Mrs Dalloway: texto e imagem / PPGAV – Instituto de Artes UFRGS – Palavraria
30/05/2012 Deixe um comentário
19/04/2012 Deixe um comentário
O Santander Cultural Porto Alegre marca os últimos dias da mostra O Triunfo do Contemporâneo – 20 Anos do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, com uma iniciativa chamada Encontro em dois tempos. Dia 21 de abril, próximo sábado, a partir das 14h30, André Venzon, diretor do MAC-RS, faz apresentação e mediação de dois painéis: A Perspectiva da Curadoria, com Bianca Knaak, Gaudêncio Fidelis e Neiva Bohns, e A Perspectiva do Artista, com Dudi Maia Rosa, com Elaine Tedesco e Gaudêncio Fidelis. A exposição que encerra em 29 de abril, reúne 150 obras de 64 artistas da coleção do museu por meio de um recorte panorâmico de grande envergadura e teor artístico. A proposta curatorial de Gaudêncio Fidelis utiliza estratégias para constituir novas possibilidades de leitura, recepção, interpretação e associações contextuais que mostram de maneira criativa o potencial dos artistas representados na coleção.
O Triunfo do Contemporâneo – 20 Anos do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, até 29 de abril
Encontro em dois tempos
Apresentação e mediação André Venzon-Diretor do MAC-RS – Dia 21 de abril, das 14h30 às 18h30, entrada franca, 80 lugares
A Perspectiva da Curadoria
Bianca Knaak-Historiadora de arte e professora do I.A. da UFRGS / Gaudêncio Fidelis-Curador da exposição / Neiva Bohns-Historiadora de arte e professora da UFPEl
A Perspectiva do Artista
Dudi Maia Rosa-Artista / Elaine Tedesco-Artista / Gaudêncio Fidelis
Santander Cultural
Rua Sete de Setembro, 1028 Centro Histórico – Porto Alegre RS Brasil 90010-191
Telefone: 51 3287.5500
scultura@santander.com.br – www.santandercultural.com.br
Horários de funcionamento
ter a sex, das 10h00 às 19h00, sab, dom e feriados, das 11h00 às 19h00
04/04/2012 Deixe um comentário
A exposição das obras de Arthur Bispo do Rosário será acompanhada de um grande debate em torno de sua produção artística que, como é de conhecimento de todos, obteve o reconhecimento da crítica especializada em nível internacional. Assim, a obra em questão não pode ser considerada numa leitura que a reduza ao registro da psicopatologia, mas deve necessariamente ser inscrita num quadro de interpretação interdisciplinar, onde a literatura , a teoria da arte, a historia da arte , a filosofia e a psicanálise devem se conjugar na compreensão dos pressupostos da obra em pauta.
Portanto, mesmo que se considere que a obra de bispo do Rosário tenha sido realizada na sua totalidade quando este estava internado na Colônia Juliano Moreira, é preciso considerar que a sua condição de internado deve ser interpelada num quadro conceitual que enfatize as dimensões histórica e social do estatuto do internamento,de forma que a sua obra ganhe em relevo ao ser interpretada nas perspectivas arqueológica e genealógica, tal como Foucault destacou em “A hisória da loucura na idade clássica”Desta maneira, o percurso de Bispo do Rosário se inscreve numa concepção trágica da loucura,na qual existe a produção de obra e a presença do sujeito.
Por isso mesmo, os dois painéis que se inscrevem no quadro da exposição contará com a presença de intelectuais de diferentes campos do saber, que pretendem colocar em pauta a complexidade e a riqueza evidenciada pela obra de Bispo do Rosário
Dia 11, Quarta feira:
17:00 ás 20;00
Mesa 1: Palestrantes
Wilson Lázaro – “Bispo do Rosário: Fé, Criação e Gloria”
Viviane Trindade Borges- “Do Esquecimento ao tombamento:a Patrimonialização de Arthur Bispo do Rosário”
Thomas Josué –“ Arte e Narrativas : uma outra Desinstitucionalização da Loucura”
*Wilson lazaro- Curador do Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea .Organizador do Livro : Arthur Bispo do Rosário – Século XX. Cosac Naify.
