20/20 e outros formatos / Chico Lisboa – Bolsa de Arte

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20×20 e Outros Formatos / Bolsa de Arte – Chico Lisboa

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Salão de Arte de Novo Hamburgo / Espaço Cultural Albano Hartz

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NOA NOA – Feira Livre de Arte Impressa / Atelier Livre Xico Stockinger

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Este ano no mês de outubro, nos dias 18 e 19 estaremos realizado a primeira edição da NOA NOA – Feira Livre de Arte Impressa no Atelier Livre Xico Stockinger. Com o objetivo de promover, mostrar, divulgar, vender e discutir a produção impressa de artistas gráficos. Além das práticas tradicionais de gravura como: xilogravura, gravura em metal, litografia e serigrafia. Estaremos abertos a outros meios de reprodução gráfica desde carimbo, monotipia, xerox, mimeógrafo, offsete, eletrografia, clichê, etc. Passando por objetos como fanzines, cartazes, história em quadrinhos, livro de artista, gravuras, cédulas, selos, adesivos, etc.

Inscrições:22 de setembro à 10 de outubro de 2014

Através da ficha de inscrição

Por email: alivre@smc.prefpoa.com.br ou pessoalmente na secretaria do Atelier Livre.

Participação livre e gratuita

Regulamento:

  • O expositor deverá se inscrever previamente;
  • As inscrições devem ser individuais ou em grupo;
  • Cada artista ou grupo é responsável pela exposição e venda de seu material;
  • O grupo ou artista expositor receberá uma mesa, ou parede, conforme sua necessidade, sendo de sua responsabilidade a disposição, organização e venda de seus trabalhos;

O horário da Feira será:

18/10 (sábado) e 19/10 (domingo) – Das 13h:00 às 20h:00

O Atelier Livre estará aberto a partir das 10h desses dias para a montagem e organização da Feira.

Artigo Rio – Feira de Arte Conemporânea 2014

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Salão de Arte do Atelier Livre 2014 / Atelier Livre de Porto Alegre

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8º Leilão de Parede / Galeria Luisa Strina

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30 / 30 / Chico Lisboa

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Mercado Paralelo / Casa Paralela

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Salão Xucumuis de Arte Digital – Inscrições Prorrogadas

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www.salaoxumucuisdeartedigital.wordpress.com

 

Salão de Arte de Arte do Atelier Livre 2012

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+80 Pró-Tiu Leilão de Parede / Atelier Subterrânea

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XI Salão Latino Americano de Artes Plásticas / Museu de Arte de Santa Maria

CONVITE ABERTURA

Bazar de Arte / Casa Comum

 

Feira / Tijuana – Galeria Vermelho

 

Inscrições e Programação do 26º Festival de Arte Cidade de Porto Alegre

http://atelierlivre.wordpress.com/2012/10/22/26o-festival-de-arte-de-porto-alegre/

Será realizado no Atelier Livre da Secretaria Municipal da Cultura, entre os dias 5 a 9 de novembro, o 26º Festival de Arte Cidade de Porto Alegre. Este é um período intensivo dedicado ao fazer artístico e um espaço que se abre para intercâmbio. com artistas, pensadores e comunidade. Serão realizadas oficinas, performances, lançamentos de livros, encontros com artistas que falarão sobre sua obra e seu processo criativo. Na abertura, que acontecerá no dia 5 de novembro, às 20h, será apresentado o resultado do workshop Estranhos Vestíveis, orientado por Lisiane Rebello e Claudio Paulo, em forma de desfile.

