Gravetos Armados / Porão do Paço dos Açorianos – Paço Municipal

 

Exposição: Gravetos Armados – Antônio Augusto Bueno (divulgação)

Dia 17 de maio, às 19h, abre no Porão do Paço dos Açorianos a exposição Gravetos Armados de Antônio Augusto Bueno – uma instalação construída de diversas estruturas com gravetos formando desenhos tridimensionais, onde a linha comumente feita sobre o papel agora se apresenta no espaço através do material coletado em suas caminhadas pelas ruas e praças de Porto Alegre.  No espaço expositivo estarão expostos desenhos tridimensionais nas paredes, chão e suspensos no teto, onde uma iluminação idealizada para esta mostra projetará as linhas transformando suas sombras em novos desenhos.

Esta exposição faz parte de um projeto no qual Antônio Augusto vem fazendo diferentes montagens em diferentes locais – tanto fechados quanto ao ar livre – sempre utilizando gravetos coletados nas ruas e praças dos locais onde expõe. A ultima montagem foi no MHSC de Florianópolis e a exposição Gravetos Armados na Galeria Iberê Camargo da Usina do Gasômetro está indicada na categoria Destaque em Escultura – VI Prêmio Açorianos de Artes Plásticas. Estas diferentes montagens estão sendo registradas em fotografia e vídeo e serão disponibilizadas na web juntamente com textos críticos e depoimentos.

Exposição: Gravetos Armados – Antônio Augusto Bueno
Abertura: 17/05/2012, às 19h
Local: Porão do Paço dos Açorianos
Praça Montevidéu, 10 – Centro Histórico – Porto Alegre
Visitação: de 18 de maio a 22 de junho de 2012
de segunda a sexta das 9h às 12h e das 14h às 18h

40 anos / Arquivo HIstórico de Porto Alegre Moysés Vellinho

1967-1969: Tadeusz Lapinski em Porto Alegre / Paço Municipal

Vacation – instantes da vida / Porão do Paço Municipal de Porto Alegre/RS

A exposição intitulada Vacation é composta de 10 obras dimensionais e tridimensionais (2009 -2010 e 2011) sobre papel e tecido que alia a técnica “histórica” da fotografia: o Cianótipo ou Blue print (1842), técnica esta, que trabalho desde 2004, e a tecnologia digital  empregada nos negativos construídos.

Estas obras versam  sobre  os “rastros da memória”: marcas e vestígios do corpo e de objetos cotidianos que através do meio fotográfico se fixam por alguns momentos.  O uso de lençóis, tecidos e a construção de objetos como livros, “câmeras” de madeira, caixas – fazem parte do processo criativo e dialogam com a técnica fotográfica.

Através destas fotografias sigo buscando capturar o incapturável – o instante em que vivemos: olhar o presente que já virou passado, os sentimentos que nos constroem as experiências que nos acontecem.   O mudar das “férias” sugere, muitas vezes, um deslocamento físico e emocional que pode nos transformar, o sair da cidade em que vivemos sugere um deslocamento do olhar do cômodo ou incomodo, permitindo um outro tempo  e  outros olhares que  seguirão registrados em nossas memórias.

As fotos são construídas com a auto-representação, a representação do outro e com a projeção de vários objetos que remetem à infância, às férias, a docência, viagens e as cidades por onde passamos. Através de conchas, corpos, flores, livros e fotos são construídas narrativas sobre as passagens, as marcas e cicatrizes que nos instigam a um deslocamento constante e a um aprendizado mutante.

O lúdico, a memória, a fronteira entre a fantasia e a realidade, a cidade que vivemos e a cidade que visitamos… a vida que passa rápido, o instante que já foi…. falam da valorização e a urgência de viver o presente de forma participante.

Jussara Moreira de Azevedo – Porto Alegre,novembro2011.

“……. . Apropriando-se de fotografias de família – sejam de sua própria genealogia ou não -, mescladas às suas fotos pessoais, Jussara Moreira explora as possibilidades poéticas dos deslocamentos, das opacidades, do que já não é mais visível como outrora, do que aflora à superfície, tão límpido quanto uma recordação inventada”. Ana Albani de Carvalho( Texto exposição passagens,2003)

Vacation- Instantes da vida
 
Abertura: 05 de abril de 2012
Visitação: 09 de abril a 11 de maio de 2012
Local: Porão do Paço Municipal
Paço dos Açorianos – Praça Montevidéu, 10
Centro Histórico – Porto Alegre- RS

A Obra e a Coleção de Jean-Pierre Bordeaux / Porão do Paço Municipal

Gravura Atelier Livre – 1958 – 1996 / Paço Municipal

Entre a incisão e a inscrição / Paço Municipal

A primeira exposição individual de Bethielle Kupstaitis é composta de desenhos realizados a partir de objetos criados pela artista que lhe servem de modelos de observação para os trabalhos. A partir desse processo existe constantemente uma estrutura subjacente aos desenhos que organiza o espaço e é repetida de diferentes formas. Desta materialização nascem também gravuras que fazem por sua vez com que os procedimentos técnicos de gravação sejam inseridos em seus desenhos. O imaginário da artista é gravado sobre chapas e papéis, a ação marca a firmeza de um movimento, a precisão de um sulco que imprime uma decisão sobre o suporte.

Visão 6.5 (do pessoal ao coletivo) / Paço Municipal

É Primavera / Paço Municipal

Proibido Mortal / Paço Municipal de Porto Alegre

Memoriais de um Urbano / Porão do Paço Municipal

Cadê o Lobo? / Paço Municipal

Dias Claros e Azuis / Porão do Paço Municipal

Paisagens Oníricas / Paço Municipal

Idiorritimias – Grupo Superfície / Paço Municipal

Ambiências na Parede

Os seres da mata e sua vida como pessoas – Porão do Paço Municipal

Atelier Livre 50 anos – Curso Oswald Goeldi 1961/1964

Desejo Marginal

Palimpsesto – Paço Municipal

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