O Valor das Coisas / Subterrânea

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Claudio Maciel – margemargem / Galeria Mamute

unnamedaaaA Galeria Mamute tem o prazer de convidar para a abertura da exposição margemargem do artista Claudio Maciel. A mostra parte de uma trajetória de deambulações e registros da orla marítima, no percurso entre o molhe oeste da barra e imediações do navio Altair – que encontra-se encalhado desde 1976 –, no município do Rio Grande-RS, na praia considerada a mais extensa do mundo.

A exposição reúne trabalhos que resultam de uma investigação iniciada em 2009, que busca estabelecer relações entre o corpo e as transformações da paisagem, entre a inércia e o movimento, entre a oscilação e o repouso, entre a ordem e a desordem, por meio de registros fotográficos da faixa de areia, do mar e das coisas ali encontradas. Um espaço (ou um lugar) em que o fluxo dos fluidos muda ao ritmo dos ventos, das variações climáticas, das lunações, dentre outros fenômenos naturais, bem como pela ação humana. A exposição é um convite à reflexão sobre a margem como um espaço instável e de limites indefinidos.

Abertura: 13 de setembro de 2014.

Visitação: 15 a 30 de setembro

De ter a sex, das 14h às 18h; sáb das 15h às 18h30

Galeria Mamute: Caldas Júnior, 375. Centro Histórico. Porto Alegre, RS.

Sobre o artista: Mestre em Poéticas Visuais pelo Instituto de Artes da UFRGS, Porto Alegre, RS. Prof. do Departamento de Letras e Artes da Fundação Universidade do Rio Grande. Rio Grande, RS. Entre suas expoosições estão Cânone Pobre MARGS, Porto Alegre, RS, 2014. Passageiros – Alfândega, Rio Grande, RS, 2014.  De humanis corpori fabricaanatomia das relações entre Arte e Medicina – MARGS. Porto Alegre, RS, 2013.  Paisagens Fluidas – Galeria Sete ao Cubo. Pelotas, RS,  2013.  Ludere – Espaço de Artes da UFCSPA, Porto Alegre, RS, 2013. Oº – Casa Paralela, Pelotas, RS, 2013.  Esculturas – Fundação Cultural de Curitiba, Curitiba, PR,​1992. Arte Gaúcha Contemporânea – Instituto Estadual de Artes Visuais – Porto Alegre, RS, 1991. Ex-Culturas – MARGS. Porto Alegre, RS, 1990.

Sobre a curadora: Artista plástica. Doutora e Mestre em Artes pela Université Paris I, Panthéon-Sorbonne. Professora pesquisadora no Departamento de Artes Visuais e integrante do corpo de professores permanentes do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais do Instituto de Artes (UFRGS). Atua na área de escultura. Desenvolve e orienta pesquisas que enfocam processos artísticos, ações públicas, intervenções e recepção na arte contemporânea, teoria e ficção nas publicações de artistas. Coordena, desde 2002, o Programa Formas de Pensar a escultura FPES – Perdidos no Espaço (UFRGS), e co-dirige, desde 2004, juntamente com Hélio Fervenza, o Grupo de pesquisa Veículos da Arte (CNPq).

NOA NOA – Feira Livre de Arte Impressa / Atelier Livre Xico Stockinger

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Este ano no mês de outubro, nos dias 18 e 19 estaremos realizado a primeira edição da NOA NOA – Feira Livre de Arte Impressa no Atelier Livre Xico Stockinger. Com o objetivo de promover, mostrar, divulgar, vender e discutir a produção impressa de artistas gráficos. Além das práticas tradicionais de gravura como: xilogravura, gravura em metal, litografia e serigrafia. Estaremos abertos a outros meios de reprodução gráfica desde carimbo, monotipia, xerox, mimeógrafo, offsete, eletrografia, clichê, etc. Passando por objetos como fanzines, cartazes, história em quadrinhos, livro de artista, gravuras, cédulas, selos, adesivos, etc.