 

* Adolfo Montejo (Foz do Iguaçu, PR) -De 6 a 8 de novembro – 19hOficina Arte contemporânea (ficções e fricções, o lugar da imagem)

I – A imagem-ficção (arte versus visualidade)

II – A imagem-fricção (arte versus cultura)

 

* Ana Laura Lopez de La Torre (Montevidéu, Uruguai)- De 5 a 9 de novembro – 14hOficina As regras do jogo: Participação e Arte Contemporânea 

Esta oficina, que se desenvolve em 5 sessões,  com atividades extras, propõem uma exploração coletiva de estratégias participativas como meio para vincular a produção artística com a realidade e os interesses dos cidadãos de Porto Alegre. É uma oficina aberta não só a artistas, mas também é adequado para educadores, líderes comunitários, antropólogos, sociólogos, psicólogos e trabalhadores sociais.

* Ana Teixeira (São Paulo, SP)

Dia 6 de novembro às 14h; e 7 de novembro das 9h às 12h e das 14h às 17h

Oficina A arte na rua e a rua na arte

Esta oficina pretende promover reflexões sobre a arte no espaço público com abordagem teórica e prática, facilitando o entendimento e a compreensão da arte contemporânea.

Por meio da apreciação e contextualização de importantes obras e artistas dos séculos XX e XXI e da realização de intervenções urbanas propostas pelos participantes, será possível desenvolver noções de usos e relações com o espaço público.

 

* Armando Queiroz (Belém, PA) -De 5 a 9 de novembro – 14hOficina Redescobrindo o objeto: o objeto do cotidiano como elemento plástico contemporâneo

 

* Claudia Paim (Rio Grande, RS) http://www.youtube.com/watch?v=bYGqSnbjKRM&feature=youtu.be-De 5 a 8 de novembro – 14hOficina O corpo em ação

Objetivo Geral: levar o aluno a observar alguns exemplos da produção artística em performance e ações performáticas e realizar elaboração prática. Objetivos Específicos: refletir sobre a presença do corpo como motor de projetos em artes visuais,  proporcionar oportunidade para observar, analisar e discutir sobre algumas performances contemporâneas e realizar experimentações.

Conteúdos: Análise crítica de proposições de artistas contemporâneos; Observação de hibridismos com outras práticas artísticas; Fotoperformance e videoperformance.

 

* Daniele Marx (Porto Alegre, RS) – De 5 a 9 de novembro – 19h

Oficina Eu sou… e se eu fosse

A oficina é voltada para um grupo de pessoas que tenham interesse na experiência do jogo e da participação como prática artística. Construída com base na proposição de reconstrução do sujeito artista/não artista e sua posição no mundo/na vida. A oficina será desenvolvida a partir de cinco encontros destinados para conversas, proposições lúdicas, leituras de textos, projeções de vídeos e a construção de diagramas. Caberá ao último encontro à realização de um documento como encerramento da oficina.

 

* David da Paz (Fortaleza, CE) – De 5 a 9 de novembro – 14h

Oficina Narratividades CorpoCartográficas – Arte Contemporânea, Tecnologia e Novos Nomadismos

Capacitar os interessados a produzirem softwares para celulares com o intuito de  promover uma reflexão sobre os conceitos do campo da arte e tecnologia ligados às mídias   locativas. As ferramentas que serão estudadas e desenvolvidas  são:  localização  através  de  GPS,  inserção  de  mídias  (sons  e imagens)  executadas  no  celular  através  do  GPS  e  a  criação  e  edição  das mídias. O projeto será desenvolvido através da ferramenta Walkingtools.

 

* Ernesto Bonato (São Paulo, SP) – De 5 a 9 de novembro – 19h

Oficina Uma cabeça, visões

A proposta é realizar um trabalho concentrado de desenho e pintura, tendo a observação da figura humana como ponto de partida. Cada participante poderá ter a experiência de posar para os demais e vivenciar o outro lado da relação pintor/modelo. O ministrante, que trabalha há 20 anos também com gravura e fotografia, procurará ainda relacionar a prática do desenho e da pintura com a gravura, questão que vem desenvolvendo em seu próprio trabalho gráfico. Público: pessoas que se interessem pelo desenho, pintura, gravura e pela figura humana.

