Des/Estruturas – mediação especial / Fundação Vera Chaves Barcellos

Alien – Manifestações do Disforme / MARGS

Possibilidades do Desenho – capacitação para professores e licenciados – Projeto Percurso do Artista / UFRGS

Festival Sul em Contato

Semana Nacional de Museus / Paço das Artes

A Mácula Humana – Anna Hepp / Subterrânea – Instituto Goethe

Gravetos Armados / Porão do Paço dos Açorianos – Paço Municipal

 

Exposição: Gravetos Armados – Antônio Augusto Bueno (divulgação)

Dia 17 de maio, às 19h, abre no Porão do Paço dos Açorianos a exposição Gravetos Armados de Antônio Augusto Bueno – uma instalação construída de diversas estruturas com gravetos formando desenhos tridimensionais, onde a linha comumente feita sobre o papel agora se apresenta no espaço através do material coletado em suas caminhadas pelas ruas e praças de Porto Alegre.  No espaço expositivo estarão expostos desenhos tridimensionais nas paredes, chão e suspensos no teto, onde uma iluminação idealizada para esta mostra projetará as linhas transformando suas sombras em novos desenhos.

Esta exposição faz parte de um projeto no qual Antônio Augusto vem fazendo diferentes montagens em diferentes locais – tanto fechados quanto ao ar livre – sempre utilizando gravetos coletados nas ruas e praças dos locais onde expõe. A ultima montagem foi no MHSC de Florianópolis e a exposição Gravetos Armados na Galeria Iberê Camargo da Usina do Gasômetro está indicada na categoria Destaque em Escultura – VI Prêmio Açorianos de Artes Plásticas. Estas diferentes montagens estão sendo registradas em fotografia e vídeo e serão disponibilizadas na web juntamente com textos críticos e depoimentos.

Exposição: Gravetos Armados – Antônio Augusto Bueno
Abertura: 17/05/2012, às 19h
Local: Porão do Paço dos Açorianos
Praça Montevidéu, 10 – Centro Histórico – Porto Alegre
Visitação: de 18 de maio a 22 de junho de 2012
de segunda a sexta das 9h às 12h e das 14h às 18h

Rafael Zavagli + Eduardo Climachauska / Galeria Laura Marsiaj

RAFAEL ZAVAGLI – Breves terrenos para uma pintura
“Breves Terrenos para uma Pintura” apresenta uma série de trabalhos resultantes da reflexão sobre as relações entre o espaço, o lugar*, a paisagem e suas constantes transformações funcionais e estéticas, questionando os papéis pré-estabelecidos por seus habitantes para os mesmos.
Em tais relações, pretende-se que os ambientes, no momento em que são abordados, sejam entendidos como “espaços transitórios”, adquirindo ou se destituindo de um caráter de “lugar funcional e familiar” e, nos limites do espaço pictórico, passem a obter instantaneamente outras leituras e significados. Em “It’s a dog house”, por exemplo, o espaço genérico verde (grama) depois de gradeado (casa do cachorro), se torna um “lugar”, um ambiente reorganizado estética e funcionalmente.
Ocupação, transformação e delimitação de espaços dessa ordem incorporam outros significados quando transportados para a tela. As imagens em grandes dimensões, presentes enquanto pintura, se tornam mais do que registros visuais – aqueles que detêm a memória de um tempo específico – para se tornar também um meio de refletir, em suas muitas especificidades e com uma abordagem contemporânea, sobre o gênero “pintura de paisagem”.

*A escritora e curadora Katia Canton cita no texto “O lugar da arte” os conceitos de espaço e lugar segundo o pensamento do sociólogo britânico Anthony Giddens: a palavra espaço é utilizada genericamente enquanto o lugar se refere a uma noção específica e familiar de espaço.

