Oficina – Com Quais Fios se Tecem Paradoxos / Santander Cultural

Encontro em dois tempos – O Triunfo do Contemporâneo – 20 Anos do MAC/RS / Santander Cultural

O Santander Cultural Porto Alegre marca os últimos dias da mostra O Triunfo do Contemporâneo – 20 Anos do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, com uma iniciativa chamada Encontro em dois tempos. Dia 21 de abril, próximo sábado, a partir das 14h30, André Venzon, diretor do MAC-RS, faz apresentação e mediação de dois painéis: A Perspectiva da Curadoria, com Bianca Knaak, Gaudêncio Fidelis e Neiva Bohns, e A Perspectiva do Artista, com Dudi Maia Rosa, com Elaine Tedesco e Gaudêncio Fidelis. A exposição que encerra em 29 de abril, reúne 150 obras de 64 artistas da coleção do museu por meio de um recorte panorâmico de grande envergadura e teor artístico. A proposta curatorial de Gaudêncio Fidelis utiliza estratégias para constituir novas possibilidades de leitura, recepção, interpretação e associações contextuais que mostram de maneira criativa o potencial dos artistas representados na coleção.

 

O Triunfo do Contemporâneo – 20 Anos do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, até 29 de abril

Encontro em dois tempos

Apresentação e mediação André Venzon-Diretor do MAC-RS – Dia 21 de abril, das 14h30 às 18h30, entrada franca, 80 lugares

A Perspectiva da Curadoria

Bianca Knaak-Historiadora de arte e professora do I.A. da UFRGS / Gaudêncio Fidelis-Curador da exposição / Neiva Bohns-Historiadora de arte e professora da UFPEl

A Perspectiva do Artista

Dudi Maia Rosa-Artista / Elaine Tedesco-Artista / Gaudêncio Fidelis

 

Santander Cultural

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2º Encontro URBE / Santander Cultural

Samico / Santander Cultural

A chave de ouro do reino do vai-nao-volta - 1969 - 55x 32,8cm

Pela primeira vez, a vida e a obra do gravurista pernambucano Gilvan Samico, 83 anos, são registrados em livro. A Bem-Te-Vi Produções Literárias faz chegar às livrarias uma reunião de gravuras e pinturas a óleo – muitas delas inéditas, nunca vistas sequer em catálogos de arte – em uma publicação de luxo, ilustrada com reproduções das obras e fotografias do artista em sua casa e ateliê em Olinda (PE). No Rio Grande do Sul, o lançamento da publicação de 190 páginas, acontece exclusivamente no Santander Cultural Porto Alegre, em 17/4, a partir das 17 horas. O encontro começa com bate-papo com Samico, o autor do livro Weydson Leal e a artista de Porto Alegre Anico Herskovits na Sala Multiuso, seguido por coquetel e sessão de autógrafos, às 18h30, na Loja Koralle Santander Cultural e Moeda Bar e Restaurante.

Santos, profetas, pássaros de fogo, dragões, serpentes, bois encantados, cavalos misteriosos são temas recorrentes na obra de Samico, que trabalha de modo totalmente autônomo e artesanal com impressionante virtuosismo técnico: desenha em papel, transpõe para a lâmina de madeira, faz o entalhe, aplica tinta somente nos relevos e finalmente surge a gravura. Todo esse processo demora entre três e quatro meses, de modo que hoje em dia o artista realiza apenas uma ou duas obras por ano. “A gravura não permite que eu erre. Se retiro um pedaço errado da madeira, não tem mais jeito”, diz Samico.

 Gilvan Samico tem obras em importantes museus e galerias pelo mundo: Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães – MAMAM (PE), Pinacoteca do Estado de São Paulo (SP) e Museum of Modern Art – MoMA (NY, EUA), entre outros. Em 2004, uma grande retrospectiva sua ocupou a Pinacoteca do Estado de São Paulo com o título Samico: do desenho à gravura. A exposição recebeu o Grande Prêmio da Crítica, categoria Artes Visuais, dado pela Associação Paulista de Críticos de Arte nesse mesmo ano.

A trajetória de Samico, desde os primeiros desenhos copiando figuras de revistas até a integração ao Movimento Armorial – criado por Ariano Suassuna com vistas à valorização e preservação da cultura popular – também é narrada no livro.

SAMICO

Lançamento Santander Cultural Porto Alegre – 17 de abril, 17 horas

Apresentação Ariano Suassuna – Texto Weydson Barros Leal – Fotos Helder Ferrer

Bem-Te-Vi Produções Literárias – Publicação estará à venda na Loja Koralle, no sub solo do Santander Cultural no valor de R$190,00

Sobre o artista: Gilvan José Meira Lins Samico nasceu no Recife em 15 de junho de 1928 e viveu a infância e a adolescência no bairro de Afogados, na capital pernambucana. Foi o penúltimo dos seis filhos de um casal de classe média, cujo pai era comerciante e a mãe, dona de casa. Começou a desenhar na adolescência copiando artistas famosos que via nas revistas de cinema. Mais tarde, já tendo se decidido pela xilogravura, teve mestres importantes como Abelardo da Hora e Oswaldo Goeldi. Vive em um casarão do século XVII em Olinda em companhia de sua mulher, Célida, a quem o livro Samico é dedicado.

Sobre a editora: Bem-te-vi Produções Literárias – www.editorabemtevi.com.br – foi inaugurada em 2001 e tem como projeto editorial registrar e divulgar recortes originais da cultura e produção artística brasileira, com a intenção de preservar a sua memória. A editora lança entre três e cinco projetos por ano, escolhidos criteriosamente e com esmerado projeto gráfico.

Santander Cultural

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Terça a sexta, das 10h00 às 19h00

Sábados, domingos e feriados, das 11h00 às 19h00

Seminário Memória Bordada / Santander Cultural

Memória Bordada / Santander Cultural

A exposição das obras de Arthur Bispo do Rosário será acompanhada de um grande debate em torno de sua produção artística que, como é de conhecimento de todos, obteve o reconhecimento da crítica especializada em nível internacional. Assim, a obra em questão não pode ser considerada numa leitura que a reduza ao registro da psicopatologia, mas deve necessariamente ser inscrita num quadro de interpretação interdisciplinar, onde  a literatura , a teoria da arte, a historia da arte , a filosofia e a psicanálise devem se conjugar na compreensão dos pressupostos da obra em pauta.

Portanto, mesmo que se considere que a obra de bispo do Rosário tenha sido realizada na sua totalidade quando este estava internado na Colônia Juliano Moreira, é preciso considerar que a sua condição de internado deve ser interpelada num quadro conceitual que enfatize as dimensões  histórica e social do estatuto do internamento,de forma que a sua obra ganhe em relevo  ao ser interpretada nas perspectivas arqueológica e genealógica, tal como Foucault destacou em “A hisória da loucura na idade clássica”Desta maneira, o percurso de Bispo do Rosário se inscreve numa concepção trágica da loucura,na qual existe a produção de obra e a presença  do sujeito.

Por isso mesmo, os dois painéis que se inscrevem no quadro da exposição contará com a presença de intelectuais de diferentes campos do saber, que pretendem colocar em pauta a complexidade e a riqueza evidenciada pela obra de Bispo do Rosário

 

Dia 11, Quarta feira:

17:00 ás 20;00

Mesa 1: Palestrantes

Wilson LázaroBispo do Rosário: Fé, Criação e Gloria”

Viviane Trindade Borges-  “Do Esquecimento ao tombamento:a Patrimonialização de Arthur Bispo do Rosário”

Thomas Josué –“ Arte e Narrativas : uma outra Desinstitucionalização da Loucura”

*Wilson lazaro- Curador do Museu Bispo do Rosário  Arte Contemporânea .Organizador do Livro : Arthur Bispo do Rosário – Século XX. Cosac Naify.

*Viviane Trindade Borges- Professora de Historia da Universidade Estadual de Santa Catarina , Doutora em História pelo Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

*Thomas Josué  Doutor em Antropologia Social especialidade em Saúde Mental e Arte. Universidade de Barcelona, UB – Barcelona, Espanha.Mestre emTeoria, História e Crítica da Arte pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.Pesquisador e Docente da Universidade Federal do Pampa

 

Dia 12, Quinta-Feira

Horário-17.00 ÁS 20.00

Mesa 2 : Palestrantes

Elida Tessler -“Borda do Objeto: Estandarte de Palavras”

Kathrin RosenfieldBispo – a Graça (e a Dor) de Sustentar-se numa outra Dimensão

Joel Birman – “No princípio era a Voz: A Voz de Deus nas mãos do Bispo-a grande obra de Arte”.