 

* Fabiane Morais Borges (Rio de Janeiro, RJ) – De 7 a 9 de novembro – 19h

Oficina Um pouco de esquizoanálise para arte e vice-versa

A oficina se direciona a artistas, psicólogos, comunicadores, performers, arteterapeutas e demais interessados no diálogo entre processos criativos e produção de subjetividade. Tem como objetivo o debate sobre práticas transdisciplinares, assim como trabalhar conceitos atuais relacionado a filosofia e política. A performance e a tecnologia entram como interfaces das práticas abordadas. Os encontros terão como base de conversas a exposição de alguns vídeos, elementos de uso ritual, discussões teóricas, exercícios práticos, assim como exposição de problemas e críticas relacionada a processos e procedimentos das práticas esquizoanalíticas. Será importante a leitura de alguns textos durante o curso, o que será feito no espaço do workshop, com dinâmicas de grupo administrado pela oficineira.

 

* Leandro Machado (Porto Alegre, RS)  -De 5 a 7 de novembro – 14hOficina A cidade e o lixo sob o olhar do artista: potência política, potência expressiva

Apresentação da trajetória do artista e de materiais coletados pelas ruas como impressos, embalagens de papelão, sacos e sacolas plásticas, lâmpadas, espelhos, cabos de vassoura, embalagens de alumínio, cartazes de shows. Discussão sobre o conceito de lixo e sobre reciclar, reutilizar e suas diferenças. Haverá saída de campo para percorrer as ruas, visitar uma unidade de triagem conveniada ao DMLU e o atelier do artista Antônio Augusto Bueno.

* Mariana Marcassa (São Paulo, SP) – De 5 a 7 de novembro – das 13h às 19h

Oficina Praticas performativas

Esta oficina pretende-se como um encontro de artistas/performers. As pessoas envolvidas neste encontro passarão por uma seleção prévia. Para esta oficina serão selecionados  10 artistas  que irão  desenvolver seus estudos a respeito de suas práticas perfomativas, expondo seus processos, as questões que nelas se envolvem, fazendo deste encontro um lugar público, no sentido lato da palavra, onde as perguntas que atravessam os trabalhos de cada um possam compor um campo de pensamento da arte, e especialmente o da performance.

Para inscrever-se [e preciso passar por seleção prévia: cada performer deve enviar uma proposta prévia de seu trabalho para o e-mail alivre@smc.prefpoa.com.br , descrevendo-a sucintamente e indicando os equipamentos necessários para a sua apresentação (projetor, caixas de som, etc). Pede-se também o envio de um currículo resumido (de uma lauda).

 

* Santiago Cao (Buenos Aires, Argentina) – De 6 a 9 de novembro – 14h

Oficina Práticas de (des)velamento de Situações Cotidianas

Oficina intensiva de análise do Espaço Público, dos micro poderes que se ativam, e alguns possíveis modos de sub(ver)te-los através da Performance e as Intervenções Urbanas.

Nesta oficina o caráter teórico-vivencial pesquisará em torno ao Corpo como ferramenta e suporte da obra, incerto e inserido no espaço público, modificando-se e sendo modificado pela parte partir de ações que o intervenham produzindo um (des)veu de forças que operam ali. Ações micropolíticas que podem fazer limpar as permissões e proibições que cada função tem em cada contexto.

* Marcia Tiburi (São Paulo, SP) -Dias 8 e 9 de novembro às 14hArte, sobre Pensar e Fazer – Painel ARTE, um conceito atual?

As formas de arte, os conceitos de arte ao longo da história, a arte de rua, as novas tecnologias.  Do que se está falando quando se fala em arte contemporânea? Relações entre Arte e Filosofia, Ética e estética.

