Ponto a Ponto / Galeria Luisa Strina

unnamedAbertura: 08 de outubro às 19hs
08 Outubro — 14 Novembro 2014
Rua Padre João Manuel 755 Cerqueira César 01411-001 São Paulo SP Brasil
Fone: +55 11 3088–2471 Fax: +55 11 3064–6391 info@galerialuisastrina.com.br
Segunda a sexta 10h–19h Sábados 10h–17h

Ao longo das últimas cinco décadas, Anna Maria Maiolino desenvolveu um corpo de trabalho variado, explorando continuamente, processos criativos, o deslocamento, o desejo e a identidade. Em Ponto a Ponto, primeira exposição individual de Anna Maria na Galeria Luisa Strina, a artista apresenta trabalhos em diferentes suportes desenvolvidos nos últimos cinco anos: desenhos, fotografias, vídeos, esculturas.

Para produzir algumas destas obras, a artista empregou métodos artesanais típicos de ateliê, enquanto, para outras, utilizou novas mídias: fotografia e vídeo. Assim sendo, desequilíbrio e mutação são constantes dentro do conjunto: todas as obras carregam seus próprios significados, que ora se aproximam, ora se afastam entre si.

Este universo criativo, composto por uma gama variada de interesses, é articulado na obra de Anna Maria Maiolino não só no processo de elaboração da série, mas também ao longo de toda a sua prática. A atitude da artista em relação aos materiais e à temporalidade produz um retorno criativo a várias fases de sua carreira e, por isso, ela deu a esta mostra o título de Ponto a Ponto.

“Achei oportuno este título porque ele sublinha a ideia do uso de um corpo de sentidos articulado na diversidade das técnicas.

A partir de 1990 comecei a trabalhar com o método tradicional da escultura moldada, processo que segue três etapas: primeiro se realiza o positivo em argila; depois se retira a argila do molde e se isola este molde com estearina; por fim, na terceira e última etapa do processo, recheia-se o molde com argamassa de cimento ou gesso, originando assim o positivo final, o objeto propriamente dito. Caso se queria fundir o objeto em metal, cria-se um positivo em cera através do molde e depois este positivo é fundido.

No processo da escultura moldada encontro pela primeira vez à argila. Uma cosmovisão então se faz presente e provoca em mim a reconquista do tátil. O trabalho se reconecta com um caráter topológico, já que, se colocarmos um pedaço de argila sobre uma superfície, por si mesma ela forma uma topologia. A série de esculturas-instalações presentes na exposição, realizadas com cerâmica raku, iniciada em 2010 e intitulada Preposições, se instaura na repetição de formas primas, básicas, produzidas pela ação das mãos na compactação da matéria, a argila. Esta série tem tudo a ver com as grandes instalações de argila sem cozer da série Terra Modelada iniciada em 1994. A argila é elaborada in loco, como na última dOCUMENTA (13) de Kassel, em 2012.

As diferentes séries de desenhos são resultantes da série Codificações Matéricas iniciado em 1994. Naquele momento, os denominei assim porque, depois do meu encontro com a argila, meu desenho adquiriu uma nova consciência material e novas formas de existir. Quer dizer, passei a desenhar com a ação consciente das inter-relações matéricas: minhas pulsões, a tinta e a força de gravidade. Meu trabalho com os suportes super-8, vídeo, fotografia e som são práticas de experimentação movida por um grande desejo de liberdade. Os resultados são estratagemas de trabalho, manobras para a criação.”