EDUARDO CLIMACHAUSKA : Felicidade de arranha-céu
A exposição é composta de duas peças de caráter escultórico. Uma, intitulada “Ho-ba-la-lá”, é formada por duas pedras de mármore branco unidas entre si e também presas à parede por finos cabos de aço. A outra, “Felicidade de arranha-céu”, é um arranjo com chapas de zinco, cal e vidro fumê. As peças são posicionadas de modo a estabelecer relações entre o espaço interno da galeria e o espaço da rua. Há uma instabilidade estrutural em cada uma delas. Em “Ho-ba-la-lá”, as duas metades do mármore fendido são circundadas por um cabo de aço, que as mantém atadas. Um outro cabo prende o conjunto à parede, atravessando-a, sumindo mesmo ali, não deixando entrever o que é que sustenta tamanho peso. O conjunto inclina-se até o limite tenso entre sustentação e queda. Já em “Felicidade de arranha-céu”, o que “está por um fio” é uma grossa chapa de vidro escuro colocada entre o pó e as chapas de zinco. Essas chapas tamanho padrão, de fábrica, posicionadas numa das quinas, rentes à parede, esticam-se do chão quase ao teto. No solo e colado à chapa, o pó de cal solto se amontoa. Entre os dois, apoiada num único ponto na parte alta, prestes a escorregar pelo zinco, a chapa de vidro fumê equilibra-se fragilmente. Haveria nesse jogo de tensões e oposições algo além da mera justaposição de materiais tomados da arquitetura e da construção. Materiais que costumamos encontrar solidamente postados porque frágeis (e caros ?) estão em risco. E o risco, aqui, exige uma visitação mais atenta. Haveria algo de desconfortável no corpo a corpo com essas peças e materiais, mas também algo de sedutor (e perigoso ?). Os mármores pesados parecem leves e desafiam uma fruição mais próxima. Separados, voltam a juntar-se por um artifício externo: um simples cabo metálico posicionado de forma a unir e manter a peça no seu estado de tensão máxima. Já o vidro, escuro mas também transparente parece pouco à vontade entre o zinco e a cal. Um artifício de outra natureza, prestes a ruir ao mais leve toque. Aparentemente não há nada que o mantenha em segurança nesse estado. Um corpo estranho, um pouco como se retirássemos a sombra do vão das pedras e a posicionássemos ali, entre o metal e o pó. Se aqui (como a canção de Herivelto Martins insinua) construímos nossas “felicidades de arranha-céu”, é fundamental investigar em que bases se dá esse gesto, e que relações o governa.

Curso de Serigrafia em Tecidos / Atelier do Adalberto

Riopardense de Macedo / Arquivo Histórico de Porto Alegre

Dramas Cotidianos / 4° andar – Usina do Gasômetro

Dramas Cotidianos – Carla Rosane / Usina do Gasômetro, 4° andar (divulgação)

Carla Rosane, natural de Pelotas – RS, é formada em Artes Visuais pela Universidade Federal de Pelotas (2010) e Pós-graduanda pela mesma instituição (2011). Trabalha com xilogravura, uma técnica artesanal e antiga criada para a reprodução em serie e hoje uma linguagem expressiva dos artistas contemporâneos.
A técnica esta em sua produção artística desde o principio de sua proposta como artista visual contemporânea, sendo a técnica que melhor exprime seu pensamento.
As obras reunidas para esta exposição fazem parte de dois momentos de sua trajetória, daquela influencia expressionista dada pelas cenas em dois planos opostos, uma característica própria da imagem em movimento e deste momento atual onde agrega mais elementos do grafismo que a identificam para seguir cenas em dois planos, mas com leves passagens de cor, diferente do instante inicial onde imagens ainda em preto e branco, num alto-contraste era um dos aspectos que acentuavam a dramatização da cena.
A associação com o mundo pós-moderno é inevitável. A fotografia, um dos fetiches pós-modernos é a origem de todo o processo. A montagem, o fragmento que reúne vários momentos, a cena, o relevo na madeira… são elementos que compõem a sua poética contemporânea.
Exposição: Dramas Cotidianos – Carla Rosane
Abertura: 15 de maio de 2012, às 19h
Local: Usina do Gasômetro, 4° andar
Av. Presidente João Goulart 551