 

* Sérgio Vicente (Lisboa, Portugal) – De 6 a 8 de novembro –19h

Oficina Lugares de sombra

Lugares de Sombra Desenvolvimento de propostas artísticas para lugares específicos em contexto de utilização pública. Falamos da escolha de pequenos lugares aparentemente vazios de sentido utilitário, pequenos e singulares lugares esquecidos no espaço urbano (preferencialmente) em torno do Atelier Livre, ou (como alternativa) no interior do edifício do Atelier. Trabalhos realizados por grupos, preferencialmente de dois a três elementos, que no final do seminário se poderão consubstanciar em projetos/ simulações de obras ou resoluções plásticas no espaço escolhido, trabalhos sempre acompanhados da documentação processual. O processo começa com a escolha dos lugares a intervir, a deambulação e conhecimento empírico do lugar é ponto de partida; constrói-se o projeto com base na definição de premissas metodológicas, a aplicar na análise do lugar e suas transposições para o pensamento plástico; incentiva-se a exploração plástica de modelos interpretativos do lugar que levem à concretização final de propostas.

 

* Paulo Bruscky(Recife-PE) – Dias 6 a 7 – 19h

Oficina A Arte Correio e a Grande Rede – Os antecedentes históricos e os desdobramentos da Arte Postal até o advento da internet e outras mídias.

 

* Artista e sua obra + SEU

O artista e sua obra é um espaço onde os artistas participantes do Festival falam sobre a sua produção artística individual e o SEU –  Semana Experimental Urbana, que é um projeto experimental entre criadores e espaço público, com foco na colaboração e na construção de experiências poéticas e políticas que conduzam a um transbordamento das práticas coletivas, tanto artísticas, quanto cotidinas. É uma plataforma multidisciplinar em artes, organizada na forma de encontro, para interferir, através de ações e gestos, no acontecer dos impulsos do espaço público.

O SEU 2012 tem o financiamento do FAC – Fundo de Apoio à Cultura/SEDAC/RS.

Diariamente serão realizadas ações em espaços públicos da cidade, que serão comunicadas por meio de site e das redes sociais:

semanaexperimentalurbana.com

facebook.com/semanaexperimentalurbana

twitter.com/seu_2012

 

* Ana Teixeira – Dia 5 de novembro, segunda 14h – no Auditório

Artista e mestre em Poéticas Visuais pela USP. Realiza exposições individuais e coletivas dentro e fora do Brasil. Ministra cursos sobre arte e promove encontros reflexivos em bienais, museus e galerias.

* Santiago Cao (Buenos Aires, Argentina, 1974) – Dia 5 de novembro, segunda 19h – auditório do Atelier LivreLicenciado em Artes Visuais pelo IUNA (Instituto Universitário Nacional del Arte) onde ademais trabalha desde o ano 2008 como professor de Linguagem Visual. Aprofundou seus estudos em Licenciatura da Psicologia. Possui experiências em teatro, literatura, clown e espetáculos de rua. Durante anos, percorreu a América do Sul realizando ações performáticas e atualmente reside em Buenos Aires, onde busca acionar, por meio da Performance, situações que recortem porções de realidade, gerando e auto-gerando questionamentos sobre a mesma.

O artista falará sobre a relação entre distintos conceitos teóricos como: Diferenciar o corpo do Corpo. É dizer, diferenciar o orgânico do que, tanto constructo social, cultural e vivencial, chamaremos Corpo com maiúscula; Análise do Espectador Sabi(d)o e as possíveis estratégias para potenciar suas transformação em interações; Análise dos distintos espaços e os micropoderes que eles se ativam em função das polaridades permissão/prohibição e concessão/negação dependendo das funções que que cada corpo ocupa em cada contexto espaço-tempo; Análise do conceito de “Véu” e das  ações subseqüentes de (des)véu

 

* Sérgio Vicente – Dia 6 de novembro, terça – 14h auditório do Atelier Livre

Esta síntese programática comporta o resumo para um exercício pedagógico no âmbito da escultura – Lugares de Sombra – a ser desenvolvido com estudantes de artes plásticas num número de aulas a definir. E, resumos de três aulas teóricas/palestras sobre intervenções artísticas permanentes em lugares públicos, nas quais fui coordenador de projecto ou autor; a temática está centrada sobre a arte pública evocativa, são três diferentes aproximações metodológicas à reinvenção do Monumento na arte contemporânea, a partir do debate sobre as políticas de encomenda, criação e difusão da arte em espaços urbanos.

