Rhinos are Coming – Ciclo Internacional de conferências sobre gravura e Instalação / Centro Cultural CEEE Erico Verissimo

_conferencias

Os Rinocerontes estão chegando / Centrol Cultural CEEE Erico Verissimo

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Abertura de Exposições / Acervo Independente

Convite - Frantz e Marcelo Armani

Pling Pling – Cildo Meireles / Galeria Luisa Strina

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A Galeria Luisa Strina tem o prazer de apresentar Pling Pling, exposição individual de Cildo Meireles, um artista cuja relação de longa data com a galeria remonta a várias décadas. Em paralelo à Bienal de São Paulo, Pling Pling vai explorar a relação entre o sensorial e a mente, a política e ética – temas que envolveram Meireles em sua prática ao longo dos últimos cinquenta anos. A exposição vai apresentar obras nunca antes exibidas em São Paulo, baseada na retrospectiva de Meireles em 2013, no Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia, em Madri, que viajou ao Museu Serralves n’O Porto e ao HangarBicocca, em Milão, no começo deste ano.A exposição incluirá uma seleção de instalações e uma pintura, cobrindo toda a carreira do artista, desde sua elogiada série Espaços Virtuais, datada da década de 1960, até trabalhos mais recentes. O foco central da exposição será a instalação de grandes dimensões Pling Pling (2009), anteriormente exibida como parte da coletiva “Making Worlds”, com curadoria de Daniel Birnbaum para a 53a Bienal de Veneza (2009). A obra toma a forma de um espaço construído dentro da galeria, composto por seis salas, cada uma pintada com uma cor primária ou secundária diferente e equipada com uma tela de vídeo que exibe um tom complementar. No estilo típico de Meireles, a escala e a cor saturada são usadas para criar uma experiência multissensorial para o visitante enquanto caminha pela instalação.

Nascido no Rio de Janeiro, onde ainda vive e trabalha, Meireles é considerado um dos principais representantes da arte conceitual, com a criação de algumas das obras mais instigantes de sua era, no sentido estético e filosófico. O trabalho de Meireles trata ideias complexas com expressão frugal única, que se inspira nas formas neoconcretas dos mestres da vanguarda histórica brasileira. A tumultuada história política e social do Brasil também está embrenhada de modo fundamental em sua obra: Meireles combina a poetização de seus antecessores com a coragem e o realismo de sua experiência social.

A obra de Meireles foi exposta no mundo todo, incluindo as 37a, 50a, 51a e 53a Bienais de Veneza; as 16a, 20a e 24a Bienais de São Paulo; as 6a e 8a Bienais de Istambul; as 1a e 6a Bienais do Mercosul; o Festival Internacional de Arte de Lofoten, Noruega; a Bienal de Liverpool de 2004; a Paralela Gift, São Paulo; e a Documenta, em 1992 e 2002.

Entre suas exposições individuais recentes estão as realizadas em Kunsthal 44 Møen, na Dinamarca; HangarBicocca, em Milão; Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia, em Madri; Museu Serralves n’O Porto; Centro Itaú Cultural, em São Paulo; Museo Universitario de Arte Contemporáneo (MUAC), na Cidade do México; MACBA, em Barcelona, Tate Modern, em Londres; Estação Pinacoteca, em São Paulo; Museu Vale do Rio Doce, no Espírito Santo; Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro; Portikus im Leinwandhaus, em Frankfurt; Kunstreverein in Hamburg, em Hamburgo; Galerie Lelong, em Nova York; Musée d’Art Moderne et Contemporain de Strasbourg, em Estrasburgo; New Museum, em Nova York; Galeria Luisa Strina, em São Paulo; e Miami Art Museum, em Miami – entre outras. As coletivas recentes incluem Museu de Arte Moderna (MAM), em São Paulo; Museum of Contemporary Art Chicago (MCA), em Chicago; Bonniers Konsthall, na Suíça; Museum of Contemporary Art Tokyo, em Tóquio; e MoMA, em Nova York.

