo ou poema se impregna da intensidade do momento para se realizar. Não há um longo período de gestação da obra. Ela existe enquanto reflexo do estado de espírito e das emoções. Para a artista, a criação corresponde às suas vivências, histórias e seus questionamentos. Neste sentido, não se trata, como é de costume no autorretrato, de uma representação de si (tal processo só ocorre após a leitura da obra feita pelo espectador), mas, antes, de inscrever na fugacidade do tempo, em seu jogo de impermanência, as dores, as alegrias, as complexidades e os sentidos (ou a falta) da vida humana.
“O que a autora propõe, ao realizar este trabalho, é um mergulho vertiginoso na criação pela mão do outro, com controle superficial da artista, mas com controle total na apresentação da obra. A fotografia autoral, feita pelo “outro”, se desloca da parede e desce sob nossos pés, nos obrigando a incomodar com ela, a passar por ela, sobre ela, generosamente à força”, reflete a curadora, Lucrécia Couso, sobre o uso da fotografia autoral no processo de Sylvia Diez em seu projeto “Mi Renacimiento”.
Para verbalizar imageticamente estes estados poéticos, Diez utiliza, na maioria dos projetos, fotografia em médio formato com utilização de filmes P&B 120mm e, raramente, os modos de produção digital. O caráter de cena produzida, enquanto espetáculo, é dispensado em detrimento da captação do estado emocional e das sensações da artista.
Constantes em sua estética, a nudez e a questão da mulher aparecem como um desejo em evocar o duplo do corpo, a sua fragilidade e sua força. O feminino e suas sombras contextualizam o signo da gestação, da criação, do nascimento e da morte. O corpo torna-se, então, uma entrega inexorável e um ato de coragem da artista para evocar a condição humana no instante da obra e da impermanência.
Exposição Impermanência, da artista Sylvia Diez
Espaço opHicina, à Rua Teodoro Sampaio, 1109 – São Paulo (próximo à Praça Benedito Calixto)
Vernissagem dia 8 de junho (sábado), das 16h às 20h. Somente para convidados. de 10 de junho (segunda-feira) a 10 de agosto (sábado) de 2013. Segunda a sexta, das 10h às 18h; sábados, das 10h às 14h.
Entrada gratuita.
Tel. (11) 3813.8466 / (11) 3813.9712 ou www.espaco-ophicina.com.br
05/06/2013 Deixe um comentário
Anna Bella Geiger expõe obras nas comemorações do Ano Brasil-Portugal
No próximo dia 8 de junho, dentro das comemorações do Ano Brasil-Portugal 2013, será inaugurada, em Alcobaça, Portugal, a mostra “OBRANOME III – Antologia da Poesia Visual/Lingua Portuguesa”, com curadoria do crítico Wagner Barja, e com obras de Anna Bella Geiger, dentre outros artistas. Dentre as criações que a artista plástica irá expor, destacam-se Burocracia (desenho, 1976), O Espaço Social da Arte e O Novo Atlas I, entre outras. A mostra abre para visitação no dia 9 de junho no Mosteiro de Alcobaça.
Em todos os momentos relevantes da arte contemporânea de nosso país é marcante a presença de Anna Bella Geiger. Na superação dos postulados informais dos anos 1950, na construção figurativa da pop art no Brasil dos anos 1960, nos movimentos experimentais da década de 70, na recuperação das técnicas tradicionais que caracterizam a arte dos anos 1980, ou no pluralismo estético da sociedade pós-industrial da última década do milênio – Anna Bella mostrou-se sempre uma artista autêntica e de vanguarda.
A artista realiza sua obra com gravura, pintura, desenho, fotomontagem e vídeo. Na década de 1950, foi morar em Nova York, estudando História da Arte no Metropolitan Museum e Sociologia da Arte, na Universidade de Nova York, com a hisotoriadora alemã Hannah Levy Deinhard.
Tem participado de inúmeras mostras internacionais em museus e nas bienais de São Paulo, Veneza e de fotografia da Bélgica. Em 1982, recebeu o prêmio da Fundação Guggenheim (NY) e, em 2000, a Bolsa VITAE de pesquisa em Artes Plásticas. Obteve vários prêmios internacionais, como da Casa de las Américas (Havana), da Bienal de Desenho de Buenos Aires, da Bienal de Cuenca e, mais recentemente, o Prêmio da Crítica (ABCA) por sua trajetória artística.