Inscrições:22 de setembro à 10 de outubro de 2014

Através da ficha de inscrição

Por email: alivre@smc.prefpoa.com.br ou pessoalmente na secretaria do Atelier Livre.

Participação livre e gratuita

Regulamento:

  • O expositor deverá se inscrever previamente;
  • As inscrições devem ser individuais ou em grupo;
  • Cada artista ou grupo é responsável pela exposição e venda de seu material;
  • O grupo ou artista expositor receberá uma mesa, ou parede, conforme sua necessidade, sendo de sua responsabilidade a disposição, organização e venda de seus trabalhos;

O horário da Feira será:

18/10 (sábado) e 19/10 (domingo) – Das 13h:00 às 20h:00

O Atelier Livre estará aberto a partir das 10h desses dias para a montagem e organização da Feira.

Nara B. Sirotsky – Pinturas e Colagens / Galeria Gravura

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Convocatória Nova Fotografia 2015 / Museu da Imagem e do Som

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Tornar Visivel ( o que ninguem vê) / Escola de Arte Atelier da Oca

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Artigo Rio – Feira de Arte Conemporânea 2014

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Grupo de Estudos Curatoriais – Residência / Paço das Artes

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Nova Fotografia 2014 / Museu da Imagem e do Som

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Entre Curadoria A – Z / Grande Galeria de Arte do Campus 8 (Hall Superior) – UCS-RS

Convite Entre

ENTRE: CURADORIA A-Z

ABERTURA da exposição e Lançamento e Sessão de autógrafos do livro

Visitação: De 9 de setembro a 3 de outubro de 2014, de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h30min

Local: GRANDE GALERIA DE ARTE DO CAMPUS 8 (HALL SUPERIOR)-UCS-RS

Visitas de escolas e grupos devem ser agendadas pelo telefone (54) 3289-9000 com Rosiana

Coordenação Projeto Mostra UCS Campus 8 Cidade das Artes

Profa. Mara Galvani

Doutoranda em Letras pelo Programa de Doutorado em Letras Associação Ampla UCS/UniRitter

http://www.ucs.br/site/programa-linguagens-da-arte/mostra-campus-8/

Endereço UCS Campus 8: Avenida Frederico Segala, 3099 Bairro Samuara (RS 122 Km 69) CEP 95.112 310 Caxias do Sul, RS

Formas Aproximadas / Galeria Iberê Camargo – Usina do Gasometro

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Alguns nomes / Mul.ti.plo Espaço Arte

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Um dos mais importantes artistas da atualidade está chegando ao Brasil. O português Pedro Cabrita Reis inaugura, dia 6 de setembro, na Mul.ti.plo Espaço Arte, sua primeira individual no Rio: Alguns nomes. São 27 objetos que formam uma grande obra de arte: madeira, luz e fios em esculturas luminosas que falam da arte brasileira. As peças serão instaladas e vão iluminar as paredes da Sala 1 da galeria, enquanto na Sala 2 estarão desenhos de técnica mista (intervenções de desenho em fotografias).

O trabalho, elaborado especialmente para esta mostra, é uma ode afetiva à arte brasileira, ao Brasil, bem como a artistas “em que a poesia fala alto e me comove”, diz o artista, que nasceu, vive e trabalha em Lisboa entre um compromisso e outro. Os objetos chegam à galeria no fim de agosto. Mas o trabalho só será 100 % finalizado in loco, com a chegada de Cabrita Reis ao Brasil, no início de setembro.

Foram três anos de persistência, viagens e boas conversas em Lisboa até que tudo ficasse acertado para sua mostra na Mul.ti.plo. “Pedro gosta de uma boa mesa. Pois foi à beira do Tejo que conversamos sobre música, literatura, política e muito sobre arte. Creio que foi a partir dessa afinidade que ele aceitou o convite para atravessar o Atlântico”, conta o consultor da galeria, Maneco Muller, que junto com Luiz Carlos Nabuco e Stella Silva Ramos – sócios de Maria Cristina Magalhães Pinto na Mul.ti.plo –, fez duas viagens a Lisboa entre dezembro de 2013 e fevereiro de 2014 para construir os detalhes da vinda do artista ao Brasil.