Anna Maria Maiolino, maio de 2014

Anna Maria Maiolino nasceu em 1942 em Scalea na Itália e vive no Brasil desde 1960. Em 1967 entra para o importante show “New Objetividade Brasileira”, organizado por críticos e artistas (entre eles Hélio Oiticica). Sua mostra no Centro Cultural Candido Mendes (Rio de Janeiro, Brasil), em 1989, é premiada pela Associação Brasileira de Críticos de Arte – ABCA. Em 2012 participa da dOCUMENTA (13), em Kassel, Alemanha. Também em 2012 a artista recebe o Prêmio MASP Mercedes-Benz de Artes Visuais, 1ª edição, pelo conjunto de sua obra. Participam do júri de premiação; Teixeira Coelho, curador do MASP; Chris Dercon, diretor da Tate Modern, Londres; José Roca, curador de arte latino-americana da Tate Modern; Paulo Herkenhoff diretor do MAR – Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro; Moacir dos Anjos, curador independente. Em 2010, a Fundação Tàpies, em Barcelona, Espanha, organiza uma retrospectiva de seu trabalho, que viaja para o Centro Galego de Arte Contemporânea, em Santiago de Compostela (Espanha), e Malmö Konsthall (Suécia). Nesse mesmo ano participa da 29a Bienal de São Paulo (Brasil) e de uma exposição coletiva no MoMA, em Nova York (EUA), além de se apresentar individualmente em Londres (Inglaterra) e Milão (Itália). Nos anos anteriores tem mostras individuais no Pharos Centre for Contemporary Art (Chipre), em 2007, no Miami Art Centre – MAC (EUA), em 2006, e na Pinacoteca do Estado (São Paulo, Brasil), em 2005. Em 2002 expõe numa retrospectiva no The Drawing Center, em Nova York (EUA), em que ocorre o lançamento do livro A Life Line / Life Apart. Coletivamente, participa em 2009 da 7a Bienal do Mercosul, em Porto Alegre (Brasil), do MAM 60 – OCA, em São Paulo (Brasil) em 2008, e de exposições realizadas no MOCA, em Los Angeles (EUA), em 2007, na Fundação Cisneros Fontanals Art, em 2006, no Museu de Arte Contemporânea de Chicago (EUA), em 2005, e no MAM-RJ (Brasil), em 2004.

Anúncios

Pling Pling – Cildo Meireles / Galeria Luisa Strina

unnamed
A Galeria Luisa Strina tem o prazer de apresentar Pling Pling, exposição individual de Cildo Meireles, um artista cuja relação de longa data com a galeria remonta a várias décadas. Em paralelo à Bienal de São Paulo, Pling Pling vai explorar a relação entre o sensorial e a mente, a política e ética – temas que envolveram Meireles em sua prática ao longo dos últimos cinquenta anos. A exposição vai apresentar obras nunca antes exibidas em São Paulo, baseada na retrospectiva de Meireles em 2013, no Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia, em Madri, que viajou ao Museu Serralves n’O Porto e ao HangarBicocca, em Milão, no começo deste ano.A exposição incluirá uma seleção de instalações e uma pintura, cobrindo toda a carreira do artista, desde sua elogiada série Espaços Virtuais, datada da década de 1960, até trabalhos mais recentes. O foco central da exposição será a instalação de grandes dimensões Pling Pling (2009), anteriormente exibida como parte da coletiva “Making Worlds”, com curadoria de Daniel Birnbaum para a 53a Bienal de Veneza (2009). A obra toma a forma de um espaço construído dentro da galeria, composto por seis salas, cada uma pintada com uma cor primária ou secundária diferente e equipada com uma tela de vídeo que exibe um tom complementar. No estilo típico de Meireles, a escala e a cor saturada são usadas para criar uma experiência multissensorial para o visitante enquanto caminha pela instalação.

Nascido no Rio de Janeiro, onde ainda vive e trabalha, Meireles é considerado um dos principais representantes da arte conceitual, com a criação de algumas das obras mais instigantes de sua era, no sentido estético e filosófico. O trabalho de Meireles trata ideias complexas com expressão frugal única, que se inspira nas formas neoconcretas dos mestres da vanguarda histórica brasileira. A tumultuada história política e social do Brasil também está embrenhada de modo fundamental em sua obra: Meireles combina a poetização de seus antecessores com a coragem e o realismo de sua experiência social.

A obra de Meireles foi exposta no mundo todo, incluindo as 37a, 50a, 51a e 53a Bienais de Veneza; as 16a, 20a e 24a Bienais de São Paulo; as 6a e 8a Bienais de Istambul; as 1a e 6a Bienais do Mercosul; o Festival Internacional de Arte de Lofoten, Noruega; a Bienal de Liverpool de 2004; a Paralela Gift, São Paulo; e a Documenta, em 1992 e 2002.