Objetos – Marlene Kozicz / Galeria Arte e Fato

A Voz da Roupa – Barraco Galeria Mascate / Usina do Gasometro

Re-Imagem / Galeria Subsolo

Em tempos cibernéticos, desimulações e apropriações, a história prossegue na prática efetivando caminhospossíveis da mecanização da arte. Vencendo as resistências emocionais, osprocessos mecânicos de criação e os instrumentos técnicos, científicos eindustrializados, recebem a classificação de arte. Foram longos e penosos ostempos de defesa da fotografia como arte e ainda somos inaugurais na computer art, apesar do período arcaicoda arte cibernética ter ocorrido em fins dos anos 50.
 Surgindo pelos caminhos construtivistas, nosgrafismos matemáticos e mecanizados, a arte digital necessariamente chega  à figuração  e se apropria damemória de imagens virtuais.
Da abstração à figuração, na eradigital preferimos a imagem ao objeto, a cópia ao original, o simulacro ao real.Aceitamos o pastiche, as combinações e os ecletismos. Não necessitamos damanufatura. A matéria se desintegra em energia e se sublima em informação. Fabricamoso hiper-real, o espetacular.  Asfigurações hiper-reais corrigem a realidade e são mais interessantes.  Tudo isto com ironia e sem culpa, num presenteperpétuo regido por bombas atômicas.
Alex Teleginski  é um representante da arte digital paranaense.Suas obras de grande formato, produzidas em cópias únicas ou com pequenas tiragens e a laser, trazem como tema  o simulacro feminino , mulheres virtuais, semidentidades,  eróticas…  um ardil bem sucedido de simulação, queapresenta a bio- estética, a hiper-mulher, mais mulher que as mulheres, siliconadas,extravagantes e apáticas, sem culpa, pornôs e espetaculares.
 Em  outro caminho, mais abstrato, Alex Teleginski,trabalha detalhes mecânicos do cotidiano urbano,  micrologia que dá ênfase à micro-situaçõesdesapercebidas.
Coerente e pós-moderno, emessência, Alex Teleginski é adepto do rock- metal industrial, elementoinspirador da sua produção e filosofia principal pós-moderna que defende opragmatismo dos instintos contra a domesticação do homem e a anulação de seusinstintos pela tecnociência.
Vamos ao que diz Alex  Teleginski:
“(…) a plasticidade do meuolhar está sendo projetado na infinidade de imagens que fazem parte do nossouniverso online e no qual desenvolvo um trabalho fotográfico.  Faço apropriações de imagens obtidas pelainternet, reúno fragmentos de inúmeras fotografias  com a manipulação das imagens e a  pintura digital. O resultado final é acriação de imagens desconhecidas e a participação do  fruidor.”
“ Procuro imagens quejustifiquem  o ato da habilidade deobservar, estendendo o olhar com interesse dirigido, examinando minuciosamente,focalizando e despertando o interesse em concentrar o pensamento com a vontadede ver para além dos detalhes significativos.”
Do micro-computador ao rock metalindustrial e sex-shop… Alex Teleginski.
                                                Joice Gumiel   Passos.  Membro ABCA/AICA.      Curitiba abril 2012.
                     RE-IMAGEM - exposição de arte digital de Alex Teleginski
abertura     10/05às 21h
visitação     de10/05 à 07/06/2012
local             SUBSOLOGALERIA DE ARTE CONTEMPORÂNEA
                     CENTRO CULTURAL DELIMA MEDEIROS
                     Av. Iguaçú ,2481. Curitiba/PR
                    (41)30198701
horários     terça asexta, 14h às 20h
                    sábado,11h às 18h

Diagnósticos / Galeria Iberê Camargo – Usina do Gasômetro

Diagnósticos de Kelvin Koubik – Galeria Iberê Camargo / Usina do Gasômetro (divulgação)

 

Inaugura quinta feira dia 10 de maio às 19h a exposição Diagnósticos de Kelvin Koubik na Sala Iberê Camargo da Usina do Gasômetro que permanece aberta a visitação até 10 de junho de 2012, de terça a domingos das 14h às 19hs. É a primeira exposição individual deste jovem artista, estudante do Instituto de Artes, que tem 22 anos e vem explorando o desenho como caligrafia gestual.

A exposição é um projeto sobre a apropriação da escrita e tipografia da língua portuguesa. É formada de grandes e pequenos formatos onde aparece um gesto rápido e nervoso. Os desenhos são realizados em nanquim, grafite e borracha.

Se desenhar é inventar códigos gráficos, este jovem artista, como Leon Ferrari ou Mira Shendel, inventa seus próprios alfabetos. Os diferentes símbolos empregados aqui são utilizados como ferramentas para a exploração do desenho. O trabalho especula o que a letra tem de imagem e o que a imagem tem de letra. Desconstrói o significado da linguagem da escrita. É a escrita do desenho e o desenho da escrita.

No extremo do gesto o desenho da letra extrapola a forma legível, deixando o vestígio do estremecimento irrepetível da mão. Rompe a escritura para gerar uma caligrafia muda, sem palavras. Os elementos textuais se transmutam em desenhos abstratos. A linguagem fala pelos gestos e pelos ritmos numa comunicação sonora que propõe o livre navegar dos olhos através de texturas, distorções e deformações.