04/06/2013 1 Comentário
04/06/2013 Deixe um comentário
Rua Ernesto Alves, 817 – Centro / Santa Cruz do Sul / RS
Telefones: (51) 3056-2824
03/06/2013 Deixe um comentário
O Museu de Sustentabilidade da Praça Victor Civita é o cenário escolhido para acolher a terceira etapa do “Projeto de Ocupação a Pipa”, que tem início em 12 de junho, com intervenções dos artistas Rodolpho Parigi e Vanderlei Lopes. Com curadoria de Mario Gioia, a intervenção de cada artista terá duração de seis semanas, desde o processo de ocupação até a exposição.
A ocupação de Rodolpho Parigi acontecerá entre 12 de junho e 12 de julho e a exposição, de 17 a 28 de julho. De acordo com a agenda, está prevista a participação do artista em um bate-papo com o curador e o público, no dia 27 de julho.
Já a ocupação de Vanderlei Lopes está programada para o período entre 1º e 30 de agosto e a exposição, entre 31 de agosto e 15 de setembro, com bate-papo marcado para 14 de setembro.
O “Projeto de Ocupação a Pipa” busca intensificar o diálogo com as artes visuais contemporâneas, ampliando a possibilidade de acesso a uma produção antes restrita ao público em geral. Conceitualmente, a proposta é desmistificar a atuação do artista plástico diante do público, promovendo a necessária interação com o espectador para romper a barreira do distanciamento que, muitas vezes, caracteriza os espaços tradicionais de exibição de obras de arte.
A terceira etapa do Projeto tem patrocínio do Grupo CCR (
http://www.ccr.com.br
) e apoio da Praça Victor Civita (
http://pracavictorcivita.org.br
). A idealização é do Atelier a Pipa (www.atelierapipa.com.br) e a produção, da Porto das Artes (www.portodasartes.com).
Cronograma das oficinas:
Semana 1 – Referências históricas do desenho
Compartilhamento de imagens| referências bibliográficas| conversa sobre processo de criação e produção artística. Projeção + livros + textos críticos.
13/06 14h15 às 15h15/15h30 às 16h30/17h às 18h
14/06 14h15 às 15h15/15h30 às 16h30
Semana 2 – Referências do desenho moderno
Compartilhamento de imagens| referências bibliográficas| conversa sobre processo de criação e produção artística. Projeção + livros + textos críticos.
20/06 - 14h15 às 15h15/15h30 às 16h30/17h às 18h
21/06 - 14h15 às 15h15/15h30 às 16h30
Semana 3 – Referências do desenho contemporâneo
Compartilhamento de imagens| referências bibliográficas| conversa sobre processo de criação e produção artística. Projeção + livros + textos críticos.
27/06 - 14h15 às 15h15/15h30 às 16h30/17h às 18h
28/06 - 14h15 às 15h15/15h30 às 16h30
Semana 4 - Oficina de desenho
Prática de desenho de observação. Ação colaborativa para inventariar as espécies de plantas da Praça Victor Civita. Caneta vermelha + papel + pranchetas.
04/07 - 14h15 às 15h15/15h30 às 16h30/17h às 18h
05/07 - 14h15 às 15h15/15h30 às 16h30
Semana 5 - Experiências e aprendizados
Conversa sobre relações entre referências discutidas em encontros anteriores e a produção de cada participante na oficina, critérios e perspectivas para os trabalhos.
11/07 - 14h15 às 15h15/15h30 às 16h30/17h às 18h
12/07 - 14h15 às 15h15/15h30 às 16h30
Sobre Rodolpho Parigi: Rodolpho Parigi nasceu em São Paulo, em 1977. Formado em Artes Plásticas pela FAAP, expôs suas obras em renomadas galerias, entre elas a Vermelho e o SESC Pinheiros, em São Paulo, e Abstract Nerveux, em Milão. Desde 2009, dá aulas na Escola São Paulo sobre “As possibilidades da Pintura na Arte Contemporânea”.
De 12/6 a 12/7 – ocupação
De 17 a 28/7 – exposição
Sobre Vanderlei Lopes: Vanderlei Lopes nasceu em Terra Boa, Paraná, em 1973. Artista plástico formado pela UNESP, expôs suas obras no Centro Cultural São Paulo, Galeria Virgilio e Centro Cultural Banco do Brasil. No exterior, participou do Loop VídeoArt Barcelona, em 2009, e na cidade do Porto, em 2007, com a exposição individual “Maus Hábitos”.