21 de agosto – 27 de setembro de 2014
ABERTURA: 21 de agosto às 19h

Galeria Luisa Strina

Rua Padre João Manuel 755 Cerqueira César 01411-001 São Paulo SP Brasil
Fone: +55 11 3088–2471 Fax: +55 11 3064–6391 info@galerialuisastrina.com.br
Segunda a sexta 10h–19h Sábados 10h–17h

Extinção! / Paço das Artes

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Lançamento do livro – A Palavra Esta com Elas / Subterrânea

 Lançamento e distribuição  do livro de entrevistas A PALAVRA ESTÁ COM ELAS

Mesa redonda

Maria Helena Bernardes | Bruna Fetter | Francisca Caporali | Samantha Moreira | Lilian Maus 

Performance de Fabiana Faleiros

Instalação de Olga Robayo

15 de maio, quinta-feira, a partir das 18h

 Subterrânea – Av. Independência, 745, subsolo Porto Alegre

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Sobre os eventos

As atividades fazem parte do projeto “Atelier como espaço de conversa” e têm como objetivo refletir sobre a participação das mulheres nas artes visuais.

Às 18h inicia a mesa redonda com Maria Helena Bernardes (Arena, RS), Francisca Caporali (JACA, BH), Samantha Moreira (Ateliê Aberto, SP) e Bruna Fetter (RS), com mediação de Lilian Maus. As participantes falam sobre a atuação das mulheres no cenário artístico a partir de entrevistas que integram o livro lançado no mesmo dia.

Às 20h30 será lançado o livro de entrevistas A palavra está com elas: diálogos sobre a inserção da mulher nas artes visuais, com distribuição gratuita. Organizada pela artista e gestora Lilian Maus, a publicação bilíngue (português/inglês) foi realizada no primeiro semestre de 2014 e consiste em uma compilação de entrevistas realizadas pela jornalista Isabel Waquil com Glória Ferreira, Lia Menna Barreto, Vera Chaves Barcellos, Fabiana Faleiros, Beatriz Lemos, Maria Helena Bernardes, Francisca Caporali, Samantha Moreira, Bruna Fetter e Cristiana Tejo.

Às 21h30, após a mesa e a distribuição dos livros, a artista Fabiana Faleiros realiza uma performance na Subterrânea, em um ambiente específico criado pela artista colombiana Olga Robayo. Fabiana Faleiros e Olga Robayo também participam do projeto através de entrevistas para a publicação e site, respectivamente.

Para saber mais sobre o projeto, entrevistas e conteúdos, acesse: http://mulheresnaartecontemporanea.wordpress.com/

O projeto “Atelier como espaço de conversa” foi contemplado pelo Prêmio Mulheres nas Artes Visuais 2013, da Funarte em parceria com o Ministério da Cultura e a Secretaria de Políticas para as Mulheres.

Os eventos têm entrada franca, assim como o livro terá distribuição gratuita.

A Luz a Serviço da Arte – Café com Arte / Atelier Livre

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Arquivo Vivo / Paço das Artes

O Paço das Artes inaugura no dia 1o de outubro (terça-feira), às 19h, a mostra internacional Arquivo Vivo. Organizada pela diretora e curadora do Paço das Artes, Priscila Arantes, a exposição apresenta 22 trabalhos de artistas nacionais e internacionais, divididos em instalações multimídia, projetos em vídeo, arte digital, fotografia, entre outros.

Integram a coletiva nomes como Cristina Lucas (Espanha), Yinka Shonibare MBE (Inglaterra), Nicola Costantino (Argentina), Hiraki Sawa (Japão), Berna Reale (Brasil), Raquel Kogan (Brasil), Marilá Dardot (Brasil), Rosangela Rennó (Brasil), Regina Parra (Brasil), Mabe Bethônico (Brasil), Ivan Navarro e Mario Navarro (Chile), Voluspa Jarpa (Chile), Letícia Parente (Brasil), Paula Garcia (Brasil), Eduardo Kac (USA/Brasil), Rejane Cantoni e Leonardo Crescenti (Brasil), Masaki Fujihata em colaboração com Frank Lyons (Japão), Vesna Pavlović (Sérvia), Christian Boltanski (França), Lucas Bambozzi (Brasil), Pablo Lobato (Brasil), Edith Derdyk (Brasil).