*Elida Tessler- Elida Tessler é artista plástica e professora do Departamento de Artes Visuais e do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS.  Doutora em História da Arte Contemporânea na Université de Paris I – Pós-Doutoranda na EHESS-Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales e junto ao Centro de Filosofia da Arte – UFR de Philosophie – Université de Paris I-. É pesquisadora do CNPq, desenvolvendo pesquisa em torno das questões que envolvem arte e literatura, relacionando a palavra escrita à imagem visual.

*Kathrin Rosenfield-  graduada em Letras pela Université de Paris III , mestre em Antropologia Histórica pela École des Hautes Études en Sciences Sociales e doutora em Ciência da Literatura pela Universidade de Salzburg .Professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

*Joel Birman- Medico, Psicanalista,doutor em Filosofia pela USP professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro, professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Membro do Espaço Brasileiro de Estudos Psicanaliticos(EBEP)

Arthur Bispo do Rosário: a poesia do fio / Santander Cultural

Lutas (1938/1982) - Tecido, linha, plástico e metal, s/data - 83 x 122 x 5cm - Coleção Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea - Foto: Rodrigo Lopes

O Santander Cultural inaugura a exposição Arthur Bispo do Rosário: a poesia do fio, em 20 de março. A iniciativa completa o ciclo de aberturas de três mostras em março, que já inclui O Triunfo do Contemporâneo – 20 anos do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul e Rever. A nova exposição, que fica em cartaz até 21 de abril, na galeria superior leste, está em sintonia com a filosofia do Santander pelo fomento da cultura com visão contemporânea, voltada aos movimentos globais ao mesmo tempo em que valoriza a brasilidade.
São 239 obras que mostram o universo deste artista singular que, na complexidade do delírio, foi capaz de romper paradigmas e transgredir conceitos para elaborar uma grande obra. A expografia faz alusão às cenas fortes que contemplam alguns aspectos do universo da obra e do pensamento do artista.
Bispo do Rosário passou a maior parte de sua vida internado em uma clínica para doentes psiquiátricos e lá produziu toda sua obra, que hoje é um importante patrimônio cultural brasileiro. Por meio de sua criação, acessamos um imaginário que serve de ponto de partida para um amplo processo de reflexão da arte contemporânea e da cultura popular.
Arthur Bispo do Rosário: a poesia do fio tem a parceria do Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea e dos curadores Wilson Lazaro e Helena Severo. “A obra de Arthur Bispo do Rosário se confunde com a sua própria vida e faz parte de um universo da criação de artistas que, como ele, desenvolveram a trajetória à margem da sociedade. Essa “vida-obra” tem a força de uma rebelião silenciosa e solitária”, destacam os curadores, que procuraram trazer contemporaneidade ao projeto”, ”, destaca a dupla de curadores.
Já Carlos Trevi, Coordenador Geral das Unidades Culturais do Santander, salienta que “Arthur Bispo do Rosário foi um artista de vanguarda, de forma absolutamente intuitiva, sem receber qualquer treinamento técnico, conviver com outros artistas, ler livros especializados ou frequentar espaços de arte, e mesmo assim ele tem forte influência nas artes plásticas, moda, literatura, poesia, design, dança, cinema, teatro, fotografia e música”.

Sobre Arthur Bispo do Rosário
Durante cerca de 50 anos, Arthur Bispo do Rosário viveu alimentando-se de sua arte, recusando os tratamentos psiquiátricos — drogas, eletrochoques e lobotomia —, não frequentando os ateliês da arteterapia ou terapia ocupacional oferecidos como opção única da arte. Por meio da arte, Bispo superou limites, apropriou-se de sua loucura para elaborar trabalhos que provocam ressonâncias e são os mais vigorosos testemunhos da capacidade humana de criar.
Sergipano de Japaratuba, Arthur Bispo do Rosário, seu nome de batismo, filho de Adriano Bispo do Rosário e Bladina Francisca de Jesus, nasceu em 14 de maio de 1909, segundo os registros da Marinha de Guerra do Brasil, onde serviu de 1925 a 1933. Mas, de acordo com os registros da Light, companhia de eletricidade do Rio de Janeiro, onde trabalhou até 1937, a data de seu nascimento seria 16 de março de 1911.
Foi internado em 22 dezembro de 1938, no Hospício Nacional dos Alienados, na Praia Vermelha. Lá, foi diagnosticado com esquizofrenia paranoide e em 25 de janeiro de 1939 foi transferido para o pavilhão 11 do Núcleo Ulisses Viana, na Colônia Juliano Moreira. No período de 1940 a 1960, driblando a burocracia do hospício, Arthur Bispo do Rosário saiu e voltou diversas vezes à Colônia. Passou por várias ocupações até chegar à clínica pediátrica AMIU, em Botafogo. Lá, num quarto isolado do sótão, produziu grande parte da sua obra. Retornou definitivamente, em 1964, à Colônia Juliano Moreira, onde ficou até a sua morte, em 5 de julho de 1989, às 19h, de infarto do miocárdio, arteriosclerose e broncopneumonia.
Durante toda a sua permanência, utilizou o espaço da instituição como seu ateliê, onde criou as 804 obras que hoje estão aos cuidados do Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea. Em 1992 foram abertos os processos de tombamento das obras no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e no Instituto Estadual do Patrimônio Cultural do Rio de Janeiro (INEPAC).

Arthur Bispo do Rosário: a poesia do fio
Exposição de 21 de março a 29 de abril de 2012
Abertura para convidados em 20/3
Entrada franca

Santander Cultural
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O Triunfo do Contemporâneo – - 20 Anos do MACRS / Santander Cultural

O Santander Cultural Porto Alegre, assim como a sua unidade em Recife, traz uma intensa programação de artes visuais para 2012 e consolida sua vocação para a arte contemporânea. A agenda na capital gaúcha abre com O Triunfo do Contemporâneo – 20 Anos do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, numa realização conjunta com o MAC-RS. De 6 de março a 22 de abril, 150 obras de 65 artistas da coleção do museu cobrem o grande hall e as galerias térreas numa iniciativa que comemora a trajetória da instituição. O curador da exposição é Gaudêncio Fidelis, fundador e primeiro diretor do museu.
O Triunfo do Contemporâneo apresenta obras por meio de um recorte panorâmico de grande envergadura e teor artístico. A proposta curatorial utiliza estratégias para constituir novas possibilidades de leitura, recepção, interpretação e associações contextuais que mostram de maneira criativa o potencial dos artistas representados na coleção.
Entre as obras selecionadas do acervo do MAC, destacam-se os trabalhos dos artistas: Britto Velho, Carlos Fajardo, Daniel Escobar, Dudi Maia Rosa, Eduardo Haesbaert, Gilda Vogt, Iole de Freitas, Leopoldo Plentz, Lia Menna Barreto, Cibele Vieira, Karin Lambrecht, Fernando Lindote, Marina Camargo, Pablo Lobato, Romanita Disconzi, Tânia Resmini, Sandro Ka, Yuri Firmeza, Mário Röhnelt, Milton Kurtz e Nuno Ramos.
Gaudêncio Fidelis, salienta que “o título faz uma alusão ao domínio da atualidade sobre o terreno da arte e da cultura e sua capacidade de mobilizar sentimentos de inclusão, cosmopolitismo, barreiras culturais, liberdade de expressão e solução de problemas de tradução cultural, que, se postos em contraposição a uma perspectiva historicista, podem propiciar significativas fontes de aprendizado e experiência do mundo”.
O Triunfo do Contemporâneo adota uma estrutura não-cronológica de exibição baseada em um ‘método labiríntico’ de curadoria que privilegia a justaposição entre obras, ao invés de uma disposição linear e cronológica. A exposição traz diferentes procedimentos curatoriais, tais como abdicação da hierarquia entre obras, teor inclusivo e mecanismos museográficos.
André Venzon, diretor do MAC-RS, destaca que “o Santander Cultural renova a oportunidade de olhar, sentir e pensar o Museu, cedendo um lugar de destaque à arte contemporânea brasileira, que é expressivamente representada no Sul do Brasil e agora se conecta a outras regiões do nosso país. O diretor informa que já encaminhou projeto com vistas à futura sede do MAC-RS, pois a atual gestão acredita que só é possível uma sociedade desenvolvida em que a arte contemporânea tenha o seu lugar”.
Já Carlos Trevi, Coordenador Geral das Unidades Culturais do Santander, salienta que “um dos objetivos que o banco alcança com esta iniciativa é a valorização do patrimônio gaúcho. Por meio de diferentes referências, estágios e vertentes, é hora de virar os holofotes para os museus e para produção artística brasileira contemporânea”.