De 1º a 30/8 – ocupação
De 31/8 a 15/9 – exposição
• SOBRE A PRAÇA VICTOR CIVITA
Projeto pioneiro na América Latina, inaugurada em 2008, a Praça Victor Civita é resultado da iniciativa do Grupo Abril em parceria com a Prefeitura do Município de São Paulo, o Itaú, a Even Construtora e a Petrobrás. A partir de um espaço com aproximadamente 14 mil metros quadrados e área verde com cerca de 80 árvores, a Praça oferece à população um espaço que propõe uma reflexão acerca da preservação ambiental. Também abriga o Museu da Sustentabilidade, instalado no antigo incinerador de Pinheiros, e desenvolve atividades de educação socioambiental, com cursos, palestras e visitas escolares, além de localização privilegiada e de fácil acesso através de transporte público ou carro. A Praça Victor Civita dispõe de um palco para espetáculos com arquibancada coberta para 290 pessoas, onde ocorrem apresentações musicais, passando pelo rock, samba e música clássica, também espetáculos circenses, aulas de arte, yoga e pilates, além de atividades no centro de convivência para a terceira idade (CIIPE). O projeto foi implementado a partir da iniciativa de reviver uma região degradada pelo acúmulo de detritos ao longo dos anos, uma vez que, entre os anos de 1949 e 1989, o espaço funcionou como centro de processamento de resíduos urbanos.Dentro das normas técnicas de acessibilidade, a área conta com uma exposição permanente sobre as formas, materiais e tecnologias empregadas no tipo de reabilitação ambiental do terreno. Além disso, a Praça Victor Civita conta com soluções arquitetônicas de reuso de água, economia energética e projeto paisagístico educativo. A Praça Victor Civita é aberta diariamente, das 6h30 às 19h, e toda a sua programação é gratuita. Para visita de grupos escolares é necessário agendamento. A Praça divulga suas atividades através do site
http://pracavictorcivita.org.br
e também nas redes sociais twitter (@pracavc) e facebook (fb.com/pracavictorcivita). No site, o público pode se cadastrar para receber a newsletter da programação.
Rodolpho Parigi: De 12/6 a 12/7 – ocupação / De 17 a 28/7 – exposição
Vanderlei Lopes: De 1º a 30/08 – ocupação / De 31/8 a 15/9 – exposição
Horário: quarta a sexta-feira, das 14h15 às 18h
Horário de funcionamento do museu: das 8h às 18h
Local: Praça Victor Civita | Rua Sumidouro, 580 – Pinheiros
Ingresso: gratuito
Outras informações: (11) 3031-3689 ou www.pracavictorcivita.org.br
Inscrições para oficinas: (11) 2506-0096 ou email educativo@atelierapipa.com.br
03/06/2013 Deixe um comentário
No dia 6/6 será lançado com mesa redonda no Centro de Arte Hélio Oiticica, no Rio de Janeiro, o livro Roberto Pontual Obra Crítica, que reúne textos escritos pelo crítico de arte Roberto Pontual entre 1959 e 1989, alguns dos quais inéditos. Reunidos em um único volume, estes textos reabrem o debate em torno das ideias e ações de Pontual, revelando sua contribuição para a arte contemporânea brasileira, sem esconder ambiguidades e contradições inerentes à atividade crítica. O livro convida a um mergulho no trabalho de importantes artistas e em fatos que marcaram a época e a história recente da arte no país, revisitados a partir de uma abordagem permeada por sua relevância histórica. A organização da obra é assinada pelas críticas de arte e pesquisadoras Izabela Pucu e Jacqueline Medeiros.
Lançamento do livro Roberto Pontual Obra Crítica (Prefeitura do Rio e Azougue editorial)
Onde: Centro de Arte Hélio Oiticica (rua Luís de Camões, 68, centro, Rio de Janeiro)
Quando: 6/6 (quinta-feira), das 15h às 19h
Palestrantes: Anna Bella Geiger, Ivair Reinaldim e Paulo Herkenhoff (mediação de Izabela Pucu
Jacqueline Medeiros)
Entrada Franca (os primeiro 50 inscritos na mesa redonda receberão o livro gratuitamente)
Informações: robertopontualobracritica@gmail.com; (21) 2242-1012 / 2232-4213