“Quando visitei seu ateliê em Lisboa, fiquei completamente impressionado com a diversidade da obra”, conta Nabuco. “Não só os procedimentos, que vão da escultura ao vídeo, passando por instalação, pintura e desenhos, como também pela escala – capaz de produzir desde um delicado desenho até uma intervenção monumental em uma barragem”, completa, se referindo à barragem de Bemposta, em Mogadouro (Portugal), com 85 metros de comprimento, 22 metros de largura e 45 metros de altura, que Cabrita Reis pintou de amarelo vivo. “Antes de conhecê-lo vi sua mostra na Bienal de Veneza e as quatro obras adquiridas pela Tate. Mas conversar com ele foi uma bela surpresa. É uma persona forte. Uma pessoa muito especial e interessante, um grande artista”, finaliza Stella Silva Ramos.

Aos 58 anos (a serem completados na véspera da exposição), Pedro Cabrita Reis se firmou no cenário mundial com uma obra multifacetada, que compreende pintura, desenho, escultura em grande escala e uma relação muito íntima com a arquitetura – como referência de sua arte, evoca a construção e a ocupação do espaço. Ele mesmo costuma dizer que a arquitetura “é uma atividade mais ligada à definição de territórios do que à construção de casas”. Com os mais diversos materiais – madeira, ferro, vidro, argamassa, lâmpadas fluorescentes, chumbo… –, sua obra modifica o olhar do espectador pelas transformações e deslocamentos que provocam, através de luz, sombra, superfícies e planos.

Este ano o artista foi escolhido pela cidade de Turim para o projeto Luci D’Artista, sucedendo nomes como Alfredo Jaar, Pistoletto, Daniel Buren, Mario Merz, Jan Vercruysse e Paolini. Participou da Documenta de Kassel, em 1992, e representou Portugal na Bienal de Veneza, em 2003. Em 2013, também em Veneza, ocupou os 700 m² de todas as salas do andar nobre do Palazzo Falier com uma monumental intervenção, A remote whisper, festejada por toda crítica internacional. Esteve no Brasil para a 21ª e a 24ª Bienais de São Paulo (esta última, em 1998, ficou conhecida como a “Bienal da antropofagia” e foi considerada uma das melhores já realizadas) e em outras três ocasiões, mas sempre em São Paulo.

Alguns nomes

Individual de Pedro Cabrita Reis

Mul.ti.plo Espaço Arte

Rua Dias Ferreira, 417/sala 206 – Leblon – Tel.: 2259-1952

Vernissage: 6 de setembro, das 13h às 17h.

De 6 de setembro a 25 de outubro.

Horário de funcionamento: de 2ª a 6ª, das 10h às 18h30; sáb., das 10h às 14h.

Transigências / Galeria Murilo Castro

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Fresh Faces / Galpon

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Celeida Tostes / Escola de Artes Visuais do Parque Lage

Será lançado, no próximo dia 2 de setembro, na image002, o livro Celeida Tostes. Obra de referência, organizada pelo curador e crítico de arte Marcus de Lontra Costa e pela jornalista Raquel Silva com a consultoria do artista Luiz Aquila. É a primeira publicação sobre a artista, uma das mais produtivas dos anos 80, professora da EAV Parque Lage e da Escola de Belas Artes da  UFRJ, marcou profundamente seus alunos e colegas e inspirou a geração de artistas que veio a público em meados da década de 1980, chamada Geração 80.