Exposição: Diagnósticos – Kelvin Koubik
Abertura: 10 de maio de 2012, às 19h
Visitação: 11 de maio a 10 de junho de 2012 – Terça a domingo, 14 às 19h
Local: Galeria Iberê Camargo – Usina de Gasômetro, Av. Presidente João Goulart 551

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         Inaugura quinta feira dia 10 de maio às 19h a exposição Diagnósticos de Kelvin Koubik na Sala Iberê Camargo da Usina do Gasômetro que permanece aberta a visitação até 10 de junho de 2012, de terça a domingos das 14h às 19hs. É a primeira exposição individual deste jovem artista, estudante do Instituto de Artes, que tem 22 anos e vem explorando o desenho como caligrafia gestual.

         A exposição é um projeto sobre a apropriação da escrita e tipografia da língua portuguesa. É formada de grandes e pequenos formatos onde aparece um gesto rápido e nervoso. Os desenhos são realizados em nanquim, grafite e borracha.

         Se desenhar é inventar códigos gráficos, este jovem artista, como Leon Ferrari ou Mira Shendel, inventa seus próprios alfabetos. Os diferentes símbolos empregados aqui são utilizados como ferramentas para a exploração do desenho. O trabalho especula o que a letra tem de imagem e o que a imagem tem de letra. Desconstrói o significado da linguagem da escrita. É a escrita do desenho e o desenho da escrita.

         No extremo do gesto o desenho da letra extrapola a forma legível, deixando o vestígio do estremecimento irrepetível da mão. Rompe a escritura para gerar uma caligrafia muda, sem palavras. Os elementos textuais se transmutam em desenhos abstratos. A linguagem fala pelos gestos e pelos ritmos numa comunicação sonora que propõe o livre navegar dos olhos através de texturas, distorções e deformações.

Curso de Misturas: encontros de criação em trânsito / Atelier Livre

O Olhar que vem da terra / GaleriaVirgilio

Olhar que vem da terra reúne fotografias de 15 artistas de origem paraense em coletiva nagaleria dirigida por Izabel Pinheiro em São Paulo

Guy Veloso, série Penitentes, 2002 (impressão papel algodão, 65 × 100 cm)

A Galeria Virgilio   inaugura no dia 08 de maio, às 20 horas, a mostrade fotografias O Olhar que vem da Terra, com curadoria de Izabel Pinheiro e texto de apresentação do arquitetoPaulo Chaves. A coletiva 47 de fotos e 2 vídeos exibe a recente produção de 15 artistas de origem paraense ao públicopaulistano durante a realização da SP Arte, evidenciando a diversidade delinguagens de diferentes gerações de artistas selecionados pela galeristaparaense.
Participamda coletiva: Alberto Bitar(selecionado para a 30a Bienal de São Paulo), Alexandre Sequeira, ArmandoQueiroz, Bruno Cecim, Claudia Leão, Elza Lima, Mariano Klautau,Flávya Mutran, Fatinha Silva, Guy Veloso(participou da 29a Bienal de São Paulo), Octávio Cardoso, Paulo Jares,Walda Marques, Pedro Cunha e Paula Sampaio.
Balizadadesde o início dos anos 1980 em oficinas criativas como o Fotoficina, Fotoativa e,principalmente, nas realizações do Fotovaral,a partir de 1983, algumas gerações de artistas paraenses passaram a fazerleituras críticas acerca do fazer fotográfico, alentando uma produção singularque teve continuidade na década seguinte, impulsionada pela Oficina de Fotografia Fotoativa. Para opesquisador e fotógrafo Patrick Pardini, o legado técnico, metodológico epedagógico dessas oficinas  se fazpresente em grande parte da atual produção fotográfica paraense representadanesta mostra coletiva.

Otavio Cardoso, Sem Título, Sem Data (fotografia, 40 x 60 cm)

ParaPaulo Chaves, que é tambémSecretário da Cultura do Estado do Pará, “a fotografia paraense se afirma na diversidade de conceitos e atitudesdiante da vida. A rigor, apesar das diferenças, pulsa uma factívelidentidade amazônica, com suas misérias e esperanças. Quem sabe um único olharnum caleidoscópio de infinitas combinações, ou, talvez, múltiplos olhares deuma essência que se plasma na energia do nosso imaginário”.