 

* Fabiane Morais Borges – Dia 6 de novembro, terça 19h – auditório do Atelier Livre

Fabiane Borges é analista de Bagé, esquizoanalista, artista, ensaísta, performer, aventureira, escreveu dois livros: Domínios do Demasiado, Breviário de Pornografia esquizotrans e organizou dois livros da rede submidialogia: Ideias Perigozas e Peixe Morto. Faz doutorado em Psicologia Clínica na Puc/SP, recentemente fez bolsa sanduiche na Universidade de Goldsmiths em Londres, é ativista de midia livre e artista residente em várias partes do mundo. Desenvolve atualmente pesquisa sobre movimento indígena e indigenista na época da ditadura militar no Brasil. Palestra com apresentação de imagens e vídeos sobre Esquizoanálise, Tecnoxamanismo, Ruidocracia e Processos imersivos , seguida de discussão aberta.

 

* Armando Queiroz –  6 de novembro, terça – 19h – saguão do Centro Municipal de CulturaNasceu em Belém do Pará em 1968. Sua formação artística foi constituindo-se através de leituras, experimentações, participações em oficinas e seminários. Expõe desde 1993 e participou de diversas mostras coletivas e individuais no Brasil e no exterior. Integrou projetos como: Macunaíma, em 1997, no Rio de Janeiro e Prima Obra, em Brasília, em 2000. Participou do Salão Arte Pará como artista convidado, em 1998, 2005, 2006, 2007 e 2008. Na cidade de Abaetetuba (PA), em 2003, realiza sua primeira intervenção urbana no Mercado de Carne Municipal como resultado do workshop Projetos Tridimensionais II, promovido pelo Instituto de Artes do Pará – IAP. Foi bolsista do mesmo Instituto de Artes em duas oportunidades: com a bolsa de pesquisa Possibilidades do Miriti como Elemento Plástico Contemporâneo, em 2003. E, em 2008, com a bolsa de pesquisa Corpo toma Corpo, estudos em Videoarte – O Corpo como Intermediador entre a Vida e a Arte.

VIDEOINSTALAÇÃO MIDAS: Miséria, hanseníase e abandono espreitam Serra Pelada quase trinta anos depois do início da febre do ouro. Restaram casebres abandonados, pessoas perambulando, quais mortos-vivos, numa cidade fantasma ao redor de um grande lago contaminado de mercúrio, o oco. Restaram velhos aposentados, mulheres e a prostituição infantil. O índice de HIV é altíssimo. O gigante ameaçador, percebido no clima tenso do local, está presente a todo o momento. O gigante quer terra, o gigante quer expulsão, o gigante tem papéis e advogados, o gigante tem anuência do poder decisório. O garimpeiro tem apenas uma amarfanhada carteirinha de autorização para exploração de minério, e muita tristeza da sua atual situação.

O garimpeiro tem ao lado de si muitas cooperativas, nem todas bem intencionadas. Muitos não deixam o local simplesmente por vergonha, não teriam condição de encarar seus familiares tantos anos depois sem nada nas mãos. Regra geral ouvir que sairão sempre pior do que chegaram. Dos poucos que ainda exploram o minério, pouca ou nenhuma esperança.

O olhar vago de um gaúcho à espera de um hipotético sócio – com dois meses de máquinas paradas -, e de um também hipotético veio riquíssimo debaixo de poucos metros de rocha, diz tudo.