Projeto contemplado com Prêmio Procultura de Estímulo às Artes Visuais 2010 da Funarte, o livro Celeida Tostes  apresenta um apanhado completo da trajetória da artista e sua produção. Luiz Áquila convidou os artistas Jorge Emmanuel e Ricardo Ventura, artistas contemporâneos que foram alunos de Celeida, para uma conversa informal e a registrou em seu relato Celeida Tostes: dama e operária à espreita da mutação; em dois textos distintos: Da lama ao caos, do caos à lama e Celeida Tostes, a essencia alquímica, os críticos Daniela Name e Marcus Lontra discorrem e analisam o trabalho da artista e sua fundamental importância para a história e reflexão da arte contemporânea. A artista e pesquisadora Katia Gorini, aluna e sucessora de Celeida na UFRJ (Katia atua desde a década de 1990 como professora substituta de cerâmica na EBA e em 2012, através de concurso, assumiu o cargo de titular da cadeira) narra em seu texto Celedianas: metodologias para os devaneios da condição manipulante, a experiência em sala de aula e os projetos sensorias desenvolvidos pela artista. Raquel Silva em Breve neste local: Fabrica de Chapéus Mangueira refaz todo o percurso de Celeida ao implantar uma escola de arte no alto da favela no Leme e seus desdobramentos até hoje na comunidade. A jornalista também assina junto com a antropóloga Izabel Ferreira uma  biografia ilustrada com uma cuidadosa pesquisa iconografica dos 40 anos de trajetória artística de Celeida. A edição contém ainda o registro fotográfico de todas as obras e projetos da artista, destacando-se o registro completo da obra Passagem,  textos críticos da época selecionados e um DVD com os vídeos “O relicário de Celeida Tostes” de Raquel Silva e “A grande batata” de Lia do Rio.

Passagem, a surpreendente performance realizada no final dos anos 70, registrada pelo fotógrafo e antropólogo Henri Stahl, permanece contemporânea, como se realizada nos dias de hoje.  As instalações Aldeia Funarius Rufus (1981), O Muro (1982) e Gesto Arcaico (1991), são apresentados com o frescor do século XXI, com questionamentos e atuação social de vanguarda para a época. Gesto Arcaico, instalação apresentada na 21ª Bienal Internacional de São Paulo, foi feita em mutirões, no qual Celeida reuniu gentes de todas as classes e lugares, “centenas de mãos se identificaram no gesto, só um aperto, um toque um amassado… a ação reflexa da mão quando recebe em seu bojo o barro macio”. Participaram da instalação: presidiários, meninos de rua, doutores da Coppe, socialites, empregadas domésticas, transeuntes, artistas, estudantes, em uma proposta conceitual inovadora.

Suas obras monumentais inovam na técnica e nos materiais – barro, adobe e solo-cimento – o que, segundo Marcus de Lontra Costa, um dos organizadores da publicação e diretor da EAV Parque Lage entre 1983/1987  “a opção pela matéria não surge pela sua plasticidade e sim por sua característica essencial e tecnologia primeva. A matéria que nomeia o lugar onde vivemos recebe os impulsos do homem que recria a natureza: ele molha, amassa, molda, sopra, respira, queima. E assim cria e recria um outro corpo, quem sabe o mesmo corpo transformado, que se repete, que cai, que quebra, que se derrete, que se constrói.”

A edição de 360 páginas, três mil exemplares, papel couché matt e capa dura, é bilingue e terá distribuição gratuita para centros culturais, escolas de arte e bibliotecas do Brasil e exterior. A obra tem o selo da editora Aeroplano, de Heloisa Buarque de Hollanda e foi executada pela produtora Memória Visual.

Livro: CELEIDA TOSTES

Autores: Marcus de Lontra Costa e Raquel Silva (orgs) | Luiz Aquila (consultoria)

Lançamento: 2 de setembro  de 2014

Horário: 19h às 22h

Mesa redonda com a participação dos autores (Marcus, Raquel e Aquila) e o artista Floriano Romano

 

Noite de autógrafos

Local: Escola de Artes Visuais do Parque Lage

Rua Jardim Botânico 414 – Jardim Botânico

Rio de Janeiro

Tel: (21) 3257-1800

Realização: Memória Visual Produção Editorial

Edição: Editora Aeroplano

Geografias da Criação / MARGS

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Microhistórias Diárias / Bolsa de Arte

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+ Extremos / Espaço Cultural Feevale

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Palacinho Contando a História / Galpão Crioulo – Palácio Piratini

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NaMizade / Plataforma Espaço de Criação

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