Fresh Faces / Galpon

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Celeida Tostes / Escola de Artes Visuais do Parque Lage

Será lançado, no próximo dia 2 de setembro, na image002, o livro Celeida Tostes. Obra de referência, organizada pelo curador e crítico de arte Marcus de Lontra Costa e pela jornalista Raquel Silva com a consultoria do artista Luiz Aquila. É a primeira publicação sobre a artista, uma das mais produtivas dos anos 80, professora da EAV Parque Lage e da Escola de Belas Artes da  UFRJ, marcou profundamente seus alunos e colegas e inspirou a geração de artistas que veio a público em meados da década de 1980, chamada Geração 80.

Projeto contemplado com Prêmio Procultura de Estímulo às Artes Visuais 2010 da Funarte, o livro Celeida Tostes  apresenta um apanhado completo da trajetória da artista e sua produção. Luiz Áquila convidou os artistas Jorge Emmanuel e Ricardo Ventura, artistas contemporâneos que foram alunos de Celeida, para uma conversa informal e a registrou em seu relato Celeida Tostes: dama e operária à espreita da mutação; em dois textos distintos: Da lama ao caos, do caos à lama e Celeida Tostes, a essencia alquímica, os críticos Daniela Name e Marcus Lontra discorrem e analisam o trabalho da artista e sua fundamental importância para a história e reflexão da arte contemporânea. A artista e pesquisadora Katia Gorini, aluna e sucessora de Celeida na UFRJ (Katia atua desde a década de 1990 como professora substituta de cerâmica na EBA e em 2012, através de concurso, assumiu o cargo de titular da cadeira) narra em seu texto Celedianas: metodologias para os devaneios da condição manipulante, a experiência em sala de aula e os projetos sensorias desenvolvidos pela artista. Raquel Silva em Breve neste local: Fabrica de Chapéus Mangueira refaz todo o percurso de Celeida ao implantar uma escola de arte no alto da favela no Leme e seus desdobramentos até hoje na comunidade. A jornalista também assina junto com a antropóloga Izabel Ferreira uma  biografia ilustrada com uma cuidadosa pesquisa iconografica dos 40 anos de trajetória artística de Celeida. A edição contém ainda o registro fotográfico de todas as obras e projetos da artista, destacando-se o registro completo da obra Passagem,  textos críticos da época selecionados e um DVD com os vídeos “O relicário de Celeida Tostes” de Raquel Silva e “A grande batata” de Lia do Rio.

Passagem, a surpreendente performance realizada no final dos anos 70, registrada pelo fotógrafo e antropólogo Henri Stahl, permanece contemporânea, como se realizada nos dias de hoje.  As instalações Aldeia Funarius Rufus (1981), O Muro (1982) e Gesto Arcaico (1991), são apresentados com o frescor do século XXI, com questionamentos e atuação social de vanguarda para a época. Gesto Arcaico, instalação apresentada na 21ª Bienal Internacional de São Paulo, foi feita em mutirões, no qual Celeida reuniu gentes de todas as classes e lugares, “centenas de mãos se identificaram no gesto, só um aperto, um toque um amassado… a ação reflexa da mão quando recebe em seu bojo o barro macio”. Participaram da instalação: presidiários, meninos de rua, doutores da Coppe, socialites, empregadas domésticas, transeuntes, artistas, estudantes, em uma proposta conceitual inovadora.

Suas obras monumentais inovam na técnica e nos materiais – barro, adobe e solo-cimento – o que, segundo Marcus de Lontra Costa, um dos organizadores da publicação e diretor da EAV Parque Lage entre 1983/1987  “a opção pela matéria não surge pela sua plasticidade e sim por sua característica essencial e tecnologia primeva. A matéria que nomeia o lugar onde vivemos recebe os impulsos do homem que recria a natureza: ele molha, amassa, molda, sopra, respira, queima. E assim cria e recria um outro corpo, quem sabe o mesmo corpo transformado, que se repete, que cai, que quebra, que se derrete, que se constrói.”

A edição de 360 páginas, três mil exemplares, papel couché matt e capa dura, é bilingue e terá distribuição gratuita para centros culturais, escolas de arte e bibliotecas do Brasil e exterior. A obra tem o selo da editora Aeroplano, de Heloisa Buarque de Hollanda e foi executada pela produtora Memória Visual.