Cristina Lucas, La Liberté Raisonnée, 2009 (still de vídeo, 4 min) baixa

Cristina Lucas, La Liberté Raisonnée, 2009 (still de vídeo, 4 min) baixa

 

Entenda a mostra

A curadoria dialoga com o conceito de “Mal de Arquivo”, proposto por Jacques Derrida, que entende o arquivo como uma operação performática ou como um dispositivo incompleto e, por isso, sempre aberto a novas escrituras. “Artistas que se apropriam de material de arquivo, que criam arquivos fictícios, que desenvolvem projetos a partir de uma modalidade arquival, que reencenam obras de arte, criadores que colocam em debate os processos de catalalogação e arquivamento, e os que incorporam o arquivo no próprio tecido corporal são alguns dos selecionados para Arquivo Vivo”, explica Priscila Arantes.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                   A coletiva apresenta a investigação destes criadores a partir de três vetores: arquivo e apropriação de documentos e obras da história e da história da arte; arquivo no corpo e corpo como arquivo; arquivo de artista, arquivo institucional e banco de dados.

A primeira seção reúne projetos que reencenam obras/documentos emblemáticos da história e da história da arte, como, por exemplo, o vídeo La Liberté Raisonné, em que Cristina Lucas faz uma releitura de A Liberdade Guiando o Povo, de Eugene Delacroix, e o trabalho Vera Cruz, de Rosangela Rennó, que dialoga com a carta escrita por Pero Vaz de Caminha sobre o descobrimento do Brasil. É possível destacar também a instalação Cara Metade, da dupla chilena Ivan e Mario Navarro. Os artistas abordam a cooperação militar entre França e Brasil, em especial, em relação às táticas de tortura exportadas da Europa para América Latina via ditadores brasileiros na década de 60. Com a recente abertura dos arquivos políticos, a obra chama atenção por lançar luz a esse período obscuro, que completa 50 anos em 2014.

Já artistas como Letícia Parente e Eduardo Kac são alguns dos que utilizam o corpo como escritura ao incorporarem marcas e indícios de um corpo-arquivo, um corpo-mensagem.  No vídeo Marca Registrada, Parente costura a inscrição Made in Brazil na sola do pé. Kac traz registros da implantação de um microchip com um vídeo de identificação no próprio tornozelo em Time Capsule.Por fim, destacam-se propostas nos quais os artistas colocam em cena arquivos pessoais ou criam complexos sistemas de banco de dados, a exemplo da sequência de fusões de retratos antigos em preto e branco do francês Christian Boltanski na obra Entre-Temps, e Expiração 09, compilado do material do arquivo audiovisual de Pablo Lobato. No início da exposição, um software idealizado pelo artista define o período de existência de cada vídeo aleatoriamente. Todos serão apagados de forma definitiva no fechamento da temporada no Paço das Artes.

Arquivo Vivo encerra a trilogia sobre o tema, abordado pela instituição nos projetos Livro_Acervo (2010), que inclui a enciclopédia Temporada de Projetos 1997-2009, e Para Além do Arquivo (2012-2013), mostra feita em parceria com o Centro Cultural Banco do Nordeste, em Fortaleza (CE).

 

Atividades paralelas

A exposição conta com uma série de mesas redondas com artistas participantes, colecionadores e curadores como Miguel Chaia e Denise Mattar, e exibição de filmes (ver abaixo). Entre eles, Vento de Valls, de Pablo Lobato, e O Dia que Durou 21 Anos, de Camilo Tavares, que aborda os bastidores da participação dos Estados Unidos na execução do golpe militar brasileiro, em 1964.

Haverá, ainda, a oficina Arquivos na realidade Urbana Aumentada (A-RUA), que será ministrada pela artista Suzette Venturelli. A programação prevê também atividades, desenvolvidas pelo Núcleo Educativo da instituição com o objetivo de aprofundar as discussões sobre os assuntos expostos.