Entre suas exposições individuais recentes estão as realizadas em Kunsthal 44 Møen, na Dinamarca; HangarBicocca, em Milão; Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia, em Madri; Museu Serralves n’O Porto; Centro Itaú Cultural, em São Paulo; Museo Universitario de Arte Contemporáneo (MUAC), na Cidade do México; MACBA, em Barcelona, Tate Modern, em Londres; Estação Pinacoteca, em São Paulo; Museu Vale do Rio Doce, no Espírito Santo; Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro; Portikus im Leinwandhaus, em Frankfurt; Kunstreverein in Hamburg, em Hamburgo; Galerie Lelong, em Nova York; Musée d’Art Moderne et Contemporain de Strasbourg, em Estrasburgo; New Museum, em Nova York; Galeria Luisa Strina, em São Paulo; e Miami Art Museum, em Miami – entre outras. As coletivas recentes incluem Museu de Arte Moderna (MAM), em São Paulo; Museum of Contemporary Art Chicago (MCA), em Chicago; Bonniers Konsthall, na Suíça; Museum of Contemporary Art Tokyo, em Tóquio; e MoMA, em Nova York.

21 de agosto – 27 de setembro de 2014
ABERTURA: 21 de agosto às 19h

Galeria Luisa Strina

Rua Padre João Manuel 755 Cerqueira César 01411-001 São Paulo SP Brasil
Fone: +55 11 3088–2471 Fax: +55 11 3064–6391 info@galerialuisastrina.com.br
Segunda a sexta 10h–19h Sábados 10h–17h

O Valor da Obra de Arte / Galeria Luisa Strina – Ministério da Cultura

10177264_743777878977072_1305348730588821523_n

Renata Lucas / Galeria Luisa Strina

unnamed1

Secret Codes / Galeria Luisa Strina

unnamed4

8º Leilão de Parede / Galeria Luisa Strina

unnamed2

A | Z / Galeria Luisa Strina

az

Your Orbit Perspective / Galeria Luisa Strina – Galpão Fortes Vilaça

news_Olafur_Eliasson

Cateano de Almeida / Galeria Luisa Strina

Abertura de exposições / Galeria Luisa Strina

On Apology / Galeria Luisa Strina

Nicolás Paris – Geta Bratescu / Galeria Luisa Strina

Leilão de PArde / Galeria Luisa Strina

Jorge Macchi – Federico Herrero / Galeria Luisa Strina

GloveTrotter – Cildo Meireles / Galeria Luisa Strina

Glovetrotter (divulgação)

Galeria Luisa Strina e Reila Gracie Editora convidam para o lançamento do múltiplo da obra “Glovetrotter” de Cildo Meireles, no dia 19 de setembro de 2010, das 12h às 17h, na nova sede da galeria, à Rua Padre João Manuel, 755.
Cildo Meireles concebe gravuras a partir de obras originais desenvolvidas em outros suportes. Ele selecionou a emblemática “Glove Trotter” (1991) para realizar um múltiplo em uma placa de aço inoxidável com impressão digital. O trabalho original lida com questões clássicas da escultura (volume, peso e gravidade) desdobrando-as em noções de contexto geográfico e de universalidade.
A galeria exibe, paralelamente, a mostra coletiva “Primeira e última, Notas sobre o monumento” no atual espaço e na nova sede até 17 de dezembro.

Abertura: 19 de setembro de 2010; das 12h às 17h.

Exposição: De 20 de setembro a 17 de dezembro de 2010;  segunda a sexta-feira, das 10h às 19h; sábados das 10h às 17h.

Galeria Lusia Strina
Rua Oscar Freire 502, Cerqueira César
01426-000 – São Paulo SP, Brasil
55 11 3088 2471 / fax 55 11 3064 6391
http://www.galerialuisastrina.com.br

Primeira e Última, Notas sobre Monumento – Galeria Luisa Strina

A Galeria Luisa Strina tem o prazer de convidá-lo para a abertura de Primeira e última, Notas sobre o monumento, no dia 19 de setembro de 2010, das 12h às 17h. A exposição marca a primeira mostra no novo espaço onde a galeria passará a funcionar, à Rua Padre João Manuel, 755, e a última no local onde funcionou por 36 anos, à Rua Oscar Freire, 502.