Livro: CELEIDA TOSTES

Autores: Marcus de Lontra Costa e Raquel Silva (orgs) | Luiz Aquila (consultoria)

Lançamento: 2 de setembro  de 2014

Horário: 19h às 22h

Mesa redonda com a participação dos autores (Marcus, Raquel e Aquila) e o artista Floriano Romano

 

Noite de autógrafos

Local: Escola de Artes Visuais do Parque Lage

Rua Jardim Botânico 414 – Jardim Botânico

Rio de Janeiro

Tel: (21) 3257-1800

Realização: Memória Visual Produção Editorial

Edição: Editora Aeroplano

Geografias da Criação / MARGS

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Microhistórias Diárias / Bolsa de Arte

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+ Extremos / Espaço Cultural Feevale

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Palacinho Contando a História / Galpão Crioulo – Palácio Piratini

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NaMizade / Plataforma Espaço de Criação

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O Início Começa Antes / Acervo Independente

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Salão de Arte de Novo Hamburgo

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Arte Postal e Natureza / Centro de Artes e Letras – UFSM

divulgação

Vanitas / Porão do Paço Municipal de Porto alegre

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A fotografia e suas reverberações com a pintura, a gravura e o desenho / Pinacoteca Barão do Santo Ângelo – Instituto de Artes – UFRGS

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O Guaíba por Achutti / Campus Centro da UFRGS

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Um Salto no Espaço / Fundação Vera Chaves Barcellos

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Convergência 2014 – Mostra de Performance Arte no SESC Palmas

Flyer digital - Convergencia 2014

Contra-Método de Análise Fisiognômica / Espaço de Artes da UFCSPA

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O Espaço de Artes da UFCSPA será reaberto nesta quinta-feira (21), às 19h, com a exposição Contra-Método de Análise Fisiognômica, da artista plástica Fernanda Gassen. O local foi reformado e qualificado para melhor receber as diferentes mostras artísticas apresentadas na UFCSPA.

A exposição de Fernanda Gassen registra rostos de frente e perfil, evidenciando forte influência estética das teorias fisiognômicas de Cesare Lombroso (século XIX), as quais analisam os indivíduos, a partir de suas feições e das chamadas fotografias judiciárias. As imagens são acompanhadas de textos ficcionais que analisam os elementos invisíveis que podem ou não identificá-las.

Fernanda é artista-pesquisadora, graduada em Desenho e Plástica, mestre em Artes Visuais pela UFSM e doutoranda no Instituto de Artes da UFRGS. Em sua trajetória consta a participação na 9ª Bienal do MERCOSUL (2013), no 64º Salão Paranaense, além de ser selecionada para a Bolsa Iberê Camargo (2011) e receber os Prêmios Trajetórias da Fundação Joaquim Nabuco (2009) e Projéteis Funarte 2007-2008.

Reformulação do Espaço de Artes

O novo projeto arquitetônico foi concebido pela equipe da Assessoria de Engenharia da UFCSPA, formada pela arquiteta Bianca Riboldi, o engenheiro civil Anderson Muller e a chefe de Divisão de Engenharia Natália Oriola. A arquiteta explica que as principais mudanças no espaço foram a substituição da cobertura, a colocação de um piso neutro, a qualificação e amplificação do sistema de iluminação e a retirada dos expositores fixos para haver uma maior liberdade para as diferentes exposições. “Nosso objetivo foi criar uma espécie de caixa branca, com o mínimo possível de interferência. Um local neutro onde a obra tome conta do espaço”, disse Bianca.

Reabertura do Espaço de Artes da UFCSPA e Exposição Contra-Método de Análise Fisiognômica

Dia 21 de agosto, às 19h

Visitação: 22 de agosto a 27 de setembro,  de segunda a sexta-feira, das 9h às 20h e aos sábados das 9h às 11h30.

Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, Rua Sarmento Leite, 245, Centro Histórico

Regards Urbains / Dumaresq Galeria de Arte

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A artista digital franco-brasileira Dulce Araújo apresenta mais uma exposição inédita na Dumaresq Galeria de Arte, no bairro de Boa Viagem (Setúbal), Zona Sul do Recife. Intitulada “Regards Urbains”, a mostra apresenta duas versões da vida urbana parisiense. De um lado, imagens dos usuários do metrô da cidade, em que é evidente o lado pesado da vida. O contraponto fica a cargo da leveza do verão, quando as pessoas podem aproveitar a praia artificial às margens do Rio Sena, que corta a capital francesa. A individual entra em cartaz no próximo dia 20 de agosto (quarta-feira) e segue até 20 de setembro.