 

PROGRAMAÇÃO

MESAS REDONDAS

2/10 (quarta-feira) | O Arquivo na Produção Contemporânea 

19h às 19h40 – Priscila Arantes e Simone Osthoff

20h às 21h30 – Lucas Bambozzi, Rejane Cantoni, Leonardo Crescenti e Raquel Kogan

3/10 (quinta-feira) | O Arquivo na produção contemporânea

19h às 19h40 – Pablo Lobato e Camilo Tavares

20h às 21h30 – Berna Reale, Regina Parra, Marilá Dardot e Edith Derdyk

17/10 (quinta-feira) | Arquivo, Acervo  e Colecionismo

19h30 às 21h30 – Miguel Chaia e Denise Mattar

FILMES

4 / 10 (sexta-feira)

17h – Ventos de Valls, de Pablo Lobato (2013, 83 min, documentário, HD, Brasi)

19h – O Dia que Durou 21 anos, de Camilo Tavares (2012, 77 min, documentário, Brasil)

5 e 6/10 (sábado e domingo)

15h30 – Ventos de Valls

17h30 – O Dia que Durou 21 anos

OFICINA

1º e 2/11 | 14h às 18h | Arquivos na realidade Urbana Aumentada (A-RUA)

A artista Suzette Venturelli ministra oficina em que apresenta ferramentas para a criação de Realidade Aumentada desenvolvida por artistas. Além disso, destaca tecnologias aplicadas na visualização de dados arquivados para o espaço urbano.

NÚCLEO EDUCATIVO

1/10 a 8/12 | Espaço Traduções

Os visitantes poderão adicionar, em um blog criado especialmente para a exposição, fotos, vídeos, depoimentos e outros registros que dialoguem com a ideia de arquivo.

23/11 | 14h às 16h | Paço Criança – Livro de Artista

Pais e filhos poderão criar um arquivo familiar, a partir de suas experiências, invenções e apropriações.

Concepção (Núcleo Educativo do Paço das Artes): Cristiane Ferreira de Almeida, Larissa Buran e Mariana Maia Sesma

(Programação sujeita a alterações)

 

 

EXPOSIÇÃO ARQUIVO VIVO | GRÁTIS

Abertura: 1o de outubro, terça-feira, às 19h

Visitação: 2 de outubro a 8 de dezembro de 2013

Horários: terça a sexta-feira, das 11h30 às 19h | sábados, domingos e feriados, das 12h30 às 17h30

Classificação: Livre

Acesso e elevador para cadeirantes | Ar condicionado | Não tem estacionamento próprio

Na inauguração, haverá o lançamento dos catálogos da Temporada de Projetos 2011 e da 1ª edição da Temporada de Projetos 2013.

 

Paço das Artes

Avenida da Universidade, 1, Cidade Universitária, São Paulo | (11) 3814 4832 | www.pacodasartes.org.br

Casa do Sertanista – instalação de Sandra Cinto / Museu da Cidade de São Paulo

Sandra Cinto, A Casa das Fontes, 2013 (instalação, concreto) foto Ding Musa (detalhe 1)

Sandra Cinto, A Casa das Fontes, 2013 (instalação, concreto) foto Ding Musa (detalhe 1)

