Entre a Paisagem e a duração / Cosac Naify – Cia de Foto
10/04/2012 Deixe um comentário
11/05/2011 Deixe um comentário
A revista eletrônica Panorama Crítico (www.panoramacritico.com) está recebendo textos, artigos e/ou entrevistas referentes ao campo da produção contemporânea em Artes Visuais para publicação na próxima edição, de nº 11, a ser lançada no início de junho.
Envio até 27 de maio de 2011
Mais informações podem ser obtidas no site da revista:
www.panoramacritico.com
Para informações mais detalhadas, contate-nos:
http://panoramacritico.com/revista/index.php/contato
Para envio de textos e/ou artigos acesse (ou leia abaixo):
http://panoramacritico.com/revista/index.php/envie-seu-texto
Os textos publicados no site PANORAMACRITICO.COM são enviados por leitores e pessoas ligadas a produção artística contemporânea (sendo os mesmos responsáveis pelo conteúdo apresentado) e tem como objetivo principal, manter o foco de interesse comum: a discussão da produção artística e crítica da arte contemporânea que engloba todas as áreas do campo das artes plásticas e visuais.
O foco do site PANORAMACRITICO.COM é arte contemporânea, seus circuitos e sistemas, sendo esses alternativos ou não, assim como a reflexão gerada pelos mesmos em diversos meios. Conforme isso, os critérios de avaliação do site se baseiam no interesse dos trabalhos, profissionais, espaços, e organismos realizadores de atividades em relação a este mesmo foco.
Todos os textos recebidos pela equipe do site, podendo ser inéditos ou não, passarão pelo conselho editorial, sendo este uma “comissão avaliadora” compostas por profissionais atuantes da área, professores universitários e artistas convidados pelo site para atuarem como colaboradores durante as seleções. Os colaboradores serão alternados para possibilitar uma variedade maior de qualidade de juízo na seleção.
Envio de conteúdo
Para que o conteúdo enviado ao PANORAMACRITICO.COM possa fazer parte do site, ele deve estar de acordo com algumas normas e regras do mesmo, como forma. É essencial que o material recebido atenda nossos critérios para que possam ser repassados aos nossos profissionais colaboradores, a fim de possibilitar uma maior rapidez e profissionalismo no processo seletivo. O conselho editorial reserva-se o direito de propor modificações no texto, conforme a necessidade de adequá-lo ao padrão editorial, quando se demonstrar necessário. Dúvidas referentes a qualquer um dos critérios abaixo, favor entrar em contato com a equipe da revista (clique aqui).
ATENÇÃO: Na pré-seleção, as normas a serem obedecidas são:
1. Os textos devem ser enviados para através do formulário da revista, e deverá conter no campo “Título” o título e a seção (panorama, artigo, entrevista, ensaio etc.) na qual o texto se enquadra. No corpo da mensagem deverá constar o resumo do texto e uma pequena biografia do(s) autor(es) em, no máximo, 4 linhas.
2. Os textos enviados devem conter os seguintes números máximos de laudas:
· até 10 laudas para entrevistas (já transcritas, editadas e revisadas);
· até 10 laudas para artigos;
· de 2 a 6 laudas para o panorama;
· de 1 a 5 laudas para resenhas, ensaios/relatos
Artigos acadêmicos, especificamente, devem:
· ser enviados em formato PDF, junto de um breve resumo do artigo e palavras chave;
· ser acompanhado de uma pequena biografia acadêmica do(s) autor(es) em, no máximo, 4 linhas;
· notas de página, quando houver, deverão estar numeradas seqüencialmente e em pé de página. As notas devem ser sucintas, empregadas apenas para informações complementares e não devem conter referências bibliográficas.
· ter a bibliografia (ou referências bibliográficas) editadas pelas normas da ABNT, e deverão estar no final do texto;
3. Os demais textos deverão ser enviados em formato DOC, podendo ser aberto no Microsoft Word ou programa similar. Não serão feitas modificações no conteúdo do texto, apenas na sua formatação. Esta medida serve para facilitar a diagramação do texto online.