Em “Regards Urbains”, a artista segue com seu trabalho da série “Autour de la Ville”, onde mostra aspectos diferentes das paisagens urbanas. Nesta mostra na Dumaresq, a primeira temática é intitulada “Regards Urbains”. Quem transita pelo metrô é o personagem principal. “Intitulo este tipo de trabalho como graphiephotos, onde o resultado é uma união de artes plásticas e digitais (graphie) à fotografia (photo). Há vários anos venho fazendo um trabalho sobre o lado urbano, não como fotojornalismo, mas com uma visão mais gráfica da cidade. Pictórica. O elemento banal transforma-se em arte”, explica.

Nesta série, as personagens são os parisienses ‘encontrados’ no metrô de Paris, onde a artista mora. O público poderá conferir nas nove graphiephotos as visões de Dulce através de portas e janelas envidraçadas, de quando os vagões chegam e saem das estações. “Faço estas obras utilizando entre mim e a coisa fotografada um elemento integrante do meio de transporte utilizado. Pode ser o metrô, um automóvel ou ônibus em movimento. O vidro, a vidraça com suas sujeiras e riscos, reflexos que a urbanidade nos deixa como herança do cotidiano estão presentes! Procuro captar também a nitidez e a não nitidez. Como dizemos em francês, o ‘le net et le flou’”, conta.

A segunda parte da exposição é chamada de “la  plage” (a praia). É o lado mais leve da mostra. “Esta série de trabalhos começou junto com a criação da praia do Rio Sena. A Prefeitura de Paris abriu este espaço para que a população possa usufruir do verão dentro da cidade. Passo por lá e fotografo, olhando um lado intimista e não da ‘foule’ (multidão)”, explica Dulce, que pode ser considerada uma das pioneiras da arte digital em Pernambuco.

Nas 14 fotografias sob o tema “la plage”, a artista nos permite observar pessoas sozinhas ou em grupo. “Os solitários vão muitas vezes com um livro como companheiro. Outros aproveitam somente o sol. Outros estão com crianças ou amigos… é o lado banal, cotidiano que me interessou. Neste caso, exponho como fotografia. É um instante que passou e que não voltará”, revela.

Sobre a artista – Dulce Araújo nasceu no Recife, onde se formou na então Escola de Belas Artes. Após vários anos morando em Paris, tornou-se cidadã francesa. Na capital da França, também atuou como fotógrafa free lancer para a imprensa. Desde 1990, trabalha com arte digital, tendo o computador como suporte, o que a faz ser considerada como uma das artistas pernambucanas pioneiras neste tipo de atividade.

As obras de Dulce já foram vistas em 13 países, como França, Estados Unidos e Japão, entre exposições individuais e coletivas. No Brasil, suas obras foram apresentadas nas galerias Dumaresq e Massangana – da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), entre outros locais. Como fotógrafa, a artista participou da exposição “Le Brésil vu par les Brésiliens”, no Centre Georges Pompidou, em Paris.

“Regards Urbains”, por Dulce Araújo
Datas: de 20 de agosto (quarta-feira) a 20 de setembro (sábado)
Dias e horários de visitação: de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h. Aos sábados, das 9 às 13h
Local: Dumaresq Galeria de Arte
Endereço: Rua Professor Augusto Lins e Silva, 1033 – Boa Viagem (Setúbal) – Recife
Entrada: franca
Telefone: (81) 3341-0129
Email: arte@dumaresq.com.br
Site:  www.dumaresq.com.br
Facebook: facebook.com/pages/Dumaresq-Galeria-de-Arte/162493980432148

Associ-ação criadora / Chico Lisboa – Atelier Livre

Convite Exposição Associ-Ação Criadora Curadoria Daisy Viola, abertura 20 08 2014, 19h, na Chico Lisboa

Lançamento do Projeto Curatorial / 10ª Bienal do Mercosul – Fundação Bienal do Mercosul – Santander Cultural

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Limites sem Limites / Fundação Iberê Camargo

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