Uma das unidades do Museu da Cidade de São Paulo da Secretaria Municipal de Cultura, a Casa do Sertanista, também conhecida como Casa do Caxingui, inaugura dia 06 de abril, sábado, às 14h, após obras de restauro, a instalação “A Casa das Fontes”, da artista Sandra Cinto.
Concebida especialmente para o espaço, a instalação é resultado da investigação realizada pela artista nos últimos meses sobre a arquitetura da casa e seu uso. A instalação consiste em um conjunto de fontes d’água funcionais de diferentes dimensões, que variam de um metro e meio a três metros de diâmetro, que ocupam os cômodos da casa.
Fundidas em concreto e de forte materialidade, as fontes fazem referência a própria contexto da cidade contemporânea, e a solidez da arquitetura bandeirista da Casa do Sertanista. O conjunto aponta um deslocamento para o espaço privado de elementos públicos e íntimos, em menção ao uso do espaço no século XVII, onde a casa e seu entorno reuniam uma série de funções, hoje inconcebíveis para uma casa, mas que por sua situação na cidade e seu isolamento em relação ao centro urbano, aconteciam na casa.
De fisicalidade seca, como os monumentos públicos ou as esculturas de decoram lápides sepulcrais, as fontes apontam para a idéia de ‘mundo em ruínas’. A água que circula na forte, deixa marcas sobre ela, e acelera seu desgaste. Ao mesmo tempo, uma fonte sempre remete ao imaginário de ‘fonte dos desejos’, onde ao jogar uma moeda, é concedido o direito a um pedido, no embate amplamente discutido no trabalho da artista, onde a constatação de um mundo em ruínas coexiste em silenciosa e contraditória harmonia com o desejo de dias melhores.
Sandra Cinto iniciou sua trajetória na década de 1990, realizando representações de céus e nuvens, contidas em caixas e armários. Seus objetos ou desenhos apresentam escadas, pontes, abismos, candelabros, velas acesas e árvores sem folhas e frutos em um ambiente fantástico. Nos últimos sete anos, a produção da artista se desdobrou para uma reflexão sobre a água, metáforas e representações dela, do céu noturno e do mar revolto. A água é também elemento fundamental na historia da arquitetura bandeirista, a localização das construções é sempre próxima aos rios, caminhos de deslocamento na cidade do século XVII. Em Casa das fontes a água em si, é o único outro elemento usado além do concreto, se opõe a sua solidez, e mesmo contida pelas fontes, se expande através do som e inunda o espaço.
SANDRA CINTO
Nasceu em 1968 em Santo André – SP. Vive e trabalha em São Paulo
Formada em educação artística nas Faculdades Integradas Teresa D’Ávila – Fatea, em Santo André, Sandra Cindo vem expondo sua obra em todo o mundo ao longo dos últimos anos, realizando exposições individuais e coletivas em galerias e instituições no Brasil, Estados Unidos, França, Espanha, Argentina, Portugal e Japão. Entre suas exposições individuais destacam-se as realizadas no Seattle Art Museum (Seattle – EUA), The Phillips Collection (Washington – EUA), Instituto Tomie Ohtake (São Paulo – Brasil), Museo de Arte Contemporáneo Fundação Fenosa (A Coruña – Espanha), Centre de Création (Bazouges la Perouse – França), Casa de America (Madri – Espanha), Museu de Arte da Pampulha (Belo Horizonte – Brasil), Museu de Arte Moderna (São Paulo – Brasil), Centro Cultural São Paulo (São Paulo – Brasil), Capela do Morumbi (São Paulo – Brasil) e galerias representativas. Nas coletivas ganham destaque a participação XIV Bienal de São Paulo, Pavilhão da Bienal, São Paulo, Brasil; as Paralelas  de 2010, 2008, 2006 e 2001, São Paulo, Brasil; 2ª e 5ª Bienais de Artes Visuais do Mercosul, Porto Alegre, Brasil; 2nd Trienal Poligráfica de San Juan: América Latina y El Caribe, San Juan, Porto Rico; Japan Brazil: Creative Art Session 2008, Kawasaki City Museum, Kawasaki, Japão; Parangolé, Fragmentos desde los 90, Museo Patio Herreriano, Valladolid, Espanha; 4a Bienal do Barro de América, Caracas, Venezuela; 26ª Bienal de Pontevedra, Pontevedra, Espanha; Elysian Fields, Centre Georges Pompidou, Paris, França; ARCO’99, Project Rooms, Madri, Espanha; Projeto Antarctica Artes com a Folha, Pavilhão Padre Manoel de Nóbrega, São Paulo, Brasil. Além disso suas obras figuram em coleções públicas de instituições de arte como a Pinacoteca do Estado de São Paulo; MAC-SP; MAM-SP; MAM-RJ; MAM-RE; Inhotim – Centro de Arte Contemporânea, Brumadinho, Brasil; Instituto de Arte Contemporânea de Boston, EUA; Museu de Arte Contemporânea de San Diego, EUA; Centro Galego de Arte Contemporánea, Santiago de Compostela, Espanha; Fundación Pedro Barrié de la Maza/Conde de Fenosa, A Coruña, Espanha; Fundación ARCO, Espanha e Albright – Knox Gallery, Buffalo, EUA; Bob and Renee Drake, Wassenaar, Holanda. A artista também atua como professora universitária e orientadora de grupos de estudo de artistas jovens no espaço Ateliê Fidalga, em São Paulo.
 