*Viviane Trindade Borges- Professora de Historia da Universidade Estadual de Santa Catarina , Doutora em História pelo Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
*Thomas Josué Doutor em Antropologia Social especialidade em Saúde Mental e Arte. Universidade de Barcelona, UB – Barcelona, Espanha.Mestre emTeoria, História e Crítica da Arte pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.Pesquisador e Docente da Universidade Federal do Pampa
Dia 12, Quinta-Feira
Horário-17.00 ÁS 20.00
Mesa 2 : Palestrantes
Elida Tessler -“Borda do Objeto: Estandarte de Palavras”
Kathrin Rosenfield- “Bispo – a Graça (e a Dor) de Sustentar-se numa outra Dimensão”
Joel Birman – “No princípio era a Voz: A Voz de Deus nas mãos do Bispo-a grande obra de Arte”.
*Elida Tessler- Elida Tessler é artista plástica e professora do Departamento de Artes Visuais e do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS. Doutora em História da Arte Contemporânea na Université de Paris I – Pós-Doutoranda na EHESS-Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales e junto ao Centro de Filosofia da Arte – UFR de Philosophie – Université de Paris I-. É pesquisadora do CNPq, desenvolvendo pesquisa em torno das questões que envolvem arte e literatura, relacionando a palavra escrita à imagem visual.
*Kathrin Rosenfield- graduada em Letras pela Université de Paris III , mestre em Antropologia Histórica pela École des Hautes Études en Sciences Sociales e doutora em Ciência da Literatura pela Universidade de Salzburg .Professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
*Joel Birman- Medico, Psicanalista,doutor em Filosofia pela USP professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro, professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Membro do Espaço Brasileiro de Estudos Psicanaliticos(EBEP)
04/04/2012 Deixe um comentário
29/03/2012 Deixe um comentário
O Debate a Partir da Infância é parte do projeto Política da Arte, no qual ações expositivas e discursivas se articulam e produzem conhecimento novo. A partir da mostra Infância, uma artista e uma psicanalista vão debater algumas das muitas questões que os trabalhos exibidos sugerem e embutem. Venha participar dessa conversa com profissionais que, de modos distintos, são tocados pelos significados desse período da vida. E aproveite para ver ou rever a exposição!
Paula Trope é uma das artistas participantes de Infância. Seu trabalho esteve exposto nas bienais de Havana (1997), São Paulo (2006) e Veneza (2007), tendo realizado mostra individual na The American Society, Nova York (2007). Foi uma das vencedoras da primeira edição do Prêmio CNI SESI Marcantônio Vilaça (2004).
Tania Rivera é psicanalista e doutora em Psicologia pela Université Catholique de Louvain. É professora do Departamento de Arte da Universidade Federal Fluminense, onde desenvolve estudos sobre psicanálise e arte. É autora dos livros Arte e Psicanálise e Cinema, Imagem e Psicanálise, ambos editados pela editora Zahar.
A moderação do debate será feita por Moacir dos Anjos, Coordenador de Artes Visuais da Diretoria de Cultura da Fundação Joaquim Nabuco e curador da exposição Infância.
Reunindo trabalhos de Nan Goldin, Cao Guimarães e Paula Trope, Infância é uma exposição sobre um período em que várias possibilidades de vida concorrem entre si para se afirmar no futuro. Muitas das vidas ensaiadas quando se é criança são abandonadas, contudo, quando se cresce. Umas, por não se acomodarem à normatização de rumos que a vida supostamente madura requer. Outras, por circunstâncias de ordem econômica ou política. O fim da infância é marcado pela imposição de um tempo em que o futuro se acanha. Infância é uma exposição que fala de uma época e de um espaço simbólico em que a desregulação de corpos ainda vigora.
Debate a Partir da Infância – quinta-feira | 29 de março | 19h
Sala Aloísio Magalhães – Fundação Joaquim Nabuco
Entrada gratuita
Exposição Infância – terça a domingo | até 19 de maio | 15h às 20h
Galeria Vicente do Rego Monteiro – Fundação Joaquim Nabuco
Fundação Joaquim Nabuco | Diretoria de Cultura
Rua Henrique Dias, 609
Recife-PE | 52.010-100
Informações: 81 30736692 30736691 | e-mail: artes@fundaj.gov.br