*Obs.: É sugestão da equipe que estes textos venham já formatados na diagramação desejada(s) pelo(s) seu(s) autor(es) para a publicação. A equipe do site não se responsabiliza em casos do(s) texto(s), que não contenham nenhuma diagramação, na adaptação dos mesmos não corresponder(em) ao(s) desejo(s) e anseio(s) do(s) seu(s) autor(es).
4. Imagens que acompanhem e/ou ilustrem textos, entrevistas, artigos, ensaios, relatos e resenhas devem ser enviadas em arquivo com terminação JPG, colorida ou preto e branco, com resolução de 72 dpis e no máximo 480 pixels de largura e 360 de altura. No máximo 5 (cinco) imagens para cada texto. Imagens que não estejam nestes padrões serão reajustadas para se adequar ao formato técnico web/internet. A equipe do site não se responsabiliza caso haja perda de qualidade das imagens neste reajuste.
*Obs.: Textos e/ou imagens que saiam dos padrões estabelecidos acima não serão aceitos e inseridos no site. Entretanto, casos específicos e devidamente justificados, poderão ser aceitos, após análise minuciosa do conselho e da equipe do site.
5. Os textos deverão ser enviados até 20 dias antes do fechamento da edição (ver envie seu texto). Textos que sejam recebidos posteriormente a esta data serão publicados na edição seguinte. Os textos poderão ser publicados posteriormente à edição que este foi enviado;
6. Não serão aceitos portfólios para publicação ou material de divulgação. A revista organiza-se exclusivamente, neste momento, dentro da produção e veiculação textual crítica do campo das artes plásticas/visuais;
*A equipe da revista se dá ao direito de, se for necessário, entrar em contato com o autor por e-mail antes de decidir pela publicação ou não do texto para tirar alguma dúvida que porventura surja. Traduções de textos estarão sujeitas às mesmas regras, adequando-se ao tipo de fonte de referência acima. Sendo publicadas sob mediante autorização dos detentores do direito de COPYRIGHT. Casos especiais que possam fugir as estas regras, serão submetidos a analise.
25/01/2011 Deixe um comentário
Em dezembro de 2010 foi lançado o 3º número da publicação Convivências, que levou a público parte da produção realizada pelas pesquisadoras participantes da terceira edição do Ateliê Aberto – programa de residência artística da Casa Tomada. Agora é lançada também ONLINE Convivências #3, acreditando na possibilidade de levar para fora da Casa um pouco das reflexões e experiências deste processo de convivência artística.
A publicação está disponível para leitura e download no site http://casatomada.com.br/convivencias
______________________________
www.casatomada.com.br
rua brás cubas, 335
aclimação – são paulo
(11) 2532-7455
29/09/2010 Deixe um comentário
A revista eletrônica PANORAMA CRITICO (www.panoramacritico.com) abre convocatória para envio de textos, artigos e/ou entrevistas referentes ao campo da produção contemporânea em Artes Visuais para publicação na próxima edição, de nº 08, a ser lançada no inicio de Novembro. O envio de material deve ser feito até o dia 30 de Outubro de 2010.
PANORAMA CRITICO é uma revista eletrônica bimestral de acesso gratuito e de abrangência nacional, voltada para a crítica e a produção textual, acadêmicas ou não, dentro do campo das Artes Visuais.
A revista, que completou um ano de existência em junho na Edição #06, e tem como objetivo preencher a lacuna deixada pela ausência (ou quase inexistência) de publicações especializadas na área que permitam a publicação e veiculação desta produção de forma independente e imparcial.
Assim, a revista PANORAMA CRÍTICO apresenta-se como uma alternativa de acesso a essa produção, por estar disponível à todos os públicos deste campo: artistas, estudantes, professores, historiadores, pesquisadores, curadores, produtores, conhecedores, galeristas e também instituições, como faculdades, universidades, institutos de artes, fundações, centros culturais e museus, como exemplos, tanto públicos como privados. Esta amplitude de atuação possibilita a constituição de um espaço para o debate crítico das principais questões da arte contemporânea.
Mais informações podem ser obtidas no site da revista:
Para informações mais detalhadas, contate-nos:
Para envio de textos e/ou artigos:
29/08/2010 Deixe um comentário
A sétima edição da revista Panorama Crítico esta quase pronta. Enquanto isso, releia a última edição:
20/06/2010 Deixe um comentário
A revista Panorama Crítico também esta no twitter. Para acompanhar as novidades do blog e da revista basta acessar o twitter e acessar/adicionar os links abaixos:
13/06/2010 Deixe um comentário

Fotos: Denis Nicola/ panoramacritico.com
“Grande parte da crítica, não só a brasileira, como a internacional, é como um táxi: você entra, diz para onde quer ir, e quanto tem para pagar. Então você é um gênio de acordo com o que você pode bancar”
Leia na integra:
21/05/2010 Deixe um comentário
PANORAMA CRITICO é uma revista eletrônica bimestral de acesso gratuito e de abrangência nacional, voltada para a crítica e a produção textual, acadêmicas ou não, dentro do campo das Artes Visuais.
A revista, que estará completando um ano de existência em junho na Edição #06, e tem como objetivo preencher a lacuna deixada pela ausência (ou quase inexistência) de publicações especializadas na área que permitam a publicação e veiculação desta produção de forma independente e imparcial.
Assim, a revista PANORAMA CRÍTICO apresenta-se como uma alternativa de acesso a essa produção, por estar disponível à todos os públicos deste campo: artistas, estudantes, professores, historiadores, pesquisadores, curadores, produtores, conhecedores, galeristas e também instituições, como faculdades, universidades, institutos de artes, fundações, centros culturais e museus, como exemplos, tanto públicos como privados. Esta amplitude de atuação possibilita a constituição de um espaço para o debate crítico das principais questões da arte contemporânea.
Confira aqui os TERMOS DE USO antes de enviar o seu texto;
Para informações mais detalhadas, contate-nos:
contanto@panoramacritico.com
Para envio de textos e/ou artigos:
editoria@panoramacritico.com
11/05/2010 Deixe um comentário
PANORAMA CRITICO é uma revista eletrônica bimestral de acesso gratuito e de abrangência nacional, voltada para a crítica e a produção textual, acadêmicas ou não, dentro do campo das Artes Visuais.
A revista, que estará completando um ano de existência em junho na Edição #06, e tem como objetivo preencher a lacuna deixada pela ausência (ou quase inexistência) de publicações especializadas na área que permitam a publicação e veiculação desta produção de forma independente e imparcial.
Assim, a revista PANORAMA CRÍTICO apresenta-se como uma alternativa de acesso a essa produção, por estar disponível à todos os públicos deste campo: artistas, estudantes, professores, historiadores, pesquisadores, curadores, produtores, conhecedores, galeristas e também instituições, como faculdades, universidades, institutos de artes, fundações, centros culturais e museus, como exemplos, tanto públicos como privados. Esta amplitude de atuação possibilita a constituição de um espaço para o debate crítico das principais questões da arte contemporânea.