CASA DO SERTANISTA (CASA DO CAXINGUI)
 
Uma das unidades do Museu da Cidade de São Paulo da Secretaria Municipal de Cultura, a Casa do Sertanista remonta a meados do século XVII. Sua arquitetura em três lanços, telhado de quatro águas e paredes em taipa de pilão é bastante característica das casas bandeiristas, obedecendo a um esquema fechado e rígido, tanto do ponto de vista da construção quanto no que se refere à definição arquitetônica, plástica e funcional.
Segundo pesquisas sobre a origem desta casa, o Padre Belquior de Pontes teria sido o primeiro morador de que se tem notícia. Sabe-se, entretanto, que no final do século XIX pertenceu à família Beu, sendo posteriormente transferida à família Penteado que acabou por vendê-la à Cia. City de Melhoramentos. Esta, por sua vez, doou o imóvel à municipalidade em 1958 que passou a recuperá-lo em 1966. Em 1970, concluídas as primeiras obras de restauro, foi instalado o “Museu do Sertanista”, voltado essencialmente para a cultura indígena.
Em 1989, por meio de um decreto de permissão de uso, esta casa histórica passou a abrigar o Núcleo de Cultura Indígena da União das Nações Indígenas, instalando-se, então, a Embaixada dos Povos da Floresta. Com a saída do Núcleo de Cultura Indígena em 1993, a casa passou por novas obras de conservação e restauro sendo ocupadade 2000 até 2007 pelo Museu do Folclore “Rossini Tavares de Lima”, que teve em 2008 seu acervo incorporado à coleção do Pavilhão das Culturas Brasileiras, passando por procedimentos de conservação e restauro.
Evento: “A Casa das Fontes”, instalação da artista Sandra Cinto
Abertura: 06 de abril 2013, sábado, das 14 às 18 horas
Período expositivo: de 07 de abril a 25 de agosto de 2013
Local: Casa do Sertanista / Caxingui
Pça. Dr. Enio Barbato, s/nº – Caxingui, São Paulo, SP
Fone: (11) 3726 6348
Aberto de terça a domingo, das 9 às 17 horas
Visitas orientadas. Entrada franca

 

Maratona de Críticos e Workshop de Instalação / Paço das Artes

 

Leilao – O Jaridm de Epicuro / Galeria Moura Marsiaj

Mar de Tubarão / Galeria Jaqueline Martin

Obra de Marina Camargo (divulgação)

A Galeria Jaqueline Martins tem o prazer de apresentaa partir de 05 de setembro, às 18h, a exposição MAR DE TUBARÃO, composta por umarevisão crítica-curatorial de Marcio Harumsobre práticas artísticas radicais realizadas entre os anos 1970/1980dos artistas nordestinos Martha Araújo (Maceió), Daniel Santiago (Recife)e Falves Silva (Natal), que vão de encontro com a pesquisa atual de três jovensartistas Marina Camargo (Porto Alegre), Chico Zelesnikar (São Paulo) e AntonSteenbock (Berlin/ Rio de Janeiro). A mostra fica em cartaz até 20/10/12.

A coletiva busca apresentar mecanismos poéticos que discutem a trasnformação doexperimentalismo dos anos 1970/80, além de reunir peças incompreendidas, pouco vistas ou nãoaceitas pelas apostas estéticas e geopoliticamente comerciais deseus respectivos tempos.

O surpreendente conjunto exibido em MAR DE TUBARÃOrevela trabalhos de forte sentido experimental dos anos 1970/80, ao agruparpoemas-processo que circularam invisivelmente quando publicados por FalvesSilva à estrutura têxtil de ausência/presença de MarthaAraújo, criadas como um acontecimento de mobilização denovas subjetividades ao irromperdo espaço expositivo, quando vestidas e arrancadas daparede pelos próprios corpos que as vestem. Objetos, documentose registros de ações de Daniel Santiago craza paralelos com a ressonância atualdos site-specifics de Marina Camargo, da renovação constante dogênero mail-art por Chico Zelesnikar e das ações instalativas deAnton Steenbock.

Com Mar DE TUBARÃO, a Galeria JaquelineMartins reafirma seu interesse em estabelecer dialogos entre artistas dediferentes gerações dando destaque para a conceitual arte politizada dos anos70.

 

MAR DE TUBARÃO

Abertura: 05 de setembro, às 18h.