* Ana Laura Lopez de la Torre, Montevideo, Uruguay. – dia 7 de novembro, quarta – 19h – auditório do Atelier Livre

Seu trabalho se desenvolve em nível comunitário, e explora a idéia de “bem comum”, portanto, o que é inerentemente compartilhada – o que estamos obrigados a compartilhar, por exemplo o espaço público – como o que somos capazes de compartilhar voluntariamente através da generosidade, a colaboração e o intercâmbio, somando recursos e produzindo conhecimento coletivos. Pessoas e grupos com interesses comuns, mas muitas vezes com agendas em conflito, são somadas ao processo através de processos colaborativos e participativos.

Arte afora: Uma apresentação compartilhada de exemplos de seus trabalhos como “artista conceitual comunitario” em Londres entre 1997 e 2011. Através da narração dos distintos contextos, em seus distintos projetos, que se apoiam, e a análise da interdependência entre redes informais de artistas, paradigmas institucionais, políticas culturais de Estado e a contínua re-conceitualização da esfera pública no imaginário social. Esta narrativa que cobre mais de 15 anos de produção artística, inicia com suas primeiras experiências com a performance e as intervenções em espaços públicos, chegando ao desenvolvimento de uma prática colaborativa e implicada em um compromisso de larga duração com populações da periferia e suas organizações comunitárias. Sua apresentação também inclui uma discussão sobre a historia, desenvolvimento e características das práticas sociais na arte, um campo que começa a se definir  e articular com mais rigor teórico a partir dos anos 90, quando ela estava envolvida como artista,  pesquisadora e professora.

 

* David da Paz –  7 de novembro, quarta – 19h- saguão

David da Paz é Artista híbrido e Educador, integra o Coletivo Curto-Circuito o Laboratório de Arte (http://coletivocurto-circuito.blogspot.com/), Pública/Liquidificador. Sem Tampa trabalha como VJ, músico, poeta e performer na Orquestra Polifônica de Levante Festivo, formado em Teatro do Oprimido pelo CTO-RIO/Centro de Teatro do Oprimido Algusto Boal, realizou diversas oficinas deArte-Interveção (destaque para oficina Modos de Fazer; COMUNICIDADE/ArtePública de Intervenção Comunitária na Capitania de Arte e Cultura/Dragão do Mar que culminou na intervenção PI insitu na Praia de Iracema), é aluno- educador-inventor na (da) Escola de Bens Imateriais. Seus trabalhos são focados na intersecção entre arte, política, filosofia, tecnologia, comunicação e sociologia, entrado nos movimentos de ruptura como a Contracultura. Performance que utiliza fragmentos em videos de ações urbanas realizadas, onde as imagens serão manipuladas em tempo real, mixadas com músicas originais.

 

* Mariana Marcassa – dia 8 de novembro, quinta – 19h – sala de pintura 2 do Atelier Livre

Graduada em Artes Visuais pela UFG (Goiás) e Mestre em Psicologia Clínica pela PUC (São Paulo). Trabalha com performance desde 2001. Como integrante do Grupo EmpreZa já participou de diversos Encontros de Coletivos, Residências Artísticas e Mostras Nacionais e Internacionais, entre elas: Programa Rumos Itaú Cultural – Artes Visuais 2009; MIP – Manifestação Internacional de Performance (BH); Residência e Conferência junto aos coletivos chilenos CDINDICE e DEFORMES; Encuentro de Colectivos BrasilEspaña (INTERMEDIAE MATADERO-MADRID); MAMAM no Pátio (Museu de Arte Moderna Aluísio Magalhães); 29º Panorama da Arte Brasileira (MAM São Paulo); todas as edições da quarentena Açúcar Invertido (FR, NY, Macapá e Rio de Janeiro). Vive e trabalha em São Paulo.