Fundado em 18 de março de 1992, o Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul – MAC- RS(Rua dos Andradas, 736 – 6° andar da Casa de Cultura Mario Quintana), completa em 2012, 20 anos. Com uma trajetória pioneira de exposições de grande envergadura e larga penetração na opinião pública, o MAC-RS trouxe à visibilidade a obra de artistas contemporâneos em um contexto ainda provinciano do início dos anos de 1990 no Rio Grande do Sul.
O MAC colaborou para formar um contexto que possibilitou a consolidação de um terreno fértil para que várias iniciativas que foram criadas a partir de condições favoráveis a veiculação da produção artística recente tais como a Bienal do Mercosul, a Fundação Iberê Camargo, a Fundação Vera Chaves Barcelos e o próprio Santander Cultural. Algumas de suas pioneiras exposições introduziram pela primeira vez no contexto local um grau significativo de profissionalização através de procedimentos curatoriais em exposições que hoje se mostram historicamente relevantes tais como O Corpo e Obra (1992), Desenho Sul Contemporâneo (1992), 360° Graus de Pintura Agora (1992), O Espírito Pop (1993), A Matéria do Desenho (1993), Dilemas da Matéria (2000), Associações Livres -Ler é Acreditar (2007), A Medida do Gesto (2011), entre dezenas de outras.
Ao longo destes anos o museu consolidou um considerável grau de estima junto à comunidade artística local e nacional e sua presença no imaginário social é consideravelmente forte para um museu ainda jovem. Seu acervo possui obras representativas de artistas de prestígio nacional e internacional como Carlos Fajardo, Dudi Maia Rosa, Iole de Freitas, KarinLambrecht, Nuno Ramos, Vera Chaves, entre outros.
Sobre o curador – Gaudêncio Fidelis é curador e historiador de arte especializado em arte moderna e contemporânea brasileira e latino americana. Mestre em Arte pela  New York University (NYU) e Doutor em História da Arte pela StateUniversityofNew York (SUNY). Foi fundador e primeiro diretor do Museu de Arte Contemporânea do RS. Realizou a curadoria de inúmeras exposições e vem publicando extensivamente sobre arte contemporânea. Em 2005 foi Curador-Adjunto da Bienal do Mercosul. Atualmente é diretor do Museu de Arte do Rio Grande do Sul.

O Triunfo do Contemporâneo
20 Anos do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul
De 7 de março a22 de abril de 2012 – 6 de março abertura para convidados

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A História e os Museus / Santander Cultural

Pensando a Bienal com… / 8ª Bienal do Mercosul – Santander Cultural

Santander Cultural promove encontros para pensar a 8ª Bienal do Mercosul

Nos dias 25 e 27 de outubro, o Santander Cultural dá sequencia a uma série de encontros para ampliar as discussões sobre o tema Ensaios de Geopoética, que norteia a 8ª edição da Bienal do Mercosul. Os próximos convidados são o poeta e artista visual Jean Sartief e o Curador Educativo do Da Maya Espaço Cultural Igor Simões, respectivamente.
Jean Sartief é mediador da 8ª Bienal do Mercosul. Vivendo no Rio Grande do Norte, Sartief participou do curso de formação de mediadores através da plataforma de EAD – Ensino à Distância. Sartief vai falar sobre a experiência de estar vivendo no Sul do País durante o período da Bienal, sua percepção como mediador da mostra de Eugenio Dittborn e suas percepções sobre a cidade e a cultura local.
Igor Simões vai falar sobre a participação do Espaço e da cidade de Bagé nessa edição da Bienal como instituição parceira, que abrigou diversos projetos que aconteceram na cidade na cidade como a mostra do artista Marcos Sari no projeto Cadernos de Viagem, a exposição itinerante do artista homenageado Eugenio Dittborn, cursos para formação de professores e oficina com o curador pedagógico Pablo Helguera.
Pensando a Bienal com… é uma iniciativa do Santander Cultural. A ideia é promover um bate-papo com profissionais de diferentes áreas que participaram de alguma forma da construção da 8ª Bienal do Mercosul, promovendo um cruzamento de campos com as artes visuais, e possibilitando o envolvimento do público num processo de reflexão sobre a mostra e as experiências por ela geradas.
A série é composta de quatro encontros, com um convidado cada um, sempre das 18h às 20h30, no Grande Hall do Santander Cultural em Porto Alegre, com entrada franca. O arquiteto Luiz Merino – que realizou a pesquisa histórica para a mostra Cidade Não Vista, foi o primeiro convidado a participar dos encontros, seguido do maestroLucas Brolese. O projeto encerra com as participações de Sartief e Simões.
Para a curadora Fernanda Albuquerque a iniciativa do Santander Cultural é importante porque cria a possibilidade de que o público conheça “olhares próximos da experiência da 8ª Bienal e, ao mesmo tempo, desde um outro lugar”.

Pensando a Bienal com Jean Sartief
Dia 25 de outubro, terça-feira
Santander Cultural – Grande Hall
Rua Sete de Setembro, 1028 – Centro – Porto Alegre
Das 18h às 20h30
Entrada franca

Pensando a Bienal com Igor Simões
Dia 27 de outubro, quinta-feira
Santander Cultural – Grande Hall
Rua Sete de Setembro, 1028 – Centro – Porto Alegre
Das 18h às 20h30
Entrada franca

Postais de Porto Alegre – Coletivo Rizoma

Santander Cultural promove encontros para pensar a Bienal

A partir da próxima quinta-feira, dia 13 de outubro, o Santander Cultural promove uma série de encontros para ampliar as discussões sobre o tema Ensaios de Geopoética, que norteia a 8ª edição da Bienal do Mercosul. A ideia é promover umbate-papo com profissionais de diferentes áreas que participaram de alguma forma da construção dessa Bienal, promovendo um cruzamento de campos com as artes visuais, e possibilitando o envolvimento do público num processo de reflexão sobre a mostra e as experiências por ela geradas.
Cada encontro traz um convidado, dias 13, 18, 25 e 27 de outubro, sempre das 18h às 20h30, no Grande Hall do Santander Cultural em Porto Alegre, com entrada franca. Os convidados são o arquiteto Luiz Merino – que participou da mostra Cidade Não Vista e o artista, o maestro, músico eprofessor Lucas Brolese – que participou da mostra Cadernos de Viagem, o artista e poeta Jean Sartief – mediador da 8ª Bienal, e o educador Igor Simões – curador educativo do Da Maya Espaço Cultural, que abrigou vários eventos da Bienal em Bagé.
O primeiro encontro, que acontece no dia 13, traz o arquiteto Luiz Merino para falar sobre sua experiência com a mostra Cidade Não Vista, para a qual escreveu os textos históricos sobre os nove locais do centro de Porto Alegre que abrigam obras da Bienal. Os textos estão publicados no catálogo dessaedição.
Para a curadora Fernanda Albuquerque a iniciativa do Santander Cultural é importante porque cria a possibilidade de que o público conheça “olhares próximos da experiência da 8ª Bienal e, ao mesmo tempo, desde um outro lugar”.

Pensando a Bienal com…
Santander Cultural – Grande Hall
Rua Sete de Setembro, 1028 – Centro – Porto Alegre
Das 18h às 20h30
Entrada franca

Luiz Merino – dia 13 de outubro
Arquiteto e urbanista, participou da 8ª edição escrevendo os textos que acompanham as obras da mostra Cidade Não Vista. Merino vai falar sobre sua percepção da mostra e sua relação com a cidade/comunidade
Lucas Brolese – dia 18 de outubro
O maestro e professor de música participou da mostra Cadernos de Viagem como organizador, regente e compositor do Coro de Queixas de Teutônia, projeto dos artistas finlandeses Kochta e Kalleinen, que movimentou a comunidade local nos meses que antecederam à abertura da Bienal. O vídeo do Coro pode ser visto na mostra Cadernos de Viagem, em exibição do Armazém A7 do Cais do Porto. Brolese vai falar sobre estaexperiência.
Jean Sartief – dia 25 de outubro
O poeta e artista visual Jean Sartief é mediador da 8ª Bienal do Mercosul. Vivendo no Rio Grande do Norte, Sartief participou do curso de formação de mediadores através da plataforma de EAD – Ensino à Distância. Sartief vai falar sobre a experiência de estar vivendo no Sul do País durante o período da Bienal, sua percepção como mediador da mostra de Eugenio Dittborn e suas percepções sobre a cidade e a culturalocal
Igor Simões – dia 27 de outubro
Curador Educativo do Da Maya Espaço Cultural de Bagé/RS, Igor Simões vai falar sobre a participação do Espaço e da cidade de Bagé nessa edição da Bienal como instituição parceira, que abrigou diversos projetos que aconteceram na cidade na cidade como a mostra do artista Marcos Sari no projeto Cadernos de Viagem, a exposição itinerante do artista homenageado Eugenio Dittborn, cursos para formação de professores eoficina com o curador pedagógico Pablo Helguera.

FVCB e Santander Cultural / Programação Integrada

Ciclo de Palestras PINTURA: da matéria à representação

As palestras ocorrem aos sábados, no mês de junho, das 11h às 13h e integram as atividades paralelas à exposição PINTURA: da matéria à representação em exibição na Sala dos Pomares da FVCB, até 18 de junho.

Local:
Santander Cultural, Sala Multiuso.
Rua Sete de Setembro, 1028. Centro Histórico. Porto Alegre/RS.

Dia 04/06 – 11h: Alfredo Nicolaiewsky
Dia 11/06 – 11h: Marilene Burtet Pieta
Dia 18/06 – 11h: Lenir de Miranda

No dia 18 de junho, às 14h, será disponibilizado ônibus para visita à exposição na Sala dos Pomares, em Viamão. Local de embarque na Praça da Matriz, em frente ao teatro São Pedro, e retorno previsto para as 16h e 30min.

Inscrições pelo e-mail: info@fvcb.com ou através do telefone:
(51) 3228.1445 e 8498.5994. Serão fornecidos certificados.

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ALFREDO NICOLAIEWSKY
(Porto Alegre, RS)

Graduado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio Grande Sul, 1976, é doutor em Poéticas Visuais pelo Instituto de Artes da mesma universidade. Realiza sua primeira mostra individual em 1973. Possui obras nos acervos da Pinacoteca Barão de Santo Ângelo (IA-UFRGS); MARGS (Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli); MAC-RS; Pinacoteca Aldo Locatelli (Prefeitura de Porto Alegre); MAM-SP; MAM-RJ; MASC (Museu de Arte de Santa Catarina). Em 1999 foi publicado o livro sobre sua obra, Alfredo Nicolaiewsky: Desenhos e Pinturas, com textos de diversos autores entre eles, Fernando Cochiaralle e Tadeu Chiarelli. Atual Diretor do Instituto de Artes da UFRGS, RS. Vive e trabalha em Porto Alegre.

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MARILENE BURTET PIETA
(Porto Alegre, RS)

Fez Bacharelado em Artes Visuais e Pós-Graduação em Pintura com Ado Malagoli e Regina Silveira no DAV, UFRGS. Fez curso de Pintura com Iberê Camargo e Thomaz Ianelli no MARGS, RS. Dedicou-se ao magistério superior como professora titular de Historia da Arte e Estetica no DAV, UFRGS. Fez Mestrado em História da Cultura e Antropologia na UFRGS. Publicou o livro A Modernidade na Pintura do Rio Grande do Sul (Ed. Sagra Luzzatto 1995, POA, RS).  Vive e trabalha em Porto Alegre, RS.

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LENIR DE MIRANDA
(Pelotas, RS)

Graduação em pintura, Escola de Belas Artes de Pelotas, RS. Comunicação Social, Especialização em Artes Plásticas-Teoria e Praxis, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre. Mestre em Poéticas Visuais, Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, entre outras graduações. Trabalha com pintura, desenho, imagens digitalizadas, vídeo, mail-art, poemas, livro-de-artista, instalação. Acervos de galerias e instituições no Brasil e exterior.

Vencedores do V Prêmio Açorianos de Artes Plásticas – 2011

A cerimônia de premiação do V Prêmio Açorianos de Artes Plásticas consagrou o fotógrafo Martin Streibel com três prêmios (fotografia, melhor exposição e destaque do ano, com bonificação no valor R$ 8 mil). Realizada na noite de 10 de maio no Teatro Renascença pela Secretaria da Cultura de Porto Alegre, a festa das artes plásticas também destacou especialmente Rafael Pagatini, como artista revelação e prêmio incentivo, no valor de R$ 2 mil. A seguir a lista dos premiados nas diferentes categorias.

Destaque em Pintura: Gelson Radaelli, com a exposição “Tormenta” na Galeria Iberê Camargo

Destaque em Escultura: Chico Machado, com a exposição “Dispositivos Sônicos” no Museu do Trabalho

Destaque em Desenho: Rogério Severo, com a exposição “Linhas de espera” no Porão Paço Municipal

Destaque em Gravura: Rafael Pagatini, com a exposição “Interiores” no Studio Clio e “Brumas”no Instituto Goethe

Destaque em Fotografia: Martin Streibel, com a exposição “Partículas” na Galeria Iberê Camargo no MARGS

Destaque em Mídias Tecnológicas: Bruno Borne, com “Seção invertida” na Galeria Lunara na Usina do Gasômetro

Melhor Exposição Individual: Martin Streibel, com a exposição “Partículas” na Galeria Iberê Camargo no MARGS

Melhor Exposição Coletiva: Convivências – Dez Anos da Bolsa Iberê Camargo na Fundação Iberê Camargo

Artista Revelação: Rafael Pagatini, com a exposição “Interiores” no Studio Clio e “Brumas”no Instituto Goethe

Destaque de espaço institucional, público ou privado, de divulgação artística: Atelier Subterrânea

Destaque em Projeto Alternativo de Produção Plástica: Videos Arte, nos jardins do DMAE

Destaque em Textos, Catálogos e Livros Publicados: Livro “Obras e Escritos”- Heloísa Schneiders da Silva, org. Mônica Zielinsky

Destaque em Curadoria: Maria Helena Bernardes e André Severo, exposição “Horizonte Expandido” no Santander Cultural

Patrocínio e/ou apoio a eventos ligados às artes plásticas: Koralle

Destaque em Acervo/ Memória: Henrique Fuhro no MARGS

Artista Destaque Especial do Ano: (Prêmio no valor de 8 mil reais) Martin Streibel

Prêmio Especial do Juri: Yeddo Titze

Prêmio Incentivo : (Prêmio no valor de 2 mil reais) Rafael Pagatini

Fonte: Secretaria de Cultura – PMPA

5º FestFotoPoa – Festival Internacional de Fotografia de Porto Alegre – Programação Completa

5° FestFotoPoa: A Família – relações sociais, memória, cidadania, acontece no período de 6 de abril e 1° de maio, no Santander Cultural Porto Alegr.

Programa de atividades especiais reúne Luiz Carlos Felizardo como fotógrafo homenageado, participação de Lélia Salgado e Jane Evelyn Atwood, exposição de Marc Riboud e estreia do copião do novo filme de Sílvio Tendler, Caçadores da Alma. Parceria com os Encuentros Abiertos de Buenos Aires e o FotoFest Houston leva artistas selecionados nas leituras de portfolios para o exterior

Porto Alegre, 26 de março de 2011 – O debate sobre as formas de identidade vigente em tempos de globalização e desterritorialização, leva a quinta edição do Festival Internacional de Fotografia de Porto Alegre a propor uma reflexão sobre as resistências culturais a partir de práticas familiares. Chamada de 5° FestFotoPoa: A Família – relações sociais, memória, cidadania, a iniciativa integra o programa de atividades do Santander Cultural Porto Alegre, de 6 de abril a 1º de maio, com entrada franca (apenas Leitura de portfólios e as oficinas têm taxa de inscrição). Com realização e produção da Brasil Imagem, patrocínio da Funarte, Petrobras e Santander, o Festival de 2011 traz uma série de encontros, como homenagem para Luiz Carlos Felizardo, fóruns, seminários, leituras de portfólio, workshops e lançamento de filme. Para Carlos Carvalho, coordenador geral do Festival, “a fotografia de família percorre momentos de interseção da história da própria fotografia e da história humana, trazendo narrativas que servem de guia e apontam possíveis caminhos para a compreensão de hábitos, costumes e códigos sócio-culturais”. Carlos Trevi, coordenador geral do Santander Cultural, destaca que está entre as propostas da área de cultura do banco “oferecer ao público uma iniciativa que consolida sua vocação de intercâmbio com os países da América Latina e de diálogo com a fotografia contemporânea internacional, ampliando formas de linguagens e comunicação com os seus frequentadores”.

FestFotoPoA é membro do Festival of Light

No final de 2010, em reunião no Spéos Photographic Institute em Paris, os membros efetivos do FOL – Festival of Light (Festival da Luz) elencaram o FestFotoPoA como o mais novo membro da associação internacional que reúne diretores dos principais festivais de fotografia do mundo. O FestFotoPoA é o terceiro festival brasileiro a conquistar o posto, junto ao FotoRio e ao Foto Arte Brasília. O Festival da Luz tem como principal missão dar maior visibilidade internacional aos festivais de fotografia e servir de facilitador na busca por patrocínio e parcerias. Como resultado imediato da ampliação das relações internacionais do FestFotoPoA, foi acordada uma parceria com o Encuentros Abiertos de Buenos Aires e o FotoFest Houston para conceder três prêmios aos portfólios que mais se destacarem durante as Leituras de Portfólio do FestFotoPoA 2011. Os selecionados recebem passagem e hospedagem financiadas pelas coordenações de ambos os festivais, alem de inscrição nos encontros.

PROGRAMAÇÃO DE 5 A 10 DE ABRIL

Terça-feira – 5 de abril

19h – Coquetel para convidados

Quarta-feira – 6 de abril

10h30min às 12h30min – Seminário Educação e Arte Contemporânea

Mesa 1: A fotografia como novo território de apreensão do conhecimento.
Alexandre Sequeira (PA), Miguel Chikaoka (FotoAtiva – PA) e Jaílson Soares (Afroreggae – RJ).

Mediação: Dante Gastaldoni (RJ)

14h às 15h30min – Seminário Economia da Cultura

Mesa 1: Os caminhos da fotografia como produto cultural
Helouise Costa (MAC/USP – SP), Fernanda Feitosa (SP-Arte), Vitor Ortiz (MinC) e Iatã Cannabrava (Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil – RPCFB – SP)
Mediação: Carlos Carvalho

16h às 17h30min – Fórum Internacional de Livros de Fotografia de Autor

Mesa 1: Projetos “Terra” e “Exodus”
Lélia Salgado – Amazonas Images

Mediação: Carlos Carvalho

18h às 19h – Palestra: Tereza Siza (Portugal)

19h30min – Encontros com o autor: Luiz Carlos Felizardo (RS)

Mesa com a participação de: Pedro Vasquez, Rubens Fernandes Junior e Cristiano Mascaro. Apresentação da coleção de portfólios “Fotógrafos Brasileiros”, do Centro de Fotografia Omicron, cuja primeira edição é dedicada a Luiz Carlos Felizardo.

20h30 – Lançamento do livro “Fotografias de Luiz Carlos Felizardo”.

Quinta-feira – 7 de abril

10h30min às 12h30min – Seminário Educação e Arte Contemporânea

Mesa 2: A fotografia como interface da comunicação entre expressão pessoal e inclusão social.
J.R. Ripper (Imagens Humanas – RJ) e João Kulcsár (SENAC – SP)

Mediação: André Venzon (MAC – RS)

14 às 15h30min – Seminário Economia da Cultura

Mesa 2: Políticas públicas para a cultura e os caminhos da fotografia como produto cultural.
Jéferson Assumção (Sedac – RS), Carlos Carvalho (FestFotoPoA – RS), Dante Gastaldoni e Egberto Nogueira (Ação nacional pelo trabalho social de J.R. Ripper)

Mediação: Ronaldo Zulke

16h às 17h30min – Fórum Internacional de Livros de Fotografia de Autor

Mesa 2: Projeto Paisagem Submersa
Pedro David (Paisagem Submersa – MG) e Elaine Ramos (Cosac Naify – SP) Mediação: Carlos Carvalho

18h às 19:15h – Encontros com o autor: Jane Atwood (USA)

Mediação: Carlos Carvalho

19h30min às 21h – Lançamento nacional do livro Cavalo de Santo, de Mirian Fichtner (RS)

Sexta-feira – 8 de abril

14h às 15h30min – V Seminário Fotografia, Memória e Patrimônio

Mesa 1: A família civilizada e a família domesticada
Fátima Argon (Museu Imperial – RJ) e Milton Guran (FotoRio – RJ)
Mediação: Pedro Vasquez

16h às 17h30min – V Seminário Fotografia, Memória e Patrimônio

Mesa 2: Políticas públicas para acervos fotográficos – O modelo francês
Marie Robert (França) – Médiatheque de l’Architecture et du Patrimoine – Départment de la Photographie
Mediação: Zeca Linhares

18h às19h – Palestra: Wendy Watriss (FotoFest – Houston/EUA)

19h30min às 21h – Encontros com o autor:
Vencedores do Fotograma Livre 2010: Priscilla Buhr, Alexandre Severo, Carine Wallauer e Gabriel Honzik.

Sábado – 9 de abril – Prainha da Usina do Gasômetro

9h30 – Na segunda edição do evento “Uma foto vale mais que mil fotógrafos”, o FestFotoPoa reunirá todos que gostam da fotografia para fazer uma foto histórica. Cada participante deverá  levar seu equipamento: vale câmera profissional, amadora ou de brinquedo. Usina do Gasômetro, sábado, 9 de abril, às 9h30.

14h às 15h30min – V Seminário Fotografia, Memória e Patrimônio

Mesa 3: A Família proscrita
Paulo Knauss (Diretor do Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro), Bete Savioli (Diretora do Centro de Acervo Iconográfico do Arquivo Público de São Paulo) e Maria Laura Guembe (Direção Nacional de Direitos Humanos – AR) Mediação: Pedro Vasquez

16h às 17h30min – Fórum Internacional de Livros
Mesa 3: Projetos Independentes – Editoras de Fotógrafos
Tiago Santana (Tempo d’Imagem – CE), Roberto Linsker (Terra Virgem – SP) e Dante Gastaldoni (O Brasil passa pelo SESC)
Mediação: Carlos Carvalho

18h às 19h Palestra:
Elda Harrington (Encuentros Abiertos de Buenos Aires – Festival de La Luz)

19h30min às 21h Encontros com o autor – Milton Guran (RJ)
Mediação: Zeca Linhares

Domingo – 10 de abril

14h às 15h30min Fórum Internacional de Livros

Mesa 3: Políticas públicas para publicação de livros de fotografia – México e Uruguai: Alejandro Castellanos (Feria de Libros de Foto – México) e Daniel Sosa (Proyecto de Libros de Autor do CMDF de Montevidéu – Uruguai)
Mediação: Carlos Carvalho

16h às 17h30min – Encontros com o autor:

Fotopintura com Mestre Júlio e Luiz Santos
Mediação: Tiago Santana

19h – Silvio Tendler (RJ) – Caçadores da Alma 2
Cine Santander – Sessão comentada.
Distribuição de senhas 20 minutos antes no cinema.

PROGRAMAÇÃO DE 12 DE ABRIL A 1º DE MAIO

Programação fixa segue em cartaz até o dia 1° de maio:

Ø  Exposição Marc Riboud – Fotógrafo em Porto Alegre

Ø  Exposição Luiz Carlos Felizardo

Ø  Salas de projeções: A família – relações sociais, memória e cidadania, Álbum de Família e Fotograma Livre

Ø  Instalações: Cavalo de Santo, de Mirian Fichtner, Última Morada, de Pedro David, Pulsão Escópica, de João Castilho

Ø  Biblioteca FestFotoPoA

Luiz Carlos Felizardo é o fotógrafo homenageado do 5º FestFotoPoA

O fotógrafo homenageado do FestFotoPoA é o gaúcho Luiz Carlos Felizardo (Porto Alegre, RS, 1949). A exposição em sua homenagem ocupa todo o primeiro andar do Santander Cultural e reune cerca de 80 imagens que representam uma retrospectiva de quatro décadas dedicadas à fotografia. Felizardo cursou arquitetura na Universidade Federal do Rio Grande do Sul entre 1968 e 1972, ano em que passou a trabalhar exclusivamente como fotógrafo, destacando-se nas áreas da fotografia de paisagem e arquitetura. Trabalhou em Prescott, Estados Unidos (1984-1985) sob a supervisão do fotógrafo Frederick Sommer, como bolsista da Fulbright Comission. Recebeu a Bolsa Vitae de Artes/Fotografia (1990) com a qual realizou uma extensa pesquisa sobre a passagem de Sommer pelo Brasil.

Destaque para a presença de Jane Evelyn Atwood

A fotógrafa Jane Evelyn Atwood apresenta seu trabalho sobre mulheres na prisão durante a primeira semana do festival. Jane nasceu em Nova York e vive na França desde 1971, onde atua principalmente na tradição da fotografia documental, acompanhando indivíduos ou grupos de pessoas à margem da sociedade durante longos períodos de tempo. Jane é autora de dez livros – sobre prostituição, cegos, ou ainda sobre vítimas de minas terrestres no Haiti. Jane ganhou diversos prêmios internacionais de prestígio, incluindo o Prêmio W. Eugene Smith, o Prêmio Alfred Eisenstaedt, o Prêmio Paris Match de Fotojornalismo e o Leica Oskar Barnack Award. Suas fotografias figuram em coleções particulares e museus.

Exposição Marc Riboud – Fotógrafo em Porto Alegre

Por meio de uma exitosa parceria entre a Aliança Francesa do Rio de Janeiro e de Porto Alegre com o FestFotoPoA, a cidade recebe a exposição Marc Riboud – Photographe, composta pelas sessenta fotos mais representativas dos cinquenta anos de carreira do fotógrafo francês e uma mostra inédita com imagens feitas durante sua primeira visita ao Brasil, em 2009, em viagem realizada a convite do FestFotPoA. Considerado um dos grandes nomes do fotojornalismo mundial e autor de imagens inesquecíveis, Riboud foi um pioneiro ao registrar a China comunista, o Vietnã durante a guerra e vários países africanos. Seja pelo resgate da historiografia contemporânea mundial, seja pela sensibilidade impressa na composição de cenas do cotidiano, a exposição da obra de Riboud é um dos destaques do FestFotoPoa.

Lélia Salgado fala sobre seu trabalho no FestFotoPoA

Lélia Salgado participa do Fórum Internacional de Livros de Fotografia de Autor, em 6 de abril, às 16h. Uma das raras oportunidades para ouvir a arquiteta, urbanista, diretora de fotografia e artística falar sobre seu trabalho à frente da Amazonas Image, agência criada em 1994 para cuidar do trabalho de Sebastião Salgado. A dupla Salgado é responsável por grandes projetos editoriais e expositivos que levaram a fotografia a circular em escala mundial. Lélia traz no currículo a experiência de importantes trabalhos fotográficos, como a edição de negativos de Henri Cartier-Bresson sobre Índia e Grécia.

Silvio Tendler apresenta em Porto Alegre copião de seu novo trabalho

Silvio Tendler vem a Porto Alegre durante o FestFotoPoA especialmente para gravar depoimentos e apresentar um copião de seu mais novo projeto, Caçadores da Alma II. O documentário dá continuidade à primeira parte homônima, um vídeo sobre fotógrafos brasileiros, onde cada profissional é abordado dentro da sua área de atuação: jornalismo, moda, arte, e publicidade. Em Caçadores da Alma, o importante documentarista brasileiro entrevistou grandes fotojornalistas da década de 80 como Evandro Texeira, Nair Benedito e Sebastião Salgado. Em sua segunda edição, o filme abordará o universo artístico no qual a fotografia contemporânea tem conquistado cada vez mais espaço.

Carioca nascido em 1950, Tendler partiu do Brasil para o Chile em 1970, e de lá foi para a França estudar cinema no Institut des Hautes Études Cinématographiques (IDHEC), em Paris. Fez cursos do cineasta Jean Rouch e foi assistente de direção de Chris Marker no filme La spirale (1973/75). Em 1976, já de volta ao Brasil, começou a reunir material para o documentário Os anos JK, uma trajetória política (1980), um de seus filmes mais importantes, prêmio de melhor montagem no Festival de Gramado e ganhador do troféu Margarida de Prata, da CNBB. Em 1981 dirigiu O mundo mágico dos Trapalhões, um documentário em longa-metragem. Realizou em seguida Jango (1984), premiado nos festivais de Gramado e Havana. Em 1999 finalizou Castro Alves. Em 2004, lançou o documentário de longa-metragem Glauber, o filme – Labirinto do Brasil e iniciou a preparação de mais quatro: Milton Santos ou O mundo global visto de cá, Utopia e barbárie – que estreou em 2010 – Verger por Verger e Ter 18 anos em 1968 – este último, um projeto em parceira com a editora Garamond e que envolve, além do filme, um livro.

Em 2011, o Fotograma Livre é internacional

Ampliando o diálogo da produção da fotografia contemporânea internacional dentro do FestFotoPoA,  as inscrições para a quinta edição do Fotograma Livre aceitaram, pela primeira vez, fotógrafos de todas as partes do mundo.  A participação latinoamericana foi grande, constatação que deve se refletir nos trabalhos selecionados a expor no segundo piso do Santander Cultural. O Fotograma Livre seleciona, desde a primeira edição do FestFotoPoA, vinte novos  nomes da fotografia para integrarem a programação oficial. O Fotograma Livre 2011 apresentou duas categorias de inscrições: Trabalhos individuais e Coletivos fotográficos. O resultado estará disponível no site  http://www.festfotopoa.com.br/ a partir de 15 de março.

Fórum Internacional de Livros de Fotografia de Autor

Edição 2011 abre um debate sobre a produção editorial voltada para a publicação de livros de fotografia de trabalhos autorais. O  Fórum de Livros de Fotografia de Autor pretende mostrar as características dos mercados editoriais no Brasil e no mundo e provocar uma troca de experiência entre fotógrafos, editoras e publishers. Em sua primeira edição, a iniciativa nasce com o apoio do Centro de la Imagen, do México, e a parceria com a Feria Internacional de Libros de Artista, que acontece dentro do Fotoseptiembre. Parceria vai viabilizar a ida de cem livros de fotografia de autores brasileiros para a edição 2011 do Fotoseptiembre.

A Biblioteca FestFotoPoA cresce a cada dia

Durante o Festival o público pode acessar uma biblioteca de livros e projetos de livros de fotografia. A Biblioteca FestFotoPoA está sendo montada com doações feitas por fotógrafos, editoras e instituições culturais. Ao final do festival, a biblioteca será doada a uma instituição para sua manutenção e continuidade de acesso do público. A mais recente doação para a Biblioteca FestFotoPoA é da editora Cosac Naify. Obras como Apreensões, de Bob Wolfenson, e a série FotoPortátil estarão disponíveis para consulta. Importantes nomes da fotografia como Jane Evelyn Atwood, Claudio Edinger, Fifi Tong e Eurico Sales também já fizeram suas doações. Os livros doados até agora podem ser conferidos no catálogo da Biblioteca, no site www.festfotopoa.com.br/forum_de_livros .

Seminário Economia da Cultura

Seminário Economia da Cultura em 2011 discute a fotografia como produto de mercado e novo território de expressão na arte contemporânea. Levantar em quais produtos a fotografia pode se transformar, como também identificar novos protagonistas na cadeia de produção da fotografia – bastante impactada pelas novas tecnologias -, está entre as propostas do encontro.

Seminário Educação e Arte Contemporânea

O protagonismo da fotografia nos desafios do ensino e a queda das fronteiras entre cultura e informação são as bases para o Seminário Educação e Arte Contemporânea. Uma das principais idéias que norteiam a discussão é a do conhecimento como código aberto.