Período expositivo: de 06/09/12 a 20/10/12

 

Galeria Jaqueline Martins

Rua Dr. Virgílio de Carvalho Pinto, 74, Pinheiros

tel. (11) 2628-1943. Seg. a sex., 12h /19h;  sáb.12h/17h.

www.galeriajaquelinemartins.com

Metrô de Paris / Galeria Lunara – Usina do Gasometro

Galeria Aberta – I Festival de Land Art de Brasilia / Jardim Botânico de Brasília

Poéticas Visuais / Pinacoteca da Feevale

Laura Vinci – Clara Clara / Edital Arte na Cidade

Três Narrativas em Campo Escuro – Grupo Ío / Subterrânea

O Atelier Subterrânea recebe, somente no dia 8 de dezembro, quinta-feira, às 19h, a instalação efêmera Três Narrativas em Campo Escuro, criada pelo Grupo Ío, formado pelos artistas Munir Klamt e Laura Cattani. De acordo com os artistas, as narrativas em campo escuro geram alternativas imprevistas para um conjunto limitado de causas.
Mais do que um sistema auto-organizado, são como uma máquina que transforma presságios em matéria, onde tanto coisas sólidas e intransponíveis, quanto imaginadas são seres vivos que se reproduzem e se decompõem em um número indeterminado de eventos e formas, com divisões e normas precisas e rigorosas, dogmas claros e simples, como uma ciência, mas que mudam a cada ciclo solar.

Instalação Três Narrativas em Campo Escuro (Grupo Ío)
Atelier Subterrânea (av. Independência, 745/Subsolo)
8 de dezembro, quinta-feira, 19h – ENtrada Franca

http://www.subterranea.art.br
http://grupo-io.blogspot.com

Você me dá a sua palavra? / Centro de Artes UFPel

Colunas / Palácia Gustavo Capanema

A partir de 11 de agosto, a exposição Colunas ocupa o mezanino do Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro. Vencedora do Prêmio Funarte de Arte Contemporânea, a instalação de José Spaniol destaca a relação entre objeto e espaço. No mezanino, o artista incluiu 30 novas colunas. A idéia é criar uma nova relação espacial para o observador e , ao mesmo tempo, esconder as doze colunas originais do edifício, num jogo entre ocultamento e revelação. Ao interagir com a instalação, o visitante pode ter múltiplas visões e conceitos do ambiente. Mais do que uma reflexão estética, a obra dá continuidade ao trabalho de pesquisa do espaço que Spaniol vem realizando nos últimos anos. A instalação Colunas foi exposta, pela primeira vez, em 2003, no Centro Universitário Maria Antônia, em São Paulo. Em 2007, outra versão foi apresentada no museu da Fundação União Fenosa, na cidade da Coruña, na Galícia, Espanha. Em cada edição, segundo o artista, o sentido da ocupação foi completamente diferente, variando de acordo com o espaço.

Agora, no Rio de Janeiro, Spaniol recria uma nova versão. “Pelas características arquitetônicas e condições de luminosidade e proporção, no espaço da Funarte, os conteúdos da instalação deverão ser pontencializados”, acredita. O artista afirma que, nesta instalação, as colunas irão cumprir a função de sinalizar as subdivisões, destacando o vazio, fazendo lembrar a atmosfera presente em alguns espaços religiosos.

Sobre o artista – José Paiani Spaniol nasceu no Rio Grande do Sul, mas vive e trabalha em São Paulo. Doutor e Mestre em Artes, pela USP, ele é professor da Universidade Estadual Paulista (UNESP). Já participou de diversas mostras nacionais e internacionais, e conquistou vários prêmios. Possui obras nos acervos do Museu de Arte Contemporânea da USP, no Museu de Arte Moderna de São Paulo e de outras instituições. Entre 1985 e 1989, atuou como orientador dos cursos de pintura e gravura da Pinacoteca do Estado de São Paulo. Nos anos 1990, viveu em Colônia, na Alemanha, como bolsista do Deutscher Akademischer Austauch Dienst – DAAD (Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico). Em 1999, ganhou a bolsa Virtuose do Ministério da Cultura para cumprir período de residência no European Ceramics Work Center, na Holanda.

Colunas
De José Spaniol
Contemplada com o Prêmio Funarte de Arte Contemporânea
Abertura: 11/08, às 18h
Visitação: até 7/10, de segunda a sexta, das 9h às 18h
Local: Mezanino do Palácio Gustavo Capanema
Rua da Imprensa, 16 – Centro – Rio de Janeiro (RJ)

Corpo Expandido – Ingrid Noal / Jabutipe

http://www.jabutipe.com.br/

http://ingridnoalschirmer.wordpress.com/

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