Alain Resnais & Chris Marker, Alexandre da Cunha, Bernardo Ortíz, Carlos Garaicoa, Cildo Meireles, Claudia Andujar, Deimantas Narkevicius, Erika Verzutti, Gabriel Sierra, Giuseppe Gabellone, Hitoshi Nomura, Jonathas de Andrade, Laura Lima, Lorenzato, Lygia Clark, Marcius Galan, Marta Minujín, Matheus Rocha Pitta, Matías Duville, Mauro Restiffe, Pedro Motta, Pedro Reyes, Robert Kinmont e Tonico Lemos Auad.

Curadoria: Rodrigo Moura

Abertura: 19 de setembro de 2010, as 12h.
Visitação, de 20 de semtro a 17 de dezembro de 2010; de segunda a sexta-feira, das 10h às 19h; sábados das 10h às 17h.

GALERIA LUISA STRINA
Rua Oscar Freire 502, Cerqueira César
01426-000 – São Paulo SP, Brasil
T 55 11 3088 2471
F 55 11 3064 6391

Rua Padre João Manuel 755, Cerqueira César
01411-001 – São Paulo SP, Brasil
info@galerialuisastrina.com.br
www.galerialuisastrina.com.br

Os Últimos Verdes – Galeria Luisa Strina

Artista baiano faz mostra inédita baseada em lembranças da infância e nas cidades do sertão. Galeria e artista comemoram 10 de anos de parceria.

Marepe apresenta a exposição individual “Os Últimos Verdes” na Galeria Luisa Strina entre 4 de agosto e 11 de setembro. O artista se inspirou nas lembranças de sua infância e nas cidades do sertão nordestino. Serão 9 trabalhos (esculturas, fotografias, vídeo) que desvendam a preocupação do artista com a natureza e lembram o ciclo de produção de Marepe, que já fez mostras individuais no MAM-SP (Museu de Arte Moderna de São Paulo) e no Centre Georges Pompidou (França).

“Os Últimos Verdes” ocupa os três andares e o terraço da galeria paulistana. Marepe costuma propor uma leitura diferente de objetos do dia-a-dia. Exemplo disso é a obra “Camas de Vento” em que as populares camas desmontáveis ganham nova forma ao remeter a um céu com vento e pássaros de asas vermelhas e pretas. “Antigamente, eu observava muitas dessas aves em minha cidade, Santo Antônio de Jesus. Agora, é mais raro vê-las”, constata Marepe. Obras como “O Coro de Lata”, e “Metamorfose” também demonstram a questão do deslocamento de objetos – moringas, funis, tachos e bacias de metal – como pontos de partida para novas significações.

O vídeo inédito de 1999 “sem título” será exibido na mostra, e fala de reciclagem e do reaproveitamento de materiais. Para assistir ao vídeo, há dois bancos de madeira, talhados em formato de lacres de garrafas de champagne. No final do vídeo, Marepe resgata a obra “Cabeça Acústica” (1996), emblemática na carreira do artista.

Sobre Marepe – Marepe (Marcos Reis Peixoto) nasceu em 1970 na cidade de Santo Antônio de Jesus (Bahia). Estudou Artes Plásticas na Escola de Belas Artes da UFBA (Universidade Federal da Bahia). Na década de 90, passou a ser um dos artistas brasileiros de grande sucesso nacional e internacional.

O artista já realizou mostras individuais no MAM-SP (Museu de Arte Moderna de São Paulo), no Centre Georges Pompidou (França) e na Tate Modern (Inglaterra). Seus trabalhos também já estiveram presentes na Bienal de Veneza (2003), na Bienal de São Paulo (2002), na Bienal de Sidney (2004) e na Bienal do Mercosul (1999), além de exposições coletivas em outros importantes centros mundiais, como o Museu Reina Sofia (Espanha).