Evento: O Olhar que vem da terra, exposição coletiva de foto e vídeo
Abertura: 08 de maio, terça-feira, a partir das 20 horas
Período expositivo: de 09 de maio a 05 de junho de 2012

GaleriaVirgilio
Endereço: RuaVirgílio de Carvalho Pinto, 426
CEP05415-020, Pinheiros, São Paulo – SP – (5511) 2373 2999
Horários: de segunda a sexta, das 10 às 19h; e sábados, das 10 às 17hEntrada franca e livre
www.galeriavirgilio.com.br 

Mini-oficina de fotografia de viagem / Studioclio

mini-oficina de fotografia de viagem (divulgação)

O StudioClio promove, neste sábado, mais uma edição da mini-oficina de fotografia de viagem. Das 9h30 às 12h30 do dia 12, o prof. Francisco Marshall apresenta os fundamentos da fotografia e esclarece suas aplicações em 4 técnicas de fotografia de viagem: paisagem, retrato, retrato com paisagem e museu.
O curso tem caráter teórico e prático, incluindo análise das relações entre história da pintura e fotografia, análise de repertórios e oficina prática. Ao término do curso, será fornecido certificado de 3h/aula.
Os valores são de R$ 60,00 (público geral) e R$ 50,00 (professores e estudantes). A entrada é franca para expedicionários do programa ClioTur que viajarão em maio e junho (roteiros Grécia Turca – de Troia à filosofia e Machu Picchu e a Festa do sol). As inscrições podem ser feitas através da página www.studioclio.com.br. Mais informações pelo telefone 32547200.

Francisco Marshall
Licenciado em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1988) e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo (1996), Francisco Marshall realizou pósdoutorado na Princeton University (NJ, EUA, 1998), como bolsista Capes-Fulbright, convidado de Peter Brown, e na Ruprecht-Karls-Universität Heidelberg (Alemanha, 2008-9), como bolsista da Fundação Alexander von Humboldt. Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, atuando no Depto. e PPG História (IFCH) e no PPG Artes Visuais (IA). Tem experiência nas áreas de História e de Arqueologia Clássica, com ênfase em História Antiga e Medieval, atuando principalmente em história antiga, arqueologia clássica, museologia, iconologia, estudos do imaginário e história da cultura.

 

Oficina Mini-oficina de fotografia de viagem, Com Francisco Marshall
Dia  12 de maio, sábado, das 9h30 às 12h30
StudioClio – Instituto de Arte e Humanismo
Rua José do Patrocínio, 698 – Cidade Baixa – (51) 3254 7200
www.studioclio.com.br

Ohm – Paulo Vivacqua / Galeria Moura Marsiaj

Paulo Vivacqua faz sua primeira individual em São Paulo, na Galeria Moura Marsiaj, o artista apresenta uma instalação sonora com 12 canais de áudio, tudos de aço inox, altos falantes e fios.

Seis tubos de aço de diferentes dimensões são dispostos cruzados uns sobre os outros no centro do espaço da galeria. Dois alto-falantes estão acoplados nas extremidades de cada tubo, ambos direcionados para seu interior, semelhante à uma cápsula. O som emitido pelos alto-falantes tem um aspecto metálico e contínuo com pequenas variações ao longo do tempo, como se fosse um “mantra industrial”. Suas variantes sugerem a expansão e contração das dimensões do espaço interior do cilindro ou do seu material.

O nome da obra Ohm remete ao signo Ω utilizado na medição da unidade de resistência, um dos parâmetros físicos no processo de amplificação do som. O mesmo signo está inscrito na superfície de cada cápsula, como um certificado de alguma coisa a ser definida, uma variante aberta. Por sua vez, a sonoridade do trabalho evoca um campo de ressonância, como se o som do metal estivesse continuamente sendo gerado e dissolvido ao mesmo tempo.

Nas paredes laterais da galeria, ao longo do espaço, estão disposta duas esculturas, Placas. Chapas de metal com alto falantes fixados por imãs e fios desenhados sobre a superfície, conectando os alto-falantes entre si e estes ao equipamento de som localizado separadamente. A forma e disposição dos falantes e fios sobre a superfície das chapas e sua função em emitir o som se confundem ou convergem na sua apresentação concreta e desencarnada. O som emitido aqui é o ataque de chapas metálicas percutidas no espaço, em contraposição (ou contraponto) ao continuum imersivo da instalação.

Paulo Vivacqua é artista selecionado para a próxima edição da Bienal de São Paulo, recentemente, o artista entrou para as seletas coleções Cisneros NY and Thyssen Bornemisza.

Abertura de exposições / Galeria Luisa Strina

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