QUE CORPO É ESSE? Performance 2: 20 a 30 minutos de duração

 

*Claudia Paim – Dia 9 de novembro, sexta – 14h – sala de desenho

Artista visual com produção em performance, vídeo, instalações sonoras e fotografia. Professora de poéticas visuais na Universidade Federal do Rio Grande. Tem textos publicados e exposições individuais e coletivas no Brasil e exterior. Áreas de pesquisa: coletivos, performance e corpo. Palestra sobre sua produção em performance com apresentação de fotografias e vídeos.

 

* Leandro Machado – 9 de novembro, sexta 19h – saguão

Performance no saguão do Centro Municipal de Cultura.

 

* LANÇAMENTO de LIVRO

Dia 7 de novembro, quarta, às 17h30min no auditório – Lançamento do livro de artista “Ora Bolas“, de Adolfo Montejo e Paulo Brusky

Dia 8 de novembro, quinta às 17h – Lançamento do Livro “Domínios do Demasiado” da autora Fabiane Morais Borges. A autora faz doutorado em psicologia clínica no Nucleo de Subjetividade na PUC em São Paulo. A obra é fruto da sua dissertação de mestrado. A pesquisa durou cerca de cinco anos (2002-2007). O livro se fundamenta nas experiências da autora dentro dos contextos da rua, dos movimentos sociais, do ativismo de mídia e arte-política. Produção de subjetividade também é um ponto alto do livro, assim como práticas coletivas e colaborativas dentro das redes de internet; é um livro de esquizoanálise. O livro traz uma linguagem por vezes lúdica, outras vezes mitológica e ainda alguma referência mais burocrática, para situar os leitores em histórias concretas com alguma relevância política e social principalmente para a cidade de São Paulo, onde foi feita a pesquisa. O livro fala das ocupações da cidade e do campo com movimentos como os Sem Teto, Sem Terra, Moradores de rua, Favelas, onde os coletivos de arte, grupos de mídia independente e ainda coletivos ligados ao movimento do software livre, rádio livre se juntavam para interferir nessas realidades, utilizando o próprio movimento social como espaço público, o espaço da ágora onde é possível a criação do novo lugar democrático, ou ainda das novas formas de fazer política. O livro se baseia nas políticas de colaboração e autonomia, para além da formação de Estado em suas dinâmicas representativas. Autonomia, apropriação de conhecimentos produção de acesso é uma linha constante na prosa da autora.

INSTALAÇÃO – 6 de novembro – a partir das 20h na fachada do Centro Municipal de Cultura

Conversando a Gente se Entende promovido pelo Coletivo +Zero – A Instalação CONVERSANDO A GENTE SE ENTENDE é composta por três monitores de computador, sentados cada um em uma cadeira, estando as cadeiras dispostas em torno de uma mesa, formando assim uma mesa de bar. Estes monitores estão em diálogo imagético e sonoro permanente, acompanhados por uma porção de tremoço, uma de amendoim, duas cervejas e quatro copos, dispostos sobre a mesa do bar. Os monitores não estão ligados em computadores, mas sim em um dispositivo de geração de imagens aleatórias. O som é gerado pelo mesmo dispositivo, uma pequena placa de circuito eletrônico que ficará presa embaixo da mesa. Completará a ambientação-bar um conjunto de pequenas caixas acústicas. As oficinas terão o investimento de acordo com o número de dias que o mesmo oferece, sendo cobrado o valor de R$ 10,00/dia. Logo, se o curso dura dois dias, o valor será de R$ 20,00. Se o mesmo tem a duração de quatro dias, ele será de R$ 40,00. Para você se inscrever, basta enviar e-mail para alivre@smc.prefpoa.com.br informando seus dados: nome completo, documento de identidade, data de nascimento, escolaridade, atividade que pretende participar, telefone para contato e e-mail.

As demais atividades são gratuitas e não necessitam inscrições prévias.

ARTIGO RIO – Feira de Arte Contemporânea

 

XV Salão de Artes Visuais / Pinacoteca da Feevale

 

Leilao – O Jaridm de Epicuro / Galeria Moura Marsiaj

P/ARTE – Feria de Arte Contemporânea

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