Uma foto vale mais que mil fotógrafos

Em sua segunda edição, o encontro reúne fotógrafos às margens do Rio Guaíba para celebração da fotografia. Para 2011, o FestFotoPoA propõe o tema da memória da fotografia brasileira ao lançar o projeto “Eu fui, eu vou”, em referência ao retrato coletivo realizado na cidade de Ouro Preto (MG), em 1987. Na ocasião, os principais nomes da fotografia brasileira; seja no campo da produção, da reflexão ou do colecionismo; foram fotografados juntos durante a VI Semana Nacional de Fotografia – InFoto Funarte.

Leitura de portfólios

Fotógrafos, curadores, pesquisadores e críticos de várias partes do mundo compõem o time responsável pelas leituras de portfólio do FestFotoPoA em 2011. Nesta edição, os leitores também fazem parte de um júri que selecionará os três portfólios premiados: um deles ganhará viagem para apresentar seu portfolio no FotoFest Houston e dois ganharão viagens para participar das leituras do Encuentros Abiertos, em Buenos Aires.

Inscrições no site do FestFotoPoA http://www.festfotopoa.com.br/ de 10 a 25 de Marco de 2011.

Eis os leitores de portfólio:

Ø  Daniel Sosa (Uruguai) – Fotógrafo, professor e coordenador do Centro Municipal de Fotografia de Montevideo.

Ø  Elda Harrignton (Argentina) – Fotógrafa, curadora e art dealer. Fundadora da Escuela Argentina de Fotografía e dos Encuentros Abiertos.

Ø  Silvia Mangialardi (Argentina) – Editora e diretora da revista Fotomundo (revista argentina, especializada em fotografia).  Diretora Artística do Encuentros Abiertos.

Ø  Tereza Siza (Portugal) – Fotógrafa, crítica e ex-diretora do Centro Português de Fotografia.

Ø  Wendy Watriss  (EUA) – Fotógrafa, escritora, curadora – diretora artística e curadora sênior, FotoFest Internacional (Houston).

Ø  Frederick Baldwin (EUA) – Ex-fotógrafo, professor e presidente do FotoFest.

Ø  Rubens Fernandes Junior (Brasil) – Pesquisador, crítico e curador de fotografia. É membro do Conselho Curador da Coleção Pirelli-Masp de Fotografias e da APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte.

Ø  Joana Mazza (Brasil) – Curadora independente e coordenadora do Programa Imagens do Povo.

Ø  Joaquim Paiva (Brasil) – Fotógrafo, colecionador de fotografia contemporânea.

Ø  Alejandro Castellanos (México) – Pesquisador, curador e diretor do Centro de La Imagen (México)

Ø  Vera Chaves Barcellos (Brasil) - Artista multimídia, diretora presidente da Fundação Vera Chaves Barcellos.

Santiago cria arte para camiseta do FestFotoPoA

O cartunista Santiago criou especialmente para o FestFotoPoA a ilustração que vai figurar na camiseta e no cartaz da 5° edição do festival. O próprio artista conta como surgiu a idéia: “O FestFotoPoA me deixou bastante livre para trabalhar o tema. Aí surgiu essa espécie de linha do tempo dos equipamentos fotográficos. Do daguerreótipo até o telefone que fotografa, com uma dúvida sobre o que virá depois. Se eliminaram até o filme, com o processo digital, é difícil imaginar o que ainda está por vir na corrida maluca da tecnologia . Essa foi a brincadeira.”

5° FestFotoPoa: A Família – relações sociais, memória, cidadania

6 de abril a 1º de maio de 2011 (5 de abril – coquetel para convidados às 19h)

6 a 10 de abril o Santander Cultural estará aberto das 10h às 21h

Santander Cultural

Rua Sete de Setembro, 1028  Centro Histórico

Porto Alegre  RS  Brasil  90010-191

Telefone: 51 3287.5500

scultura@santander.com.br

www.santandercultural.com.br

Horários de funcionamento

ter a sex, das 10h00 às 19h00

sab, dom e feriados, das 11h00 às 19h00

FestFotoPoA

Coordenação geral: Carlos Carvalho
Coordenação-Adjunta: Sinara Sandri e Zeca Linhares
Conselho Curador Permanente: Carlos Carvalho, Sinara Sandri, Luiz Carlos Felizardo, Pedro Vasquez, Rubens Fernandes Junior e Zeca LinharesConselho Curador convidado para edição 2011: Pio Figueiroa, Tiago Santana e Miguel Chikaoka

Relações com a Imprensa
(11) 3553-5170/5267/5132/5259/5244/5106/5166/5157

e-mail: imprensa@santander.com.br
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twitter.com/santander_br

SAC 0800 762 7777

Ouvidoria: 0800 726 0322

Mariele Salgado Duran

Assessoria de imprensa especializada

51-3028.3231 / 9189.8847

Rua Dr. Florêncio Ygartua, 69 / 408

Moinhos de Vento – POA – RS

Cep 90430-010

assessoria@marielesalgado.com.br

Skype: mariele_salgado

Festival Internacional de Fotografia de Porto Alegre

Rua Sofia Veloso, nº 168 – Cidade Baixa / Porto Alegre, RS, Brasil

Clarissa Pont – Imprensa FestFotoPoA

+55 51 9986 4241 / 3392 9982

Skype: festfotopoa

www.festfotopoa.com.br

Siga a fotografia no Twitter: @festfot

FILE POA 2011 – Santander Cultural

Festival Internacional de Linguagem Eletrônica “FILE POA 2011”

O Santander Cultural e a Oi Futuro apresentam em Porto Alegre o Festival Internacional de Linguagem Eletrônica “FILE POA 2011”, de 26 de janeiro a 27 de fevereiro de 2011, no Santander Cultural, Centro Histórico, em frente a Praça da Alfândega. Em sua 2ª edição na capital gaúcha, o FILE, uma iniciativa brasileira conectada à rede das importantes produções mundiais do gênero, trará projetos de arte digital, instalações interativas e debates, com o objetivo de promover e estimular as expressões estéticas produzidas no cenário da cultura eletrônica e digital.

O FILE mostra nesta edição algumas obras premiadas no FilePrixLux, prêmio internacional destinado a profissionais na área das linguagens eletrônicas e digitais.  O prêmio recebeu 1.235 inscrições de 44 países para concorrer em 3 categorias: Arte Interativa, Linguagem Digital e Sonoridade Eletrônica. Um júri internacional elegeu os melhores trabalhos.

Entre os projetos premiados estão: Luzes Relacionais (Relational Lights) do artista venezuelano Ernesto Klar, 1º lugar na categoria Arte Interativa, e os brasileiros, Reler, da Raquel Kogan, mensão honrosa na categoria Sonoridade Eletrônica, Marvim Gainsbug, de Jeraman & Filipe Calegario e Breathing, do Guto Nóbrega, ambos menções honrosas na categoria Linguagem Digital.

O FILE apresenta também a obra feelMe, de Ricardo Barreto, Maria Hsu & AMUDI, que pela primeira vez transmite a sensação tátil à distância.

Participam desta 2ª edição do FILE POA 2011 trabalhos nas áreas de arte interativa, instalações sonoras, objetos sonoros, mesas multitoques, animações computadorizadas, e ainda o FILE Maquinema, um conjunto de filmes construídos, não na realidade em que vivemos, mas em realidades virtuais como as de jogos digitais e de mundos que se encontram na rede.

O FILE, maior evento do gênero no Brasil e na América Latina, há onze anos insere o país no contexto mundial da arte e tecnologia, valorizando sempre a contribuição educacional da exposição, do simpósio e dos workshops. Trata-se de uma compilação de produções artísticas no campo das artes eletrônicas e digitais, além de ser um indicador da pluralidade desta linguagem no mundo contemporâneo.

Instalações Interativas

Destaques:

Ernesto Klar – Luzes Relacionais (Relational Lights) – Estados Unidos e Venezuela (1º lugar na categoria Arte Interativa do FilePrixLux)

Assista ao vídeo: http://www.klaresque.org/luzes_video.mov

“Luzes Relacionais” (Relational Lights) é uma instalação interativa audiovisual que explora a relação das pessoas com o caráter orgânico-expressivo do “espaço”. A instalação usa luz, som, neblina e um sistema de software para criar um espaço-luz tridimensional de morphing (metamorfose), em que os espectadores participam ativamente, manipulando-o com sua presença e seus movimentos.

Raquel Kogan – Reler – Brasil (mensão honrosa na categoria Sonoridade eletrônica do FilePrixLux)

Assista ao vídeo: http://www.youtube.com/v/YBT2bz66ayg

Reler consiste em uma prateleira de madeira com 50 livros, semelhante a uma biblioteca. Ao abrir um livro, o interator tem seu rosto iluminado por um led, ao mesmo tempo que um sistema embutido de gravação de áudio com circuito integrado dispara o som pré-gravado de voz com um trecho selecionado de um livro, com no máximo quatro minutos. Vários livros podem ser abertos por usuários diferentes ao mesmo tempo, todos os livros abertos são ouvidos em um som panorânico na sala.

Jeraman & Filipe Calegario – Marvim Gainsbug – Brasil (mensão honrosa na categoria Linguagem digital do FilePrixLux)

Assista ao vídeo: http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=10076006&server=vimeo.com&show_title=1&show_byline=1&show_portrait=0&color=&fullscreen=1

Marvim Gainsbug é um software que atua baseado no Twitter, programado com o objetivo de compor e executar canções, com letra e música, em tempo-real.

Guto Nóbrega – Breathing – Brasil

Assista ao vídeo: http://vimeo.com/10101389

Breathing trata-se de uma criatura híbrida com base na comunicação entre um organismo natural (planta) e um sistema artificial. Na base deste sistema encontra-se uma planta Jibóia (Epipremnum pinnatum) cujos sinais eletrofisiológicos são monitorados por um dispositivo analógico-digital de maneira a controlar uma interface robótica composta de estrutura mecânica, fibra ótica e leds (light-emitting diodes).

Ricardo Barreto, Maria Hsu & AMUDI feelMe – Brasil

Assista ao vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=S2sNPecxwkI

feelMe é uma obra que pela primeira vez transmite à distância a sensação tátil. O trabalho provoca a exploração do sentido do tato ao promover a interação entre duas pessoas, mediada pela máquina.

A obra é constituída de duas superfícies ou “camas”: a primeira (unidade de transmissão tátil), na qual um dos participantes, deitado, imprime marcas a sua superfície ao pressioná-la com o peso e movimento das diversas partes de seu corpo; estas impressões serão capturadas e transmitidas ao outro participante, que se deita na segunda “cama” (unidade de recepção tátil) e que as recebe simultaneamente nas mesmas posições e em intensidades proporcionais, só que em negativo, isto é, onde a superfície na primeira se afunda, eleva-se na segunda, promovendo um toque.

FILE Maquinema

FILE Maquinema apresenta um conjunto de filmes construídos, não na realidade em que vivemos, mas em realidades virtuais como as de jogos digitais e de mundos que se encontram na rede. A palavra maquinema surge do encontro das palavras máquina e cinema. Maquinema é a produção cinematográfica, amadora e profissional, que se faz hoje no mundo virtual; pode ser pequena como um videoclipe ou tão grande como um longa-metragem.

FILE Symposium

Dia 26, das 17h às 19h

O FILE Symposium tem o objetivo de criar um novo ponto de referência fora do eixo Europa/EUA, para discutir a cultura digital eletrônica em suas relações internacionais e ampliar o diálogo sobre a cultura digital em sua extensão interdisciplinar. O FILE Symposium, um espaço para o debate sobre as novas mídias, terá mesas das quais participarão artistas, teóricos e pesquisadores brasileiros e estrangeiros da área de arte-tecnologia. O Symposium também é uma oportunidade para ver apresentações de artistas que estão mostrando trabalhos na exposição.

Sobre o FILE

Desde 2000 o FILE – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica constitui uma plataforma interdisciplinar internacional para incentivar o desenvolvimento de projetos inovadores e criativos na área das artes e das tecnologias. O FILE é uma organização cultural sem fins lucrativos que viabiliza uma reflexão sobre as principais questões do contexto eletrônico-digital contemporâneo mundial, sempre tendo em vista uma visão globalizada e transdisciplinar na complexidade política do universo cultural de nosso tempo.

Durante onze anos, o FILE colaborou, através de exposições e simpósios,  com a formação cultural e educacional e com o desenvolvimento estético-tecnológico que as novas linguagens eletrônicas e digitais possibilitam às culturas contemporâneas, bem como posicionou o Brasil no contexto mundial dessas novas tendências.

FILE POA 2011- Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (exposição)

Local: Santander Cultural, Rua Sete de Setembro, 1028- Centro Histórico

Data: de 26 de janeiro a  27 de fevereiro de 2011

Horário: Terça à sexta-feira, das 10h às 19h e sábados, domingos e feriados, das 11h às 19h

Entrada franca

Agendamento de Visitas: (51) 3287-5940

FILE Symposium

Local: Santander Cultural, Rua Sete de Setembro, 1028- Centro Histórico

Data: 26 de janeiro

Horário: das 17h às 19h

Entrada franca

Programação completa: www.file.org.br

 

Informações para a imprensa

FILE

Eliane Weizmann – (11) 3663-3381/ (11) 92282420 – filemediapress@gmail.com

Oi Futuro

Políbio Braga – (51) 3229-1135 – p.braga@oi.net.br

Santander Cultural

Relações com a Imprensa
(11) 3553-5170/5267/5132/5259/5244/5106/5166/5157
(51) 3287-5582 – Regional Sul
e-mail: imprensa@santander.com.br
www.santander.com.br

twitter.com/santander_br

Robert Wilson – Video Portraits

A aclamada exposição Video Portraits, do multiartista Robert Wilson, conhecido por suas técnicas de iluminação e cenários no teatro americano, é composta por retratos filmados de celebridades. Trata-se de um encontro de fotografia, filme, literatura e som, com uma linguagem de movimentos mínimos e gestos coreografados. A mostra abre para o público em 9 de setembro. O coquetel para convidados, no dia 8 de setembro, às 18h, marca a abertura do festival, antecedendo o show de Goran Bregovic.

Video Portraits traz vídeo-retratos exóticos de Isabelle Huppert, Norman Fleming, Black Panther, Isabella Rosellini, Mikhail Baryshnikov, Brad Pitt, Princess Caroline, Jeane Moureau e Steve Buscemi no primeiro piso do Santander Cultural Porto Alegre. Gao Xingjian, Johnny Depp, Lucinda Childs, Dita Von Teese, Zhang Huan, William Pope L e Mariane Faithfull  estão no mezanino. As celebridades posaram quase imóveis para as câmeras da Voom HD Network, empresa de televisão onde Wilson tem sido artista residente desde 2004. Além disso, cada obra possui trilha sonora própria especialmente composta por músicos parceiros de Wilson, como Lou Reed e Tom Waits entre outros.

A natureza morta é vida real – por Robert Wilson

Os vídeo-retratos podem ser vistos nas três formas tradicionais em que artistas constroem o espaço. Se eu colocar minha mão na frente de meu rosto, posso dizer que é um retrato. Se vejo minha mão a distancia, posso dizer que é parte da natureza morta e se a vejo do outro lado da rua, posso dizer que é parte do cenário. Na construção destes espaços, vemos uma imagem que pode ser pensada como um retrato. Se olharmos com cuidado, esta natureza morta é uma vida real. De certa forma, se pensarmos sobre isso e olharmos por tempo suficiente, os espaços mentais se transformam em cenários mentais.

Estes retratos se originam de um trabalho que eu fiz nos anos 70, chamado “VIDEO 50”. Fiz vários retratos, incluindo o escritor surrealista Louis Aragon, a socialite Helene Rochas, um pato, um padre que eu conheci num bar, o diretor de museu Pontus Hulten, o CEO da Sony, Akito Morita, e o Ministro da Cultura da França Michel Guy. Estes retratos podem ser vistos na TV, em galerias, museus, estações de metrô, hotéis, aeroportos ou mesmo no quadrante de um relógio de pulso. Eu imagino os VOOM PORTR AITS sendo vistos em espaços públicos, bem como nos lares. Em casa, eles são como uma janela na sala ou o fogo na lareira.

Freqüentemente as pessoas me perguntam “Quais são as idéias por trás das imagens?”. Eu não interpreto meu trabalho. A interpretação é para os outros. Fixar um significado a um trabalho como este limita sua poesia e a possibilidade de outras idéias. Eles são pessoais, expressões poéticas de personalidades diferentes. Um homem da rua, um animal, uma criança, super stars, deuses de nosso tempo.

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