Abertura: 3 de Agosto de 2010, das 19h às 22h
Exposição: 4 de Agosto a 11 de Setembro;  segunda-feira a sexta-feira, das 10h às 19h; sábados das 10h às 17h

Galeria Luisa Strina
Rua Oscar Freire 502, Cerqueira César
01426-000 – São Paulo SP, Brasil
T 55 11 3088 2471 – F 55 11 3064 6391
info@galerialuisastrina.com.br
www.galerialuisastrina.com.br

Edgard de Souza – Galeria Luisa Strina

Edgard de Souza, que tem a corporalidade como uma constante em sua obra, apresenta duas séries inéditas na Galeria Luisa Strina cinco anos após a sua última individual. A abertura acontece no dia 27 de abril, terça-feira, às 19h. O artista ocupará todos os andares da galeria.
Em “As Manchas Falsas” o artista apresenta peças bidimensionais feitas de pele de vaca recortada e colada, que simulam pelagem real, mas com padrões artificiais.
A idéia está em simular a pigmentação do pelo animal quando geneticamente manipulada, resultando em padronagens gráficas, geométricas, quase estampas.
A segunda série consiste em móveis (mesas), que, cansadas da servidão eterna, puseram-se em movimento, tornando-se disfuncionais. Edgard resgata o tema por ele introduzido no final da década de 80, quando produziu móveis igualmente andróginos. Conforme escreveu na época Lisette Lagnado, Edgard “talhou cadeiras ou bancos de madeira, que obviamente não seriam usados como tais (…) para, desde cedo, explorar a bizarrice de montar qualquer “coisa” sobre quatro pés. Acabam virando um “ser”, com dorso e flancos; aparentá-los a bichos não seria de todo desastrado.”

A abertura da exposição acontece dia 27 de abril, às 19h, na Galeria Luisa Strina: Rua Oscar Freire, 502, São Paulo. Os horários de visitação são de segunda a sexta das 10h às 19h e aos sábados das 10h às 17h. Os trabalhos de Edgard de Souza ficarão expostos de 28 de abril a 22 de maio de 2010.

EDGARD DE SOUZAAbertura: 27 de Abril, terça-feira, às 19h
Exposição: de 28/04 a 22/05
Horários de visitação: Segunda à sexta das 10h às 19h, Sábados das 10h às 17h

Jorge Pedro Nunez + Matias Duville – Esto fue otro lugar


Jorge Pedro funde arte conceitual e minimalista através de colagens feitas a partir de anúncios de galerias internacionais publicados na revista americana especializada Artforum. Inspirados em grande parte na obra do artista brasileiro Hélio Oiticica, bem como naquela de outros mestres da arte geométrica. Núñez prefere as páginas monocromáticas, nas quais recorta formas abstratas genéricas e em seguida as remonta por colagem. O resultado são simples elementos visuais: cores, formas abstratas e tipografia – os ingredientes primários da abstração e da arte conceitual (formas e texto)

Matías Duville traz uma série de desenhos em papel de grande porte, fiel às temáticas que permeiam seus trabalhos anteriores, qual seja narrar a história de ilusões perdidas. Desenhista figurativo, nem realista nem surreal, Duville cria cenas apocalípticas influenciadas por episódios de contos de fadas, motivos de arte chinesa e japonesa, sempre com ausência absoluta de figuras humanas. Os desenhos fazem referência a um mundo privado de fantasia, onde misturam-se sonhos e lembranças, e o conhecido e o surpreendente

Abertura: 09 de março de 2010, terça-feira, as 19h
Exposição: 10 de março a 14 de abril 2010, de segunda à sexta, das 10h às 19h; sábados, das 10h às 17h.
Galeria Luisa Strina
Rua Oscar Freire 502 – Cerqueira César
São Paulo / São Paulo / Brasil
55-11-3064-9361
55-11-3088-2471
info@galerialuisastrina.com.br
http://www.galerialuisastrina.com.br/

imagem: Jorge Pedro Nunez, Oiticica with Victor and Sally


Fonte Canal Contemporâneo

%d blogueiros gostam disto: