Caminhos – Armando Almeida, uma visão do Pampa / Pinacoteca Rubem Berta

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Mostra de Filmes: Experiências do Diálogo Urbano / MAC Niteroi

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Mesa-redonda e Lançamento de Catálogo “Videoresidência Território Expandido” / Galeria Mamute

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Data: 28 de junho de 2014, às 14h30
Local: Santander Cultural – Rua Sete de Setembro, 1028, Centro Histórico – Porto Alegre

No dia 28 de junho, a Galeria Mamute realiza mesa-redonda com os artistas integrantes do Núcleo de Vídeo RS Andreia Vigo, Nelton Pellenz e Walter Karwatzki e a curadora Niura Borges, que abordarão o processo criativo e as produções desenvolvidas para o projeto de residência artística  em vídeo da Galeria Mamute, a Videoresidência Território Expandido

Contemplado com o Prêmio Rede Nacional Funarte Artes Visuais 10ª Edição, o projeto abriu um espaço de inter-relações entre artistas e regiões do Brasil, no intuito de estimular a troca de conhecimento entre as diferentes produções e favorecer processos de criação coletiva em videoarte. O resultado da iniciativa, que contou ainda com palestras em sua programação, faz parte do DVD e do catálogo do projeto com lançamento neste mesmo dia. 

Galeria Mamute
Rua Caldas Júnior, 375, Centro Histórico – Porto Alegre
Visitação: ter a sex, 14h às 18h | sáb, 15h às 18h30

www.galeriamamute.com.br

Audiovisual Sem Destino / Mamute Galeria

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Laço / Paço das Artes

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Audiovisual Sem Destino / Pinacoteca Barão do Santo Ângelo – Instituto de Artes – UFRGS

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II Seminário INternacional Arte e Natureza / Paço das Artes

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Transversalidades da Imagem em Movimento / Galeria Mamute

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A Galeria Mamute convida para palestra com o artista e pesquisador em novos meios Lucas Bambozzi. Com o título Transversalidades da Imagem em Movimento, a atividade integra a programação do projeto Videoresidência Território Expandido, aprovado no Edital Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais – 10ª edição, e abre também as atividades doNúcleo de Vídeo RS em 2014. 

The Seven Billionth Citizen / Galeria Mamute

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A Galeria Mamute convida para abertura da exposição The Seven Billionth Citizen, com curadoria de Beth Harland e John Gillett, e organizada no Brasil por Maria Lucia Cattani e Nick Rands.

Comissionada pela Escola de Artes de Winchester, da Universidade de Southampton, Inglaterra, como uma resposta ao anunciado das Nações Unidas relativo ao nascimento do sétimo bilionésimo habitante em 2011, a exposição chama atenção para o surpreendente crescimento global dos últimos anos. Temas como o assombro, o encantamento, a tranquilidade, a coletividade e o isolamento são apresentados em cinco vídeos produzidos por artistas de diferentes zonas populacionais do planeta, como Brasil, Egito, Inglaterra, Japão e Quênia. A exposição foi exibida na Downtown Gallery, Cairo, e Southampton Solent University, Inglaterra, e agora será apresentada simultaneamente, com pequenas variações, na Inglaterra (Cambridge) e no Brasil (Galeria Mamute).

Abertura 12/11 | 19h30min
Visitação 13 a 28/11, das 14h às 18h
Local: Galeria Mamute – Rua Caldas Junior, 375, Centro Histórico | Porto Alegre
(51) 3286-2615

Tony Oursler – Bubble / Galeria Leme

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A Galeria Leme tem o prazer de apresentar uma exposição individual do artista americano Tony Oursler. Pioneiro na arte em vídeo e multimídia, esta exposição traz trabalhos da série Bubble, de 2003.

O artista é amplamente conhecido por sua combinação inovadora entre performance, vídeo e escultura. Em 2003 Oursler foi se tornando cada vez mais interessado na maneira como a tecnologia pode servir para substituir um amigo, depois de ter lido sobre crianças japonesas que alimentam seus animais de estimação na internet. Como este laço empático se desenvolve entre máquinas e humanos e como isso poderia potencialmente evoluir em um espaço digital?

Utilizando uma nova tecnologia – à época – de manipulação de imagem, que permitia sofisticadas manipulações de fotografias em alta resolução como esticar, dobrar e torcer, Oursler começou a moldar uma série de animais de estimação, ou companheiros, digitais. Baseada na noção de “caricatura”, esta série se refere à uma variedade de fontes; da carinha sorridente de 1969 feita por Harvey Ball, que fica muito claro em Soft 79, à fertilidade da deusa Vênus de Wilendorff e ao mangá japonês.

Os personagens, frequentemente engraçados e um pouco grotescos, seduzem o espectador de diversas formas. Em seus roteiros, Oursler ouviu cuidadosamente a forma como as pessoas falam com seus animais, assim como suas “conversas de travesseiro”, e tentou engajar a linguagem íntima, vulnerável e muitas vezes constrangedora, em suas performances. Monossilábicas e tolas, as caricaturas são frequentemente inquietantes e provocam embaraço no visitante. Os programas de edição de vídeo da época permitiram que Oursler esticasse e drobrasse feições humanas, exagerando algumas e minimizando outras, para sugerir uma evolução caricatural, que poderia acontecer somente em espaço digital. A exposição também apresenta desenhos do período que ressaltam a multidimensionalidade do processo de Oursler.

Tony Oursler (Nova York, 1957). Vive e trabalha em Nova York, EUA. A obra de Tony Oursler está em numerosas coleções públicas e privadas, incluindo o Museum of Modern Art, Nova York; Tate Modern, Londres; Whitney Museum of American Art, Nova York e Fondation Cartier pour l’art contemporain, Paris. Seu extensivo histórico de exposições inclui Disparities and Deformations: Our grotesque, SITE Santa Fe, Curada por Robert Storr (2004); Dispositifs, Jeu de Paume, Paris, DA2 Domus Atrium, Salamanca, Kunstforeningen, Copenhague (2005) e exposições recentes no Ekeberg Sculpture Park, Oslo, (2013); PinchukArtCentre, Kiev, (2013); Artsonje Center, Seul (2012); and ARoS Aarhus Kunstmuseum, Dinamarca (2012); 54a Bienal de Veneza (2011).

 

Abertura: 19 de outubro – 13h às 16h
Até 16 de novembro, 2013
Av. Valdemar Ferreira, 130
São Paulo | Brasil
Seg – Sex  10h – 19h
Sab  10h – 17h
+55 11 3093.8184
info@galerialeme.com

Seminario Arquivo em Nós Mesmo / Nucleo de Video RS – galeria Mamute – PPGAV-IA/UFRGS

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Videoarte 2013 / Fundação Portuguesa das Comunicações

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Impermanência / Espaço opHicina

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A condição humana expressada na essência dos sentimentos, no desapego e no sentimento inconsciente e consciente de abandono: este é o ponto de partida de IMPERMANÊNCIA, trabalho da artista visual e performer brasileira Sylvia Diez. Com fotografia, vídeo, instalação e performance, a exposição individual entra em cartaz a partir de 10 de junho (segunda-feira) na Galeria espaço opHicina.

Com curadoria de Lucrécia Couso, a série IMPERMANÊNCIA reflete a vida da artista após o acidente de sua mãe. Em 1989, teve seu primeiro contato com a efemeridade da vida, aquilo que escapa. Desta memória afetiva, transpõe para a arte o movimento de refazer uma situação, como forma de desfazer ciclos de morte e de abandono. “Ao longo da criação de Impermanência, fui aceitando que levava uma culpa que eu mesma havia plantado em mim. As minhas barreiras foram se desfazendo e me deram uma nova oportunidade de me relacionar com a minha família, a entender que o amor é uma troca. Aceitei que nascemos e morremos todos os dias”, verbaliza Sylvia Diez.

Durante a trajetória de apresentação de IMPERMANÊNCIA, o espectador terá contato com diversas etapas do processo criativo e da vida de Sylvia Diez. “Mi Renacimiento” é uma instalação, idealizada durante a estadia da artista em Barcelona. Com fotografias no formato 35 mm que representa o ato da gestação, o público, ao caminhar sob as fotos protegidas por grades no chão de 6 metros, ouve trechos do poema de autoria de Diez, sobre se entregar a morte.

A obra “O Lençol de 1989” é uma fotografia em PB em que a artista registra a mãe no local do acidente. Em outro momento, “Perdão”, corresponde a uma série de 04 imagens (PB) em que, sentada em um banco no jardim de sua residência, Sylvia traja em seu corpo um vestido usado pela mãe durante a infância da artista.

Processo CriativoUtilizando a técnica de autorretrato como escrita de si própria e libertação na expressão, o trabalho de Sylvia Diez inscreve-se no instante único da ideia. Cada imagem, vídeo ou poema se impregna da intensidade do momento para se realizar. Não há um longo período de gestação da obra. Ela existe enquanto reflexo do estado de espírito e das emoções. Para a artista, a criação corresponde às suas vivências, histórias e seus questionamentos. Neste sentido, não se trata, como é de costume no autorretrato, de uma representação de si (tal processo só ocorre após a leitura da obra feita pelo espectador), mas, antes, de inscrever na fugacidade do tempo, em seu jogo de impermanência, as dores, as alegrias, as complexidades e os sentidos (ou a falta) da vida humana.

“O que a autora propõe, ao realizar este trabalho, é um mergulho vertiginoso na criação pela mão do outro, com controle superficial da artista, mas com controle total na apresentação da obra. A fotografia autoral, feita pelo “outro”, se desloca da parede e desce sob nossos pés, nos obrigando a incomodar com ela, a passar por ela, sobre ela, generosamente à força”, reflete a curadora, Lucrécia Couso, sobre o uso da fotografia autoral no processo de Sylvia Diez em seu projeto “Mi Renacimiento”.

Para verbalizar imageticamente estes estados poéticos, Diez utiliza, na maioria dos projetos, fotografia em médio formato com utilização de filmes P&B 120mm e, raramente, os modos de produção digital. O caráter de cena produzida, enquanto espetáculo, é dispensado em detrimento da captação do estado emocional e das sensações da artista.

Constantes em sua estética, a nudez e a questão da mulher aparecem como um desejo em evocar o duplo do corpo, a sua fragilidade e sua força. O feminino e suas sombras contextualizam o signo da gestação, da criação, do nascimento e da morte. O corpo torna-se, então, uma entrega inexorável e um ato de coragem da artista para evocar a condição humana no instante da obra e da impermanência.

Exposição Impermanência, da artista Sylvia Diez 

Espaço opHicina, à Rua Teodoro Sampaio, 1109 – São Paulo (próximo à Praça Benedito Calixto)

Vernissagem dia 8 de junho (sábado), das 16h às 20h. Somente para convidados. de 10 de junho (segunda-feira) a 10 de agosto (sábado) de 2013. Segunda a sexta, das 10h às 18h; sábados, das 10h às 14h.

Entrada gratuita.

Tel. (11) 3813.8466 / (11) 3813.9712 ou www.espaco-ophicina.com.br

 

Screenings at the Whitechapel: VideoBrasil em Contexto / Casa Tomada – Whitechapel Gallery

Os artistas Mahmoud Khaled e Claudio Bueno, participantes do programa Videobrasil em Contexto, agora em residência na Delfina Foundation, apresentam filmes do acervo da Associação Cultural Videobrasil que informam seus trabalhos em desenvolvimento.

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http://www.casatomada.com.br

rua brás cubas, 335. aclimação.
são paulo / sp – brasil
info@casatomada.com.br
+5511 2532-7455

Inscrições e Programação do 26º Festival de Arte Cidade de Porto Alegre

http://atelierlivre.wordpress.com/2012/10/22/26o-festival-de-arte-de-porto-alegre/

Será realizado no Atelier Livre da Secretaria Municipal da Cultura, entre os dias 5 a 9 de novembro, o 26º Festival de Arte Cidade de Porto Alegre. Este é um período intensivo dedicado ao fazer artístico e um espaço que se abre para intercâmbio. com artistas, pensadores e comunidade. Serão realizadas oficinas, performances, lançamentos de livros, encontros com artistas que falarão sobre sua obra e seu processo criativo. Na abertura, que acontecerá no dia 5 de novembro, às 20h, será apresentado o resultado do workshop Estranhos Vestíveis, orientado por Lisiane Rebello e Claudio Paulo, em forma de desfile.

 

* Adolfo Montejo (Foz do Iguaçu, PR) -De 6 a 8 de novembro – 19hOficina Arte contemporânea (ficções e fricções, o lugar da imagem)

I – A imagem-ficção (arte versus visualidade)

II – A imagem-fricção (arte versus cultura)

 

* Ana Laura Lopez de La Torre (Montevidéu, Uruguai)- De 5 a 9 de novembro – 14hOficina As regras do jogo: Participação e Arte Contemporânea 

Esta oficina, que se desenvolve em 5 sessões,  com atividades extras, propõem uma exploração coletiva de estratégias participativas como meio para vincular a produção artística com a realidade e os interesses dos cidadãos de Porto Alegre. É uma oficina aberta não só a artistas, mas também é adequado para educadores, líderes comunitários, antropólogos, sociólogos, psicólogos e trabalhadores sociais.

* Ana Teixeira (São Paulo, SP)

Dia 6 de novembro às 14h; e 7 de novembro das 9h às 12h e das 14h às 17h

Oficina A arte na rua e a rua na arte

Esta oficina pretende promover reflexões sobre a arte no espaço público com abordagem teórica e prática, facilitando o entendimento e a compreensão da arte contemporânea.

Por meio da apreciação e contextualização de importantes obras e artistas dos séculos XX e XXI e da realização de intervenções urbanas propostas pelos participantes, será possível desenvolver noções de usos e relações com o espaço público.

 

* Armando Queiroz (Belém, PA) -De 5 a 9 de novembro – 14hOficina Redescobrindo o objeto: o objeto do cotidiano como elemento plástico contemporâneo

 

* Claudia Paim (Rio Grande, RS) http://www.youtube.com/watch?v=bYGqSnbjKRM&feature=youtu.be-De 5 a 8 de novembro – 14hOficina O corpo em ação

Objetivo Geral: levar o aluno a observar alguns exemplos da produção artística em performance e ações performáticas e realizar elaboração prática. Objetivos Específicos: refletir sobre a presença do corpo como motor de projetos em artes visuais,  proporcionar oportunidade para observar, analisar e discutir sobre algumas performances contemporâneas e realizar experimentações.

Conteúdos: Análise crítica de proposições de artistas contemporâneos; Observação de hibridismos com outras práticas artísticas; Fotoperformance e videoperformance.

 

* Daniele Marx (Porto Alegre, RS) – De 5 a 9 de novembro – 19h

Oficina Eu sou… e se eu fosse

A oficina é voltada para um grupo de pessoas que tenham interesse na experiência do jogo e da participação como prática artística. Construída com base na proposição de reconstrução do sujeito artista/não artista e sua posição no mundo/na vida. A oficina será desenvolvida a partir de cinco encontros destinados para conversas, proposições lúdicas, leituras de textos, projeções de vídeos e a construção de diagramas. Caberá ao último encontro à realização de um documento como encerramento da oficina.

 

* David da Paz (Fortaleza, CE) – De 5 a 9 de novembro – 14h

Oficina Narratividades CorpoCartográficas – Arte Contemporânea, Tecnologia e Novos Nomadismos

Capacitar os interessados a produzirem softwares para celulares com o intuito de  promover uma reflexão sobre os conceitos do campo da arte e tecnologia ligados às mídias   locativas. As ferramentas que serão estudadas e desenvolvidas  são:  localização  através  de  GPS,  inserção  de  mídias  (sons  e imagens)  executadas  no  celular  através  do  GPS  e  a  criação  e  edição  das mídias. O projeto será desenvolvido através da ferramenta Walkingtools.

 

* Ernesto Bonato (São Paulo, SP) – De 5 a 9 de novembro – 19h

Oficina Uma cabeça, visões

A proposta é realizar um trabalho concentrado de desenho e pintura, tendo a observação da figura humana como ponto de partida. Cada participante poderá ter a experiência de posar para os demais e vivenciar o outro lado da relação pintor/modelo. O ministrante, que trabalha há 20 anos também com gravura e fotografia, procurará ainda relacionar a prática do desenho e da pintura com a gravura, questão que vem desenvolvendo em seu próprio trabalho gráfico. Público: pessoas que se interessem pelo desenho, pintura, gravura e pela figura humana.

 

* Fabiane Morais Borges (Rio de Janeiro, RJ) – De 7 a 9 de novembro – 19h

Oficina Um pouco de esquizoanálise para arte e vice-versa

A oficina se direciona a artistas, psicólogos, comunicadores, performers, arteterapeutas e demais interessados no diálogo entre processos criativos e produção de subjetividade. Tem como objetivo o debate sobre práticas transdisciplinares, assim como trabalhar conceitos atuais relacionado a filosofia e política. A performance e a tecnologia entram como interfaces das práticas abordadas. Os encontros terão como base de conversas a exposição de alguns vídeos, elementos de uso ritual, discussões teóricas, exercícios práticos, assim como exposição de problemas e críticas relacionada a processos e procedimentos das práticas esquizoanalíticas. Será importante a leitura de alguns textos durante o curso, o que será feito no espaço do workshop, com dinâmicas de grupo administrado pela oficineira.

 

* Leandro Machado (Porto Alegre, RS)  -De 5 a 7 de novembro – 14hOficina A cidade e o lixo sob o olhar do artista: potência política, potência expressiva

Apresentação da trajetória do artista e de materiais coletados pelas ruas como impressos, embalagens de papelão, sacos e sacolas plásticas, lâmpadas, espelhos, cabos de vassoura, embalagens de alumínio, cartazes de shows. Discussão sobre o conceito de lixo e sobre reciclar, reutilizar e suas diferenças. Haverá saída de campo para percorrer as ruas, visitar uma unidade de triagem conveniada ao DMLU e o atelier do artista Antônio Augusto Bueno.

* Mariana Marcassa (São Paulo, SP) – De 5 a 7 de novembro – das 13h às 19h

Oficina Praticas performativas

Esta oficina pretende-se como um encontro de artistas/performers. As pessoas envolvidas neste encontro passarão por uma seleção prévia. Para esta oficina serão selecionados  10 artistas  que irão  desenvolver seus estudos a respeito de suas práticas perfomativas, expondo seus processos, as questões que nelas se envolvem, fazendo deste encontro um lugar público, no sentido lato da palavra, onde as perguntas que atravessam os trabalhos de cada um possam compor um campo de pensamento da arte, e especialmente o da performance.

Para inscrever-se [e preciso passar por seleção prévia: cada performer deve enviar uma proposta prévia de seu trabalho para o e-mail alivre@smc.prefpoa.com.br , descrevendo-a sucintamente e indicando os equipamentos necessários para a sua apresentação (projetor, caixas de som, etc). Pede-se também o envio de um currículo resumido (de uma lauda).

 

* Santiago Cao (Buenos Aires, Argentina) – De 6 a 9 de novembro – 14h

Oficina Práticas de (des)velamento de Situações Cotidianas

Oficina intensiva de análise do Espaço Público, dos micro poderes que se ativam, e alguns possíveis modos de sub(ver)te-los através da Performance e as Intervenções Urbanas.

Nesta oficina o caráter teórico-vivencial pesquisará em torno ao Corpo como ferramenta e suporte da obra, incerto e inserido no espaço público, modificando-se e sendo modificado pela parte partir de ações que o intervenham produzindo um (des)veu de forças que operam ali. Ações micropolíticas que podem fazer limpar as permissões e proibições que cada função tem em cada contexto.

* Marcia Tiburi (São Paulo, SP) -Dias 8 e 9 de novembro às 14hArte, sobre Pensar e Fazer – Painel ARTE, um conceito atual?

As formas de arte, os conceitos de arte ao longo da história, a arte de rua, as novas tecnologias.  Do que se está falando quando se fala em arte contemporânea? Relações entre Arte e Filosofia, Ética e estética.

 

* Sérgio Vicente (Lisboa, Portugal) – De 6 a 8 de novembro –19h

Oficina Lugares de sombra

Lugares de Sombra Desenvolvimento de propostas artísticas para lugares específicos em contexto de utilização pública. Falamos da escolha de pequenos lugares aparentemente vazios de sentido utilitário, pequenos e singulares lugares esquecidos no espaço urbano (preferencialmente) em torno do Atelier Livre, ou (como alternativa) no interior do edifício do Atelier. Trabalhos realizados por grupos, preferencialmente de dois a três elementos, que no final do seminário se poderão consubstanciar em projetos/ simulações de obras ou resoluções plásticas no espaço escolhido, trabalhos sempre acompanhados da documentação processual. O processo começa com a escolha dos lugares a intervir, a deambulação e conhecimento empírico do lugar é ponto de partida; constrói-se o projeto com base na definição de premissas metodológicas, a aplicar na análise do lugar e suas transposições para o pensamento plástico; incentiva-se a exploração plástica de modelos interpretativos do lugar que levem à concretização final de propostas.

 

* Paulo Bruscky(Recife-PE) – Dias 6 a 7 – 19h

Oficina A Arte Correio e a Grande Rede – Os antecedentes históricos e os desdobramentos da Arte Postal até o advento da internet e outras mídias.

 

* Artista e sua obra + SEU

O artista e sua obra é um espaço onde os artistas participantes do Festival falam sobre a sua produção artística individual e o SEU –  Semana Experimental Urbana, que é um projeto experimental entre criadores e espaço público, com foco na colaboração e na construção de experiências poéticas e políticas que conduzam a um transbordamento das práticas coletivas, tanto artísticas, quanto cotidinas. É uma plataforma multidisciplinar em artes, organizada na forma de encontro, para interferir, através de ações e gestos, no acontecer dos impulsos do espaço público.

O SEU 2012 tem o financiamento do FAC – Fundo de Apoio à Cultura/SEDAC/RS.

Diariamente serão realizadas ações em espaços públicos da cidade, que serão comunicadas por meio de site e das redes sociais:

semanaexperimentalurbana.com

facebook.com/semanaexperimentalurbana

twitter.com/seu_2012

 

* Ana Teixeira – Dia 5 de novembro, segunda 14h – no Auditório

Artista e mestre em Poéticas Visuais pela USP. Realiza exposições individuais e coletivas dentro e fora do Brasil. Ministra cursos sobre arte e promove encontros reflexivos em bienais, museus e galerias.

* Santiago Cao (Buenos Aires, Argentina, 1974) – Dia 5 de novembro, segunda 19h – auditório do Atelier LivreLicenciado em Artes Visuais pelo IUNA (Instituto Universitário Nacional del Arte) onde ademais trabalha desde o ano 2008 como professor de Linguagem Visual. Aprofundou seus estudos em Licenciatura da Psicologia. Possui experiências em teatro, literatura, clown e espetáculos de rua. Durante anos, percorreu a América do Sul realizando ações performáticas e atualmente reside em Buenos Aires, onde busca acionar, por meio da Performance, situações que recortem porções de realidade, gerando e auto-gerando questionamentos sobre a mesma.

O artista falará sobre a relação entre distintos conceitos teóricos como: Diferenciar o corpo do Corpo. É dizer, diferenciar o orgânico do que, tanto constructo social, cultural e vivencial, chamaremos Corpo com maiúscula; Análise do Espectador Sabi(d)o e as possíveis estratégias para potenciar suas transformação em interações; Análise dos distintos espaços e os micropoderes que eles se ativam em função das polaridades permissão/prohibição e concessão/negação dependendo das funções que que cada corpo ocupa em cada contexto espaço-tempo; Análise do conceito de “Véu” e das  ações subseqüentes de (des)véu

 

* Sérgio Vicente – Dia 6 de novembro, terça – 14h auditório do Atelier Livre

Esta síntese programática comporta o resumo para um exercício pedagógico no âmbito da escultura – Lugares de Sombra – a ser desenvolvido com estudantes de artes plásticas num número de aulas a definir. E, resumos de três aulas teóricas/palestras sobre intervenções artísticas permanentes em lugares públicos, nas quais fui coordenador de projecto ou autor; a temática está centrada sobre a arte pública evocativa, são três diferentes aproximações metodológicas à reinvenção do Monumento na arte contemporânea, a partir do debate sobre as políticas de encomenda, criação e difusão da arte em espaços urbanos.

 

* Fabiane Morais Borges – Dia 6 de novembro, terça 19h – auditório do Atelier Livre

Fabiane Borges é analista de Bagé, esquizoanalista, artista, ensaísta, performer, aventureira, escreveu dois livros: Domínios do Demasiado, Breviário de Pornografia esquizotrans e organizou dois livros da rede submidialogia: Ideias Perigozas e Peixe Morto. Faz doutorado em Psicologia Clínica na Puc/SP, recentemente fez bolsa sanduiche na Universidade de Goldsmiths em Londres, é ativista de midia livre e artista residente em várias partes do mundo. Desenvolve atualmente pesquisa sobre movimento indígena e indigenista na época da ditadura militar no Brasil. Palestra com apresentação de imagens e vídeos sobre Esquizoanálise, Tecnoxamanismo, Ruidocracia e Processos imersivos , seguida de discussão aberta.

 

* Armando Queiroz –  6 de novembro, terça – 19h – saguão do Centro Municipal de CulturaNasceu em Belém do Pará em 1968. Sua formação artística foi constituindo-se através de leituras, experimentações, participações em oficinas e seminários. Expõe desde 1993 e participou de diversas mostras coletivas e individuais no Brasil e no exterior. Integrou projetos como: Macunaíma, em 1997, no Rio de Janeiro e Prima Obra, em Brasília, em 2000. Participou do Salão Arte Pará como artista convidado, em 1998, 2005, 2006, 2007 e 2008. Na cidade de Abaetetuba (PA), em 2003, realiza sua primeira intervenção urbana no Mercado de Carne Municipal como resultado do workshop Projetos Tridimensionais II, promovido pelo Instituto de Artes do Pará – IAP. Foi bolsista do mesmo Instituto de Artes em duas oportunidades: com a bolsa de pesquisa Possibilidades do Miriti como Elemento Plástico Contemporâneo, em 2003. E, em 2008, com a bolsa de pesquisa Corpo toma Corpo, estudos em Videoarte – O Corpo como Intermediador entre a Vida e a Arte.

VIDEOINSTALAÇÃO MIDAS: Miséria, hanseníase e abandono espreitam Serra Pelada quase trinta anos depois do início da febre do ouro. Restaram casebres abandonados, pessoas perambulando, quais mortos-vivos, numa cidade fantasma ao redor de um grande lago contaminado de mercúrio, o oco. Restaram velhos aposentados, mulheres e a prostituição infantil. O índice de HIV é altíssimo. O gigante ameaçador, percebido no clima tenso do local, está presente a todo o momento. O gigante quer terra, o gigante quer expulsão, o gigante tem papéis e advogados, o gigante tem anuência do poder decisório. O garimpeiro tem apenas uma amarfanhada carteirinha de autorização para exploração de minério, e muita tristeza da sua atual situação.

O garimpeiro tem ao lado de si muitas cooperativas, nem todas bem intencionadas. Muitos não deixam o local simplesmente por vergonha, não teriam condição de encarar seus familiares tantos anos depois sem nada nas mãos. Regra geral ouvir que sairão sempre pior do que chegaram. Dos poucos que ainda exploram o minério, pouca ou nenhuma esperança.

O olhar vago de um gaúcho à espera de um hipotético sócio – com dois meses de máquinas paradas -, e de um também hipotético veio riquíssimo debaixo de poucos metros de rocha, diz tudo.

* Ana Laura Lopez de la Torre, Montevideo, Uruguay. – dia 7 de novembro, quarta – 19h – auditório do Atelier Livre

Seu trabalho se desenvolve em nível comunitário, e explora a idéia de “bem comum”, portanto, o que é inerentemente compartilhada – o que estamos obrigados a compartilhar, por exemplo o espaço público – como o que somos capazes de compartilhar voluntariamente através da generosidade, a colaboração e o intercâmbio, somando recursos e produzindo conhecimento coletivos. Pessoas e grupos com interesses comuns, mas muitas vezes com agendas em conflito, são somadas ao processo através de processos colaborativos e participativos.

Arte afora: Uma apresentação compartilhada de exemplos de seus trabalhos como “artista conceitual comunitario” em Londres entre 1997 e 2011. Através da narração dos distintos contextos, em seus distintos projetos, que se apoiam, e a análise da interdependência entre redes informais de artistas, paradigmas institucionais, políticas culturais de Estado e a contínua re-conceitualização da esfera pública no imaginário social. Esta narrativa que cobre mais de 15 anos de produção artística, inicia com suas primeiras experiências com a performance e as intervenções em espaços públicos, chegando ao desenvolvimento de uma prática colaborativa e implicada em um compromisso de larga duração com populações da periferia e suas organizações comunitárias. Sua apresentação também inclui uma discussão sobre a historia, desenvolvimento e características das práticas sociais na arte, um campo que começa a se definir  e articular com mais rigor teórico a partir dos anos 90, quando ela estava envolvida como artista,  pesquisadora e professora.

 

* David da Paz –  7 de novembro, quarta – 19h- saguão

David da Paz é Artista híbrido e Educador, integra o Coletivo Curto-Circuito o Laboratório de Arte (http://coletivocurto-circuito.blogspot.com/), Pública/Liquidificador. Sem Tampa trabalha como VJ, músico, poeta e performer na Orquestra Polifônica de Levante Festivo, formado em Teatro do Oprimido pelo CTO-RIO/Centro de Teatro do Oprimido Algusto Boal, realizou diversas oficinas deArte-Interveção (destaque para oficina Modos de Fazer; COMUNICIDADE/ArtePública de Intervenção Comunitária na Capitania de Arte e Cultura/Dragão do Mar que culminou na intervenção PI insitu na Praia de Iracema), é aluno- educador-inventor na (da) Escola de Bens Imateriais. Seus trabalhos são focados na intersecção entre arte, política, filosofia, tecnologia, comunicação e sociologia, entrado nos movimentos de ruptura como a Contracultura. Performance que utiliza fragmentos em videos de ações urbanas realizadas, onde as imagens serão manipuladas em tempo real, mixadas com músicas originais.

 

* Mariana Marcassa – dia 8 de novembro, quinta – 19h – sala de pintura 2 do Atelier Livre

Graduada em Artes Visuais pela UFG (Goiás) e Mestre em Psicologia Clínica pela PUC (São Paulo). Trabalha com performance desde 2001. Como integrante do Grupo EmpreZa já participou de diversos Encontros de Coletivos, Residências Artísticas e Mostras Nacionais e Internacionais, entre elas: Programa Rumos Itaú Cultural – Artes Visuais 2009; MIP – Manifestação Internacional de Performance (BH); Residência e Conferência junto aos coletivos chilenos CDINDICE e DEFORMES; Encuentro de Colectivos BrasilEspaña (INTERMEDIAE MATADERO-MADRID); MAMAM no Pátio (Museu de Arte Moderna Aluísio Magalhães); 29º Panorama da Arte Brasileira (MAM São Paulo); todas as edições da quarentena Açúcar Invertido (FR, NY, Macapá e Rio de Janeiro). Vive e trabalha em São Paulo.

QUE CORPO É ESSE? Performance 2: 20 a 30 minutos de duração

 

*Claudia Paim – Dia 9 de novembro, sexta – 14h – sala de desenho

Artista visual com produção em performance, vídeo, instalações sonoras e fotografia. Professora de poéticas visuais na Universidade Federal do Rio Grande. Tem textos publicados e exposições individuais e coletivas no Brasil e exterior. Áreas de pesquisa: coletivos, performance e corpo. Palestra sobre sua produção em performance com apresentação de fotografias e vídeos.

 

* Leandro Machado – 9 de novembro, sexta 19h – saguão

Performance no saguão do Centro Municipal de Cultura.

 

* LANÇAMENTO de LIVRO

Dia 7 de novembro, quarta, às 17h30min no auditório – Lançamento do livro de artista “Ora Bolas“, de Adolfo Montejo e Paulo Brusky

Dia 8 de novembro, quinta às 17h – Lançamento do Livro “Domínios do Demasiado” da autora Fabiane Morais Borges. A autora faz doutorado em psicologia clínica no Nucleo de Subjetividade na PUC em São Paulo. A obra é fruto da sua dissertação de mestrado. A pesquisa durou cerca de cinco anos (2002-2007). O livro se fundamenta nas experiências da autora dentro dos contextos da rua, dos movimentos sociais, do ativismo de mídia e arte-política. Produção de subjetividade também é um ponto alto do livro, assim como práticas coletivas e colaborativas dentro das redes de internet; é um livro de esquizoanálise. O livro traz uma linguagem por vezes lúdica, outras vezes mitológica e ainda alguma referência mais burocrática, para situar os leitores em histórias concretas com alguma relevância política e social principalmente para a cidade de São Paulo, onde foi feita a pesquisa. O livro fala das ocupações da cidade e do campo com movimentos como os Sem Teto, Sem Terra, Moradores de rua, Favelas, onde os coletivos de arte, grupos de mídia independente e ainda coletivos ligados ao movimento do software livre, rádio livre se juntavam para interferir nessas realidades, utilizando o próprio movimento social como espaço público, o espaço da ágora onde é possível a criação do novo lugar democrático, ou ainda das novas formas de fazer política. O livro se baseia nas políticas de colaboração e autonomia, para além da formação de Estado em suas dinâmicas representativas. Autonomia, apropriação de conhecimentos produção de acesso é uma linha constante na prosa da autora.