Confira aqui os TERMOS DE USO antes de enviar o seu texto;
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contanto@panoramacritico.com
Para envio de textos e/ou artigos:
editoria@panoramacritico.com
23/04/2010 Deixe um comentário
Edição: Clarissa Diniz e Ana Luisa Lima
Textos de: Ana Bastos, Ana Luisa Lima, Beco da Arte, Clarissa Diniz, Cristhiano Aguiar , Cristiana Cavalcanti, Dally Schwarz, Daniela Labra, Demetrios Galvão , Fabiana Éboli Santos, Fabrícia Jordão, Felipe Scovino , Gabriela Motta, Gilberto Mariotti , Guy Amado , Isabela Prado , Jorge Menna Barreto, Daniela Castro, Maicyra Leão, Manuel Segade, Marcus Vinícius, Nicole Cosh, Olívia Mindêlo, Oriana Duarte, Paulo Whitaker, Raíza Cavalcanti, Sicilia Freitas, Vitor Cesar
25 de abril, domingo, 16h
Museu Murillo La Greca
Rua Leonardo Bezerra Cavalcanti 366, Parnamirim, Recife – PE
81-3232-4276 ou murillolagreca@gmail.com
Terça a sexta, 9-12h ; 14-17h ; sábado,14-17h
Fonte Canal Contemporâneo
30/10/2009 Deixe um comentário
Aberta na sexta-feira pelo ministro da Cultura, Juca Ferreira, que levou ao palco o novo presidente da Bienal de São Paulo, Heitor Martins, promovendo o intercâmbio entre as duas mostras, a Bienal do Mercosul é marcada pelo reconhecimento de que estamos submetidos a uma antiga herança, como observou o historiador e crítico alemão Hans Belting. Até onde a vista pode alcançar, ainda são as imagens no interior do museu as que adquirem estatuto de arte, ao passo que as de fora estão condenadas a perseguir esse estatuto. Essa divisão, baseada no preceito de seleção, não foi provocada pelos espectadores, evoque-se. Ao selecionar grandes obras corpóreas para a exposição do Margs, os curadores da Bienal sabiam que as imateriais teriam dificuldades para se impor. Prova disso está bem ao lado do Margs, na mostra Projetáveis, instalada no prédio do Santander Cultural, que se propõe a explorar a materialização e localização específica de projetos que utilizam a www como canal. Um fiasco de imagens em movimento.
Numa oposição produtiva, algumas obras de mostras como Ficções do Invisível, Biografias Coletivas e Absurdo, instaladas nos armazéns do cais de Porto Alegre, não dependem da experiência do lugar para serem legitimadas. Mas são poucas entre tantas que traduzem a “estética da impermanência” de Harold Rosenberg.
28/10/2009 3 Comentários
A revista Panorama Crítico foi criada com o objetivo de criar, de modo indepentende, um espaço aberto ao debate crítico. Dentro desse objetivo, colocamos aqui o texto de Voltaire Shilling na íntegra, publicado no último dia 25 de outubro e debatido na rádio hoje (dia 28) Gauchá FM, com os mais diversos profissionais e pensadores que atuam na cultura. Convidamos a todos (que já tenham lido o texto, assim como aqueles que não tenham lido ainda) os leitores da revista e do blog a realizarem seus comentários sobre o texto como forma de enriquecer e pensar sobre as aberturas que este texto polêmico gerou nos últimos dias.
A capital das monstruosidades, por Voltaire Schilling*
Desde que Marcel Duchamp, um ex-artista cubista, francês de nascimento que escolheu os Estados Unidos como residência, mandou um urinol para ser exposto numa galeria de Nova York e, quase em seguida, em 1915, montou uma roda de bicicleta equilibrada sobre um pequeno banco e a fez passar por obra de arte, abriu-se a Caixa de Pandora dos horrores estéticos que a partir de então invadiram o cenário das exposições de arte.
Para acentuar ainda mais o seu deboche para com o que até então se entendia como arte, Duchamp, um pândego, um moleque crescido, pintou um belo bigode numa imagem da Mona Lisa de Leonardo da Vinci, ícone da pintura ocidental. Como ele não foi confinado num manicômio nem encarcerado por ofensas ao patrimônio estético (interessante observar que nunca o Direito Penal preocupou-se em classificar como crime hediondo quem de propósito fabricasse a feiura!), parte da vanguarda artística ocidental tomou-o como um profeta dos novos tempos. Estabeleceu-se então um deus nos acuda.
Todavia, o que particularmente nos chama a atenção como cidadãos desta nossa capital, que mais uma vez se vê intimidada pelo flagelo de uma nova “instalação”, é a notável concentração de “esculturas” e “monumentos” absolutamente espantosos. Um pior do que o outro.
Nosso calvário começa por aquela mandada erguer pelos burgueses do bairro Moinhos de Vento para celebrar sua vitória em 1964 que se encontra no Parcão (homenagem ao marechal Castello Branco, mas que também pode referir-se ao desembarque de um extraterrestre), chegando ao hediondo “timão” situado na rótula que antecede o museu Iberê Camargo.
Aliás, o primeiro “timão”, que parecia ter esterco como matéria original da sua composição, foi destruído pelos vileiros do Morro Santa Tereza, certamente indignados em terem-no nas vizinhanças (sofriam de uma injusta punição, além da pobreza tinham que encarar diariamente o exemplo da medonhice).
Este colar sem fim de mau gosto que nos assola ainda é composto pelo “cuiódromo”, encravado na rótula da Praça da Harmonia (obra que por igual pode ser entendida como a exaltação de um superúbere de uma vaca premiada), e por um tarugo de ferro enferrujado que adentra o Rio Guaíba nas proximidades da Usina do Gasômetro e que se intitula, pasmem, Olhos Atentos.
Nem os que foram perseguidos pelo regime militar escaparam destas maldades estéticas. O “monumento” que os lembra, erigido no Parque Marinha do Brasil, nos faz supor que eles continuarão atormentados ainda por muito tempo mais.
A gota d’água derradeira destas perversidades que acometem contra nós, pobres porto-alegrenses, foi a inauguração recente da Casa Monstro, situada na Rua dos Andradas. Pelo menos o autor, um jovem paulista, enfim alguém sincero no ramo, não a escondeu atrás de um título esotérico ou poético: é monstruosa, sim!
Trata-se da reprodução de um tumor que, inchado, é expelido pelas aberturas da construção e vem se mostrar aos olhos dos passantes, tal como se fora um abdômen de um canceroso recém aberto pelo bisturi de um cirurgião. Como se vê, uma maravilha!
Minha interrogação, depois de passar rapidamente os olhos sobre este vale de horrores que nos circunda, é por que Porto Alegre, cidade aprazível, moderna, povoada por gente simpática, habitada pelas mulheres mais belas do país e que abrigou artistas como Vasco Prado, Xico Stockinger e Danúbio Gonçalves, termina por excitar o pior lado de muitos que por aqui vêm expor?
Dizem-me que eles deixam estas abominações como doação (por não encontrarem compradores e não quererem arcar com o translado) e a infeliz prefeitura, constrangida, não tem como lhes dizer não.
Faço desde já um apelo ao secretário municipal da Cultura, Sergius Gonzaga, se este ano tal ameaça se repetir, mobilize-se. Levante recursos, promova uma ação entre os amigos da cidade para despachar tais coisas para qualquer outro lugar. Senão, peça socorro à ONU. Porto Alegre, aliviada, lhe será eternamente agradecida.
Jornal Zero Hora, Porto Alegre, RS – 25 de Outubro de 2009
* Nascido em 1944, é professor de História e Mestrando na UFRGS, responsável pelo Projeto Cultural do Curso Universitário. Escreveu 8 livros (*) e mais de 40 polígrafos, a maioria sobre História e História das Idéias Políticas. É professor do Curso de Jornalismo Aplicado da RBS-RS e palestrante da AJURIS-RS. Fez o Curso de Língua e Cultura alemã em Berlim em 1986, onde foi palestrante na Universidade Livre. Representou o Brasil na Feira Internacional do Livro de Jerusalém, em 1991. É articulista da Zero Hora-RS na página de “Opinião”, colaborador do Caderno de Cultura ZH e, também, foi comentarista de assuntos internacionais, culturais e políticos do programa “Câmera 2” na TV Guaíba-RS.