INSTALAÇÃO – 6 de novembro – a partir das 20h na fachada do Centro Municipal de Cultura

Conversando a Gente se Entende promovido pelo Coletivo +Zero – A Instalação CONVERSANDO A GENTE SE ENTENDE é composta por três monitores de computador, sentados cada um em uma cadeira, estando as cadeiras dispostas em torno de uma mesa, formando assim uma mesa de bar. Estes monitores estão em diálogo imagético e sonoro permanente, acompanhados por uma porção de tremoço, uma de amendoim, duas cervejas e quatro copos, dispostos sobre a mesa do bar. Os monitores não estão ligados em computadores, mas sim em um dispositivo de geração de imagens aleatórias. O som é gerado pelo mesmo dispositivo, uma pequena placa de circuito eletrônico que ficará presa embaixo da mesa. Completará a ambientação-bar um conjunto de pequenas caixas acústicas. As oficinas terão o investimento de acordo com o número de dias que o mesmo oferece, sendo cobrado o valor de R$ 10,00/dia. Logo, se o curso dura dois dias, o valor será de R$ 20,00. Se o mesmo tem a duração de quatro dias, ele será de R$ 40,00. Para você se inscrever, basta enviar e-mail para alivre@smc.prefpoa.com.br informando seus dados: nome completo, documento de identidade, data de nascimento, escolaridade, atividade que pretende participar, telefone para contato e e-mail.

As demais atividades são gratuitas e não necessitam inscrições prévias.

Disseminação / Centro Cultural Belo Horizonte

 

Para acessar mais informações e ver a programação http://mostradisseminacao.com.br/

Pdf com a programação do evento http://mostradisseminacao.com.br/catalogo_mostradisseminacao.pdf

 

A Vida em Trânsito – Rafael França / Estúdio Galeria Mamute

Mar de Tubarão / Galeria Jaqueline Martin

Obra de Marina Camargo (divulgação)

A Galeria Jaqueline Martins tem o prazer de apresentaa partir de 05 de setembro, às 18h, a exposição MAR DE TUBARÃO, composta por umarevisão crítica-curatorial de Marcio Harumsobre práticas artísticas radicais realizadas entre os anos 1970/1980dos artistas nordestinos Martha Araújo (Maceió), Daniel Santiago (Recife)e Falves Silva (Natal), que vão de encontro com a pesquisa atual de três jovensartistas Marina Camargo (Porto Alegre), Chico Zelesnikar (São Paulo) e AntonSteenbock (Berlin/ Rio de Janeiro). A mostra fica em cartaz até 20/10/12.

A coletiva busca apresentar mecanismos poéticos que discutem a trasnformação doexperimentalismo dos anos 1970/80, além de reunir peças incompreendidas, pouco vistas ou nãoaceitas pelas apostas estéticas e geopoliticamente comerciais deseus respectivos tempos.

O surpreendente conjunto exibido em MAR DE TUBARÃOrevela trabalhos de forte sentido experimental dos anos 1970/80, ao agruparpoemas-processo que circularam invisivelmente quando publicados por FalvesSilva à estrutura têxtil de ausência/presença de MarthaAraújo, criadas como um acontecimento de mobilização denovas subjetividades ao irromperdo espaço expositivo, quando vestidas e arrancadas daparede pelos próprios corpos que as vestem. Objetos, documentose registros de ações de Daniel Santiago craza paralelos com a ressonância atualdos site-specifics de Marina Camargo, da renovação constante dogênero mail-art por Chico Zelesnikar e das ações instalativas deAnton Steenbock.

Com Mar DE TUBARÃO, a Galeria JaquelineMartins reafirma seu interesse em estabelecer dialogos entre artistas dediferentes gerações dando destaque para a conceitual arte politizada dos anos70.

 

MAR DE TUBARÃO

Abertura: 05 de setembro, às 18h.

Período expositivo: de 06/09/12 a 20/10/12

 

Galeria Jaqueline Martins

Rua Dr. Virgílio de Carvalho Pinto, 74, Pinheiros

tel. (11) 2628-1943. Seg. a sex., 12h /19h;  sáb.12h/17h.

www.galeriajaquelinemartins.com

Falando de Impressões / Estúdio Hybrido

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